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Habite-se uma coisa dessas

O setor de apartamentos novos anda tão aquecido que não faz mais lançamentos, faz decolagens imobiliárias. A todo instante aparece, do nada, um empreendimento. Sempre, é óbvio, com nomes poético-cafona-pretensiosos. Pode ser a vertente neoclássica (Portais do Deus Priapo), a mediterrânea (Torres Del Aceto Balsamico di Modena) ou a indefectível linha indígeno-natural (Ocas de Morassuaba Residencial Inn). Todas tendo em comum o desacordo entre o que o nome promete e o que o condomínio entrega.

O último folheto que recebi me chamou especial atenção. Informava sobre um grande projeto (breve lançamento e tal) com vários prédios levando o nome de canções de Tom Jobim.

O que chegou às minhas mãos, se não me falha a memória, mostrava, com riqueza de detalhes, o “Águas de Março”. Ao bater os olhos na peça, já imaginei uma chamada infame: “é pau, é pedra, estamos trabalhando noite e dia para entregar seu apartamento novo”. Contudo, a inferência seguinte foi ainda pior: e se a moda de batizar grandes residenciais urbanos com ícones da MPB pegasse, o que aconteceria?
Que tal em seu bairro um “Zeca Pagodinho Town Houses” com seu exclusivo “Espaço Breja” (onde você recebe confortavelmente seus chegados para derrubar uma gelada), com o inédito “Mijodrom Xerém” (sanitários coletivos para até cem bambas se aliviarem como se estivessem ao pé de uma jaqueira) ou mesmo com quadras de samba em lugar de poliesportivas?
Do jeito que o consumidor padrão “compro de uma vez e pago em duzentas e quarenta” anda ávido por novidades, é bem capaz de prestigiar iniciativas assim.

Com certeza transformaria em “megahit” de vendas o “The Carioca Funk Hills”, um (possível) ousado projeto de favelas verticais saído da prancheta de Oscar Niemeyer e executado pelo mestre-de-obras do DJ Marlboro.

As torres, que remeteriam a sucessos do autêntico funk de raiz – Cachorra’s Life Style Tower etc. –, dariam todas para uma imensa praça (Parapapapapa Open Space Plaza), onde o lazer se daria em grande estilo. Inclusive com pistas de skate ferroviário e estandes de tiro ao PM.

Viáveis os empreendimentos seriam. Só ficaria faltando a municipalidade liberar o “habite-se”. Mas, como não teria nada a ver com outdoor, cigarro ou garupa de motoboy, é até capaz de obterem a liberação.


Escrito por C. Castelo às 16h27
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E por falar em saudade...

Já que partiram pra nostalgia, quero lembrar que em 72, enquanto Sarrumor curtia as babas do Rádio, eu já era um roqueiro nato e seletivo. Naquele ano, morando em Ribeirão Preto, o que tocava em minha vitrola era o antológico "Machine Head" do Deep Purple. Uma música desse disco,  me alucinava: "Smoke on the water", uma aula de riff de guitarra para toda estética do rock pesado que viria após.

No ano seguinte, o Led Zeppelin chegava com o emocionante "Houses of the Holly" e uma música em especial desse disco me comovia às lágrimas: "Over The Hills And Far Away " com todas as cordas líricas soadas da geração pós-Woodstock



Escrito por Lizoel às 23h04
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Lembranças aborrecentes...

pô, o sarrumore fez um anzol pra fisgar minha memória, apesar de quase nunca em minha vida entregar-me a ela.

em 72, eu cursava o segundo ginasial, no colégio carlos maximiliano pereira dos santos...o velho e bom max, na vila madaloca, sampa.

lá, com a turma da minha classe, promovíamos os famosos bailinhos de sábado, na casa de cada um dos colegas...as meninas eram a nossa cobiça pra intermináveis contra-danças, ao som dos tin tin,

bread,

elton john,

michael jackson,

demis roussos...

oh mamy, oh mamy mamy blue! aliás, comecei aprender violão nesse mesmo ano e a primeira música que aprendi tocar e cantar foi essa...em Am...rs!

e naquele tempo o bacana era se dançar juntinho...a menina com os braços no pescoço do parceiro, enquanto os rapazes abraçavam suas cinturas.

era um tal de empurra pra lá, empurra pra cá, pra se evitar qualquer tipo de sacanagem...a meninas até tinham uma técnica de colocarem os cotovelos no peito dos rapazes, evitando assim qualquer possível ataque surpresa.

as lâmpadas da sala eram recobertas com papel celofane colorido...uma vez, alguém trouxe luz-negra, foi uma festa danada...todo mundo rindo dos dentes dos outros...rs!

havia ainda as duas primas mais desejadas da turma...Maria Cristina e Cristina Emília.

eu fui apaixonado pela...

(to be continued)

namaste



Escrito por Pituco às 15h52
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A saudade mata a gente

Existem coisas que ficam guardadas na lembrança e voltam de vez em quando com nitidez de cinema, não importa quando nem onde tenham acontecido.

 

Outras, porém, ficam adormecidas e vêm à tona em ocasiões muito especiais, como imagens nebulosas, cobertas pelo véu do tempo.

 

São sensações, sons, cheiros, sentimentos que geralmente ganham espaço quando a mente está confusa.

 

Em 1974 eu adoeci e fiquei várias semanas de cama. Nesse período eu lembrava muito, mas muito mesmo, de quando eu morava em Santos. Eram recordações que vinham como ondas, como espasmos delirantes e me pegavam fraco, sem defesa. Prostrado e febril, eu não tinha alternativa que não fosse curtir aquela saudade doída de um tempo feliz, que no momento parecia inatingível e irrecuperável.

 

O ano era 1972. Eu morava com minha mãe – a finada dona Olga – num apartamento quitinete à beira-mar, na Avenida Presidente Wilson, na praia do Gonzaga. Da minha janela, no décimo andar do Edifício Corveta, eu avistava a piscina da mansão dos Paiva, na esquina da rua Marcílio Dias. Nela brincavam o deputado Rubens Paiva e o filho Marcelo, adolescente como eu.

 

Fora de temporada, Santos era deliciosamente pacata, eu costumo dizer uma cidade do interior com praia.

 

Nos finais de tarde eu me sentava para ler nas cadeiras do Hotel Avenida Palace, de frente para o mar. Geralmente nessa época não havia hóspedes e eu podia ficar só. Eu e a brisa. 

Adolescente, com hábitos de velhinho aposentado, eu sempre fui meio esquisito.

(continua...)



Escrito por Laert Sarrumor às 16h41
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A saudade mata a gente (continuação)

Agora, devo estar novamente doente – não sei se do corpo ou do espírito, provavelmente de ambos – pois tenho lembrado muito desse tempo outra vez.

 

Eu estudava no Instituto de Educação Canadá, a melhor escola pública de Santos. Tinha um amigo, o Mané, que me visitava no apartamento, até o dia em que minha mãe invocou com ele e o expulsou. Era terrível a dona Olga!

 

A decoração do apê era toda em azul, obra da proprietária dona Manoela, mãe da lindíssima Manoelita, que me emprestava discos do Donovan e o compacto de Je t’aime moi non plus.

 

Na temporada, a cidade enchia de gente e a prefeitura armava um parque de diversões na areia da praia, em frente ao meu prédio.

 

A vista era um cenário de cinema. A roda gigante, as luzinhas do parque, o breu do mar ao fundo, às vezes cortado pela luz de alguma embarcação.

 

E as músicas que vinham do serviço de alto-falante do parque, repetidas à exaustão nos três meses da temporada.

 

Nos delírios de 74, eram essas músicas que mais me atormentavam a lembrança como sons confusos, insistentes, renitentes.

 

Hoje, graças ao santo You Tube, depois de muito procurar, consegui recuperar o som e a imagem de algumas, mesmo sem ter nenhuma informação sobre elas.

 

Convido vocês a virem comigo nessa emocionada e delirante viagem através do som que vem do mar.

 

The Walkers - There's no more corn on the Brazos   

Petter Skellern - You're a lady

 

 

Middle of the Road - Chirpy Chirpy Cheep Cheep

 



Escrito por Laert Sarrumor às 16h37
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Qual é a música?

funk.mp3

"tô nessa festa e no balanço do meu...(?)"

abraçsonoros

namaste



Escrito por Pituco às 00h53
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Heil, Grace!

 

Sexta passada, dia primeiro, o ator transformista Moisés Inácio – a Grace Black dos shows do Língua de Trapo – aportou em Sampa, onde deverá ficar pelo menos até o final de março.

 

No sábado assistimos juntos, no Espaço Parlapatões, à última apresentação do espetáculo Coisa Boa Pra Você, com o hilário Canal Três, grupo que Moisés fundou junto com Murilo Flores, a impagável Natasha Rasha.

 

Residindo há mais de ano na Alemanha, onde abafa fazendo shows de segunda a domingo num cabaré em Hamburgo, ele irá aproveitar bem sua breve estada por aqui: participará de temporadas com o Canal Três, a partir de 8 de fevereiro no Teatro Tim, em Campinas e a partir de 20 de fevereiro no Teatro Folha, em São Paulo.

 

Com o Língua infelizmente não há nada confirmado mas é claro que não deixaremos nossa queridinha ir embora sem pelo menos um show.

 

Enquanto isso, um aperitivo de Grace Black...

...e do Canal Três.



Escrito por Laert Sarrumor às 18h44
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Carnaval in bossa...

já publiquei esse áudio, aqui no BdL, tempos atrás.

mas,aproveitando o recesso momesco e a postagem abaixo, vale o repeteco! 

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"As curvas da estrada de Santos" (Roberto e Erasmo Carlos)

arranjo, voz e violão: Pituco

abraçosonoros

namaste



Escrito por Pituco às 05h38
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Convite à singeleza

Pra fugir do batcum do carnaval, uma canção singela: 

Fernanda Takai - Diz que fui por aí

Eu, que nunca fui lá muito fã do Pato Fu, ando apaixonado por essa gravação. Eu diria que é um dos melhores casos de releitura de uma música, desde a antológica recriação de Sampa, de Caetano Veloso, pelo Língua de Trapo, moléstia à parte.

Aliás, o cd Onde Brilham Os Olhos Seus todo está muito legal, e eu não consigo parar de ouvi-lo. De graça, na Rádio UOL, claro.

 

A idéia foi de Nelson Motta. Um disco solo de Fenanda Takai onde ela só cantasse músicas que foram sucesso na voz da diva Nara Leão, idolatrada por bossanoveiros, tropicalistas e que tais.

 

Como diz Pedro Alexandre Sanchez, “Fernanda fez algo parecido com que Nara sempre fez. Retrabalhou de modo autoral um repertório que tornou Nara Leão co-autora de tudo que decidiu cantar”.

 

Os arranjos e produção são do maridão John Ulhôa, também do Pato Fu, e trazem uma simplicidade que às vezes beira a ingenuidade da jovem guarda.

 

Vale lembrar que Nara, que era musa do pessoal da bossa nova e vivia entre a elite intelectual do país, teve a ousadia de gravar um disco só com músicas do Rei Roberto.

 

Dessas, Fernanda regravou Debaixo dos Caracóis dos Teus Cabelos.

 

Além de Diz Que Fui Por Aí, minhas preferidas são Luz Negra, Insensatez (que tem o auxílio luxuosíssimo das guitarras de Roberto Menescal), Trevo de Quatro Folhas e Descansa Coração.

 

Ouça aqui, na íntegra, o cd da discípula (clique em ouvir todas as músicas).

 

E já que é carnaval e tá sobrando tempo, não deixe de ouvir também um cd com sucessos da mestra.



Escrito por Laert Sarrumor às 18h44
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