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Prontos para brilhar!

Eu sou assim mesmo. Assisti ontem no Jô e já me apaixonei.

 

Beatles num ceu de Diamantes- While my guitar gently weeps (com direito à citação de Cais) 

Beatles num ceu de Diamantes- Here there and everywhere

Beatles num céu de diamantes (Mix)

Talento brasileiro é phoda!



Escrito por Laert Sarrumor às 14h52
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Lei de Lavoisier

(enviada por email)

Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.

Cana dá álcool, álcool dá cana.



Escrito por Laert Sarrumor às 13h54
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Bizarrice pouca é bobagem!

Está na capa do UOL deste domingo:

 

Índios gays são alvos de preconceito.

 

Veja a imagem aqui

 

(“Índia Bicha-Véia” e boneca Ticuna de Baby Look é o Uó do Marajó!)

 

Pituco, processa eles por plágio!

 

(Lembram de Xingu Disco, com o Cacique Japa Gay?)

 

Reveja aqui

 

* * * * * * * * * *

 

Na mesma capa do UÓ-L, outra manchete:

 

Candidata de 103 anos diz que cidades mudaram pra pior.

 

Veja notícia aqui

 

 

Outra humorista com mais de 100 anos???

 

Qualquer comentário brilhante não será tão inusitado quanto as próprias notícias...



Escrito por Laert Sarrumor às 15h07
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Aero axé na Corte

Confirmado: o monarca Dom João VI aderiu a um programa básico de aero axé. Depois de ouvir conselheiros mais próximos, o monarca optou pela modalidade que faz mais sucesso entre seus pares das cortes européias.

O ouvidor do rei, Duque de Tefé, informou à imprensa das províncias que, a partir do mês de abril do ano do Senhor de um mil e oitocentos e dezesseis, Dom João começará o dia alongando-se, depois entrará com sessões de street dance, aula de step e finalizará o treino dançando axé com oficiais do exército português.

Fontes ligadas à alta nobreza dão conta de que a decisão imperial deveu-se a um hábito de Dom João VI de copiar Fernando VII, de Espanha - que estaria praticando pilates e boxe tailandês desde o início de seu reinado absolutista.

Já Sua Alteza a infanta Carlota Joaquina, instada pelo Duque de Bragança, está promovendo treinos diários de ginástica neuromuscular com ênfase nas pernas e glúteos. Carlota pretende atingir a meta de 0,7% índice de massa corpórea antes da abertura dos portos. Além de conseguir “uma barriga tanquinho e um popô mais anguloso”.  

No entender do personal-trainer-geral do Império, Antônio Francisco Manoel Carlos de Assis de Bragança e Bourbon, Barão de São Silvestre, se prosseguir nesse ritmo de treinamento, a rainha poderá facilmente enfrentar os 42 quilômetros da Maratona da Beira, mesmo correndo de espartilho, anáguas e sutiã de bojo metálico.

Em comunicado real, os súditos souberam das alvíssaras esportivas, logo após o surto de varíola que teve lugar na cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.

A família real, anunciou um dos seus mais eminentes porta-vozes, o Visconde de Cairu, pretende juntamente com a criação do Banco do Brasil e da Biblioteca Nacional, incentivar a prática de lambaeróbica em todo território brasileiro, Algarve e Cisplatina.

A idéia ganhou força na nau que trouxe os nobres portugueses ao país.

Com as calmarias, boa parte deles passou a praticar jogging no convés, entre uma partida de bisca e um gole de amontilado.

O objetivo, àquela época, seria o de fortalecer as panturrilhas para uma eventual fuga por terra dos exércitos napoleônicos.

Um informante da Casa de Bragança declarou recentemente que a intenção do reinado de Dom João em relação à melhoria da qualidade de vida no país é tão ambiciosa que, até o final do presente ano do Senhor, a Corte deve anunciar um alentado programa no setor.

Este seria capitaneado pelo Duque de Olivença, que assumiria o recém-criado Ministério do Desporto e Entretantos, com a tarefa inicial de produzir o montante de um milhão de barrinhas de cereal sabor bacalhau em menos de três anos.

Entre outras decisões, o rei também pretende criar uma prova de triatlon, o Iron Man “Caminho das Índias”.

Mapas e cartas náuticas, baseadas em anotações de Américo Vespúcio, já estariam sendo confeccionadas para massiva distribuição aos atletas inscritos.

A Igreja aprovou as medidas. E já teria encomendado a Aleijadinho novas estátuas dos profetas em cenas olímpicas.
                



Escrito por C. Castelo às 09h37
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Dossiê Rê Bordosa, arrasando!

Seguindo com a trajetória de prêmios, ganhou como melhor curta-metragem e mais dois prêmios no festival Anima Mundi do Rio de Janeiro!

Veja matéria no Jornal da Globo desta quinta-feira:




Como todos estão calvos de saber, a voz do BOB CUSPE no filme é deste Sarrumor.

E depois, rumo ao Kikito, em Gramado!



Escrito por Laert Sarrumor às 18h19
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Sem motivo...

um japa de 33 anos de idade,invadiu,anteontem,uma livraria e assassinou,com um golpe de faca,uma funcionária de 21 anos e feriu outra de 22.

depois,deixou o local,tranquilamente,caminhou 400 metros e entregou-se à polícia.

em seu depoimento,o assassino afirmou que a vítima poderia ser qualquer pessoa...velho,criança,moço...qualquer um,que estivesse ali,naquele exato momento!

enquanto eu tremia com essa notícia,minha casa começou a tremer também...

um terremoto de magnitute 6.0 atingia,mais uma vez, Iwate-ken,região nordeste do arquipélago.

no pc rolava uma linda canção!querem saber qual?...piramidal composição,interpretação,arranjos e músicos...uma balada!

clique e prove desse abalo,você também.     

abraçsonoros e amplificados

namaste



Escrito por Pituco às 13h08
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Finalmente, liberado!

Os culitos dos rapazes da banda...

 

 

Zé Miletto, Sarrumor, Grace Black, Valmir Valentim, Cacá Lima e Sergio Gama

 

Fotografado em show na Funarte São Paulo, nos anos 90, num flagrante do quadro O Enterro da... (adivinhem de quem) Concheta!


Escrito por A. Pest Theplague às 22h28
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Bob Cuspe rides again!

 

 

Pra você que ainda não viu ou que quer rever, mais três exibições do curta metragem de animação Dossiê Rê Bordosa, a partir de amanhã, no Festival Anima Mundi, em São Paulo.

 

 

Só pra lembrar, o filme, em formato de documentário, investiga as causas que levaram o cartunista Angeli a matar a sua musa.

 

A voz do personagem Bob Cuspe é deste Sarrumor.

 

Pra atiçar, dois trailers abaixo:

 



Escrito por Laert Sarrumor às 22h16
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Sai da minha frente, que eu quero passar...

'Mas que nada', que desde a antológica gravação de Sérgio Mendes Brasil 66, tem recebido as mais variadas execuções.

desde Al Jarreau até os 12 violoncelista da filarmônica de Berlin.

nesses anos de Japão, esse samba de Jorge Benjor, assim como uma lista de mais 10 (Garota de Ipanema/Aquarela do Brasil/Tristeza) não pode faltar no 'set list' da audiência nipônica e/ou estrangeira...parafrasenado o Douglas, 'são as matadoras'!

segue aqui minha versão,com o Trio dos Tios...rs!(o nome me ocorre agora!).

*vale lembrar que o título dessa postagem traduz,exatamente,o penso sobre tudo e todos,nessa altura do campeonato...rs!

*filmagem e edição by Douglas Doug-enérico. 

namaste



Escrito por Pituco às 04h13
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Conchetta in bossa...

em 1º de março de '06, publiquei,nesse BdL,uma versão bossa-nova de Conchetta.

esse registro informal, gravado aqui em casa, foi postado com o título de 'a prova dos kyu' (kyu é 9 em japonês).

e foi uma tentativa pra desfazer confusões entre minhas interpretações intimistas com as de João Gilberto. 

*des-arranjo,voz e violão: Pituco

namaste



Escrito por Pituco às 22h06
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Concheta for export

Em versão de Ayrton Mugnaini Jr., com o grupo Tubaína.

http://www.linguadetrapo.com.br/musicas/mancha.wma



Escrito por C. Castelo às 19h27
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Dercy nossa, que estais no Céu

A idéia que eu fazia de Purgatório era diferente.

Imaginava um tipo grandioso de quiosque lá em cima no céu, com ar de qualidade, bastante respirável e cristalino. Uma luz diáfana como as que se vê com facilidade em ilustrações bíblicas perfuraria com suavidade as nuvens de algodão divinas.

À frente desse quiosque magistral, mais precisamente em seu portal, haveriam imponentes arcanjos à espera daqueles que chegassem de suas vidas terrenas.

Ao fundo, num trono, o Poliarca estaria pronto para ouvir - com compaixão cristã -  a trajetória de cada vivente.

Mas lamentavelmente tive meu passamento, fui para lá e não era nada disso.

Mal tive tempo de perceber que já era e estava num lugar penumbroso, úmido e com cheiro de desinfetante de eucalipto barato, desses usados em banheiros públicos.

Os candidatos a entrar no Firmamento, entre eles eu, estavam todos espremidos numa salinha suja e tão escura que não se conseguiria reconhecer o Jô Soares pelado, lambrecado de marshmallow, fumando um Cohiba.

Havia um silêncio pesado, que logo foi interrompido por uma incômoda microfonia. Uma voz de homem, com forte sotaque hebraico, disse num português carregado:

- Faz favor, a próximo!

Ouvi um resmungo de enfado e, em seguida, ruídos de saltos altos femininos ecoarem pela sala: toc, toc, toc, toc.

Era alguém indo para “patíbulo”.

Apurei ao máximo a audição. A voz masculina vinda do sistema de som aumentou de volume se expandindo para todas as alas fétidas do Purgatório. Era como se todos precisassem escutar a entrevista final uns dos outros.

- Nome?
   
- Dercy.

- Profissão senhora?

- Puta.

- Senhora ter certeza que profissão senhora essa?

- Porra, e tu acha que tem diferença entre uma atriz e uma puta?

- Descreve vida senhora no Terra, faz favor.

- Uma merda.

- Ficha senhora diz: senhora mulher famosa.

- Famosa? Ai meu caralhinho! Adianta ser famosa e só tomar na tarraqüeta?

- “Tarraqüeta”, faz favor, explica melhor palavra?

- Cu. Que adianta ser famosa e só tomar no meio do cu?

- Por que senhora “tomar em seu tarraqüeta” assim, tempo todo?

- Porque fui burra pra caralho, meu filho. Sai da minha cidadezinha no interior, me meti a fazer teatro de revista e só conheci homem filho da puta na minha vida. Só bundalelê, seu padre.

- Eu não ser padre, senhora. Eu ser Poliarca.

- Poliarca, patriarca, pederasta, eu sei lá o que tu é. Eu sei é que  eu tô com uma fome fodida. Não tem nada pra comer nessa boceta não?

- Senhora, faz favor...

- ...é só um bando de nêgo fantasiado de franga olhando pra gente com cara de cu, parece que alguém enrabou a mãe deles. Que porra de lugar escroto é esse aqui, seu Pederasta!

- Senhora estar na meio caminho para Céu ou Inferno. Aqui não ter nada para senhora comer.

- Puta que pariu, não tem nem uma carninha batida com quiabo nessa porra?

- Lamenta dizer que não, senhora.

- Olha aqui, seu Pederasta, se isso aqui for uma pegadinha da Globo, rescindo meu contrato na hora, tá sabendo? Aí eu quero ver essas merdas dos programas de vocês darem audiência sem meus xingamentos! Se eu não comer em cinco minutos, vou botar pra foder nesse rendez-vous de viado!

- Mas senhora não entende? Senhora morreu!

- Quem morreu foi você, seu santo do caralho oco! Eu tenho 100 anos e um puta público que me adora, entendeu bostalhão? Me bota num palco aqui e tu vai ver se eu não faço esses teus anjos baitolas rirem até estourarem as pregas do rabo. Vai, anda!

Nesse momento, houve uma grande e aguda microfonia.
O sistema de som tinha sido cortado. Contudo, passados alguns momentos, foi novamente religado. Depois de um pigarro e uma tosse fraca vinda das caixas, pude ouvir a voz com sotaque europeu oriental mais uma vez:

- A próximo, faz favor.

Agora era a minha vez.

(Publicado em 7/5/2007 em www.castelorama.com.br)

 

   



Escrito por C. Castelo às 19h18
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Tudo acaba em Concheta

Respondendo ao post abaixo…

 

Don Carlone, eu falei brincando lá no show e você levou a sério.

 

O próprio LÍNGUA começou assim. “Tudo era apenas uma brincadeira, e foi crescendo, crescendo, me absorvendo...”

 

Pois eu comprei também essa idéia do projeto Concheta Anthology. E já viajei mais além...

 

Chamaríamos um seleto grupo de amigos músicos/humoristas – os que você citou, mais o Falcão, Genival Lacerda, Eduardo Duzek, etc. – para um “troca-troca”. O Língua interpreta uma música desse artista e vice-versa. No final, o convidado nos brinda com uma interpretação pessoal de Concheta.

 

Daí o título, Tudo acaba em Concheta.

 

O que achas? E os diletos leitores, o que acham?

 

Pra exemplificar, nos vídeos abaixo, Língua de Trapo e Demônios da Garoa cantam juntos Trem das Onze, e depois... Concheta!



Escrito por Laert Sarrumor às 13h20
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Concheta Anthology

Ao cantar Concheta pela segunda vez no evento “Só pra repetentes” (vulgo “Bunda do Paulo Elias Show”), Laert Sarrumor fez uma piada ao microfone. Disse ao público presente que o LT faria um novo CD com 17 versões de Concheta.

Na hora pensei que se tratasse de uma verdade. Só segundos depois, vendo a reação do povaréu, vi que era um chiste.

Pois bem, confesso que tinha tido a mesma idéia. Mas a minha intenção era pra valer.

Por isso, agora convido o Laert a se juntar a mim para produzirmos tal CD.

Já conto até com um estúdio interessado em executar a “extravaganza musical”.

Teríamos, por exemplo, Concheta cantada por Rita Lee, numa versão mais beatle. Concheta cantada pelos Demônios da Garoa. Concheta interpretada pelo Sepultura, por João Gordo. E até uma versão dos meus sonhos, com um dos pais da guitarrada do Pará, Aldo Sena, fazendo uma Concheta instrumental-amazônica.

E assim por diante, com versões ao vivo incluídas também. E, um DVD, por que não? Com os intérpretes envolvidos falando como a música os influenciou etc e tal.

OBS: tentei acrescentar a minha versão pessoal nesse post, com o violão da diva Cristina Azuma, como pontapé inicial para o projeto Concheta Anthology, mas estou num Mac e não rolou. Tento depois.

Escrito por C. Castelo às 10h52
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Essa Folha eu assino!

Infelizmente, não poderei ir ao show do Rogerio, logo mais no Café Piu Piu.

 

Pra tentar me redimir, reproduzo aqui o belíssimo poema que ele postou sábado, homônimo ao seu blog (link aí do lado).

 

 

(foto: Janaína Menegaz)

 

Folha de Cima
ROGERIO SANTOS

olho uma folha que vai
no rio corrente
uma só folha que vai
buscando o mar

porque é preciso sonhar
e navegar
porque é preciso sonhar
banho de mar

em toda folha há de ter
a vida urgente
uma só folha é de ler
e tracejar

porque é preciso sonhar
e navegar
porque é preciso sonhar
beira de mar

quero uma folha também
vou embarcar
uma só folha me dêem
e rumo ao mar

porque é preciso sonhar
e navegar
porque é preciso somar
contas de mar

e não importa chegar
não é urgente
o que importa é o ato
de embarcar

nada é urgente demais
para adiar
em cada folha pintar
cores de mar

 

 

Rogerio Santos é um excelente poeta e letrista, parceiro do Pituco, entre outros (veja o post abaixo).

 

Engraçado que, além do Frank Jappa, nós descobrimos ter outros amigos em comum, como a talentosíssima cantora e compositora Solange Sá e o Ricardo Veras, vizinho de casa e amigo de orkut.



Escrito por Laert Sarrumor às 17h56
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