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Império dos sentidos

Pra quem gosta além da conta, esse é o produto ideal. Veja!



Escrito por Lizoel às 10h22
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Telma, eu não sou gay! (Ou as voltas que o mundo dá)

Lembram do post sobre minha adolescência em Santos, nos idos de 72?

 

Nessa época eu rabiscava alguns desenhos e ia “expor” na calçada da Avenida Ana Costa, em frente ao Cine Iporanga (onde, aos 15 anos, falsifiquei a carteirinha de estudante pra assistir “A Viúva Virgem”, com Adriana Prieto).

 

Meus desenhos eram horríveis e, obviamente, não vendia nada.

 

Eu gostava mesmo era de ficar no meio da malucada que expunha na feirinha de artes do Gonzaga.

 

Lembro com perfeita clareza do Nevile e da Natasha, um casal de hippies que trabalhavam com artesanato em metal.

 

Foi no rádio de pilhas deles que ouvi, pela primeira vez, Tell me Once Again, com The Light Reflections.

 

Lembro do comentário do Nevile: “Pô, bicho, os americanos são imperialistas mas fazem umas músicas bacanas!”

 

Anos mais tarde, em 1985, o Língua de Trapo já ia de vento em popa (mais vento do que popa) e nos shows a gente soltava umas vinhetas em fita cassete, entre as músicas, pra ter tempo de trocar de figurino. Era a Rádio Matraca, que invadia as apresentações com paródias de Gil Gomes e Zé Bettio, entre outras gracinhas.

 

Um dia, apareceu num dos shows um sujeito baixinho, atarracado, de barba, dizendo que era coordenador artístico da Rádio USP e convidou a gente pra fazer a Rádio Matraca lá.

 

O primeiro programa foi ao ar no dia 23 de março de 1985, das 15h00 às 16h00. No comando, Carlos Melo, Ayrton Mugnaini Jr., Marcelo Moraes, Lizoel Costa, Cassiano Roda e este Sarrumor.

 

Ficamos na emissora por um ano, mudamos para a 97 FM, passamos pela Rádio Gazeta e em 1997 retornamos à Rádio USP, onde o programa permanece até hoje.

 

Em 98, pelas mãos de Ayrton Mugnaini, chega a nossa mascote Alcione Sanna (caramba, já faz dez anos!).

 

Recém formada em rádio e TV, pela Faculdade Metodista, trabalhou como estagiária na rádio de lá.

 

Ela falava muito sobre seu chefe na rádio da Metodista, um sujeito baixinho, atarracado, de barba...

 

Claro, estamos falando de André Barbosa Filho, o cara que fez a Rádio Matraca existir de verdade, que foi chefe da Alcione e que, em 1972, compôs e gravou o mega-hit Tell Me Once Again, com sua banda Light Reflections, sob o pseudônimo de B. Anderson (“B”, de Barbosa ; Anderson = André Filho). O mesmo que eu ouvi no rádio do Nevile e que todo mundo jurava que era americano.

 

No vídeo, ele é o vocalista, canhoto, tocando violão.

 

(não me perguntem quem é o “Senhor Gasmo” nem quem é a loirinha que aparece duas vezes sorrindo e franzindo o nariz)

 

 

 

Na foto antiga, ele é o de branco.

 

 

Na foto atual ele é esse aí, com cara de Luís Couto.

 

 

Apaixonado por rádio, escreveu vários livros sobre o assunto. Foi assessor especial da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef (!!) e consta que, atualmente, exerce os cargos de diretor de Comunicação e Marketing da Uniban e de consultor de áudio do CCE-Senac-SP.

 

Serão Calúnias?



Escrito por Laert Sarrumor às 16h00
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S.O.S. Bossa Nova...

'TODO MUNDO É CARIOCA' 

letra: Castelo

música: Pituco

arranjos: Ricardo 'Azeitona' Sagioratto

parceria virtual-interblogs, que resultou em um projeto músico-internético.

The Bossa'n Humor, em fase final de confecção, a procura de um produtor e/ou mecenas millionaire.

um ótimo produto, nesse ano em que se comemora o cinquentenário do movimento musical carioca.

*clique no título e ouça 40 seg. de demo

abraçsonoros

namaste



Escrito por Pituco às 13h50
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Everybode!

 

Quem não vai ao show do Bob

 

 

Se contenta com o Bode

 

 

 

Bode Dylan

 

Eu nasci no Piauí

Tinha lá uma vida que era muito dura

Aos sete anos entalei c’uma rapadura

Isso fez minha vida mudar

Eu fiquei com essa vozinha

Que mais parece a do Adilson Maguila

Mas é com ela que eu garanto meu sustento

Pois todo mundo pensa que eu sou o Bob Dylan

Hoje sou requisitado

Pra tocar em festa grande e pequena

Toco no Baixo-Leblon

E canto aqui na Vila Madalena

É um tal de Blowin’ in The Wind

É um tal de Lay Lady Lay

Eu nem sei que diabo é mescalina

E Allen Ginsberg pra mim é nome de gay

É um tal de Like a Rolling Stone

É um tal de Knockin’ on Heaven’s Door

Eu fiquei com essa voz de baritone

Mas quando eu tava em Terezina era pior

 

Bode criado e cantado por Carlos Melo, o Castelo.

Ouça aqui



Escrito por Laert Sarrumor às 11h56
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Momento de reflexão...

ref1.mp3

Salve Santa Rita!

namaste



Escrito por Pituco às 11h37
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Filhos da Pauta

 

Uma vez por mês, o Jornal da Tarde convida uma personalidade para comandar uma edição do caderno de variedades.

 

No JT que está hoje nas bancas, o caderno foi editado pelo Casseta Hélio de la Peña, que entre outras matérias sugeriu uma mesa-redonda (que, na verdade, era quadrada) entre humoristas dos anos 80 aqui de São Paulo e o pessoal da nova geração.

 

A conversa reuniu “os novos” Rafinha Bastos e Marcela Leal, ambos do Clube da Comédia, e Agnes Zuliani (Terça Insna) e este Sarrumor, como representantes da velha-guarda (sic).

 

Assista aqui o making of da matéria, onde de la Peña se confessa influenciado por Língua e Premê.

 

Leia abaixo a transcrição da matéria.

 

(As opiniões dos participantes da mesa-redonda não foram adulteradas, mas como foram bem condensadas – a conversa durou quase duas horas – às vezes soam como frases soltas e desconexas).

 

Garçom, vê mais um riso?

 

Aqui, nesta mesa de bar, estão reunidas duas gerações de humoristas para falar sobre o que mudou dos anos 80 para cá e o que continua funcionando na arte de se arrancar gargalhadas

 

MARCO BEZZI, marco.bezzi@grupoestado.com.br

 

Teorizar sobre humor pode ser um porre. Para escapar da ressaca do dia seguinte, convocamos quatro humoristas - que fizeram de São Paulo seu palco para piadas e esquetes - e travamos uma mesa-redonda onde cada um poderia falar o que bem entendesse. Nova e velha gerações reunidas para, conforme pediu nosso editor Helio de la Peña, discutir as diferenças entre o humor dos anos 80 e a nova comédia paulistana. Com a palavra, a velha guarda representada por Laert e Agnes e a nova geração de stand-up comedians (humoristas que fazem shows solos com textos de opinião) Marcela e Rafinha.

A VELHA GUARDA

Laert Sarrumor:
Vários artistas surgiram na chamada Vanguarda Paulistana, no início dos anos 1980. Dois grupos musicais se destacavam: Língua de Trapo e Premeditando o Breque. A partir do surgimento desses nomes, gente como Os Mulheres Negras, Mamonas Assassinas e Vexame seguiram essa mesma verve humorística. O que estávamos fazendo na música, o Angeli, o Laerte e o Glauco estavam fazendo na parte gráfica, o Cacá Rosset estava fazendo no teatro. Você olhava pro lado e via um monte de gente fazendo a mesma coisa, com o mesmo propósito.

O FIM DA DITADURA

Laert:
Pode parecer chocante, mas chega a dar saudades da ditadura. Tínhamos sonhos, ideais, um inimigo muito claro e uma união muito maior entre a gente do bem, da esquerda, os idealistas e sonhadores. Era uma coisa de guerrilha. Hoje em dia o único inimigo é o fator econômico. Mas como você vai combater a grana? Vai no banco fazer discurso?

Agnes Zuliani: A democracia obrigou a todos os humoristas a colocar os pingos nos is. De repente, o inimigo havia sumido.

RIO DE JANEIRO X SÃO PAULO

Agnes:
Essa coisa de Rio e São Paulo é bem interessante. Lá eles tinham o Asdrubal Trouxe o Trombone, nós o Ornitorrinco (Cacá Rosset). O humor do Rio é mais relaxado. Nosso humor é mais sisudo, mais carregado. No Rio você tem horizonte, aqui é tudo cinza.

Marcela Leal: A platéia também é bem diferente. Mais exigente.

Laert: O Rio é um paradoxo. Existe o Rio de Janeiro da Rede Globo e o dos cariocas politizados que exigem uma qualidade muito grande, sim. A informação que chegava aqui era a Blitz!, mas se você fosse para o Rio, existia um monte de bandas, um monte de coisas. O maior aplauso que o Língua teve foi no Circo Voador, de 5 minutos.

Agnes: O carioca é um povo que consegue eleger um (Fernando) Gabeira no passado e um Wagner Montes nos dias de hoje.

HUMOR HOJE

Rafinha Bastos:
São Paulo sempre teve várias opções de humor e está caracterizada pelos diferentes formatos de fazer comédia.

Marcela: É um verdadeiro celeiro dessas novidades.

Agnes: O humor é um reflexo dos tempos que vivemos. Hoje, o humor que se faz em São Paulo é muito mais opinativo. As pessoas estão cansadas do riso pelo riso. Os anos 80 eram assim também.

Marcela: Hoje em dia existe um humor de observação. As pessoas acabam se identificando com o que vêem no palco.

TELEVISÃO

Rafinha:
O brasileiro não está acostumado a rir. Veja o caso da Cicarelli, que em vez de tirar um sarro do episódio na praia, decidiu fechar o YouTube. Que coisa egocêntrica é essa?

Marcela: Dentro do que eu faço, acharia lindo poder trabalhar na TV. Queria falar para mais pessoas, mas não abro mão da minha liberdade artística. Lutei muito para falar o que quero.

Rafinha: O Cláudio Torres Gonzaga, chefe de redação do Zorra Total, comentou com a gente que a principal crítica sobre o programa é que o público acha o humor muito sofisticado. Imagina o que é a média do povo? Ele não vai entender meu humor.

Laert: Vale lembrar que a grande maioria dos comerciais nos anos 80 começou a ter essa pegada no humor. Antes, o humor sempre era colocado como material de segunda categoria. Tudo começou a mudar com o Casseta e Planeta, Armação Ilimitada. Nós fomos desbravadores, pioneiros. Isso gerou uma empatia muito grande, especialmente com o público jovem. Eles se identificaram com a gente, nos viam como porta-vozes.

Agnes: Se você ridicularizar a sociedade brasileira ou paulistana, vai trazer entendimento para o público médio. Mas não batendo como faz o pessoal do Pânico, que às vezes chega a ser desrespeitoso. O mais importante é tirar um sarro da sua própria pessoa.

CENSURA

Rafinha:
Costumo não me censurar, mas as piadas perdem a graça quando as pessoas morrem. Quando o Enéas morreu, por exemplo, acabou com a gente. Com deficiente não faço mais, porque a pessoa não escolheu ser daquele jeito. Eu tenho muitas piadas preconceituosas, mas quando se chega ao extremo, dou uma freada.

Marcela: Conto piada de gorda no meu show e algumas pessoas falam que eu não devia fazer; mas por que não? Tá no inconsciente coletivo. Eu falo: ‘A garota era tão gorda que a mãe batia sua vitamina na máquina de lavar roupa’. É engraçado, não? Talvez algumas pessoas se choquem, mas a maioria gosta. Com a Preta Gil é a mesma coisa.

DIVULGAÇÃO

Rafinha:
Minha aposta é muito forte na internet. Quem vai me assistir não é um público de teatro. Reconhecer isso foi uma grande chave de sucesso. Os formatos integrados possibilitam criar conteúdo. Hoje eu coloco um vídeo no YouTube, e tenho 15 mil visitas em uma semana, é uma propaganda. A comédia que a gente faz hoje é muito fácil de compreensão para o público na internet.

Laert:
O segredo é como conseguir lotar um teatro para 2.500 pessoas como o José Vasconcelos fazia na década de 80* sem ter o amparo da internet e com pouca divulgação. Era tudo no boca-a-boca.

 

* O correto é década de 60.

 



Escrito por Laert Sarrumor às 14h13
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Três a Três

Conheci o Chico César faz uns dois meses numa festa em casa do músico e amigo Rodrigo Bragança.
Por horas conversamos tomando um belo vinho.
Numa certa altura eu disse a ele: "Olha, acho que você é que nem aquela história da Mona Lisa, conhece?
Ele disse que não conhecia. Aí eu falei: "Foi o Dylan quem fez esse paralelo numa Rolling Stone recente. Bilhões de pessoas a viram "in loco", mas, como o espaço é pequeno diante do quadro, de três em três ela chegou lá.
Era o que eu pensava da carreira do Chico, construída em cima de muito talento, dignidade e tal. E que, aos poucos, gota a gota, ele iria ser reconhecido em níveis bem mais numerosos. Voltei pra casa e escrevi essa letra.
Divido com vossas excelências.

"TRÊS A TRÊS

No Louvre, a Mona Lisa é visitada
em alemão, em banto, em javanês
mas apesar das hordas desvairadas
apreciá-la só de três em três

Três pequenos olhares de voyeur
logo serão milhares de milhões
a falar de sorriso tão blasé
feito uma legião de legiões

Assim é que meu canto deve ser
constante como é o alvorecer
para do meu amor por ti falar

Que pingue, gota a gota, interminável
Que braços vá ganhando e implacável
transborde quando menos se esperar"



Escrito por C. Castelo às 12h56
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Qual é a música, maestro?

beauty.mp3

amplexosonoros

namaste



Escrito por Pituco às 23h54
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Links esclarecedores

Nem toda bosta é a merda que parece! Não acredita? confira aqui!

No entanto, toda merda tem seu espaço virtual! Veja!



Escrito por Lizoel às 21h39
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Um brasileiro em Tokyo...

na noite que recebemos a fatídica notícia do falecimento do maestro soberano, A.C.B.de Almeida Jobim, vários músicos brasileiros, residentes aqui, em Tokyo-Jp,  estávamos, coincidentemente, em uma 'jam session', na também falecida casa brasileira Sabbath's Tokyo.

pelo Sabbath's passaram vários artistas brasileiros...Toninho Horta, Rosa Passos, Ana Karan, Boca Livre, Leny Andrade e Romero Lubambo, João Bosco e outros feras mais.

bem, eu estava nessa noite do dia 8 dez de 1994, exatamente, no palco cantando 'Wave', quando alguém deu a triste notícia.
ficamos todos atônitos e procuramos outros meios pra nos certificármos da veracidade do fato...naquela época não havia as facilidades da internet.

óbvio que perdemos por completo a concentração do show...pois morria um dos homens compatriota mais geniais que já passou por nossa dimensão,proporcionando-nos a grande alegria e prazer de se fazer...música.

no mês seguinte, eu e o pianista brasileiro, residente aqui também, P.C.Gomes fomos convidados pra uma temporada na filial do Sabbath's, em Kobe...que destino o nosso, pois seríamos vítimas de um dos maiores terremotos da estória da humanidade...dia 17 de janeiro, 1995.

sobreviventes do flagelo, retornamos a Tokyo.
foi quando Gomes mostrou-me essa linda melodia, que imediatamente recebeu letra minha.

nascia assim, nesses encontros e desencontros, essa canção homenageando Jobim.

SENTIMENTO

música: P.C.Gomes

letra, voz e violão: Pituco

*clique no titulo antes que a terra acabe...

abraçsonoros
namaste



Escrito por Pituco às 15h03
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De Volta Para o Presente

 

Atrasaram o relógio?

 

Todo o ano, la même chose...

 

Pra não perder o costume, ouça aqui, pela trigésima nona vez, Horário / Atrase o Relógio, paródia de Aquarius / Let The Sunshine In, criada por Ayrton Mugnaini Jr. em 97, interpretada pelo próprio e por este Sarrumor.


Escrito por Laert Sarrumor às 14h13
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De Volta Para o Futuro

 

Anota aí na sua agenda: estréia nessa quarta, 20 de fevereiro...

 



Escrito por Laert Sarrumor às 14h11
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O teatro nacional...

sem palavras...Elis, forever!

amplexosonoros e saudosos

namaste



Escrito por Pituco às 14h06
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