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O Macaco Tá Certo

 

Sempre tive predileção especial por ditos espirituosos e frases bem construídas. Fui leitor voraz dos “picles” d’O Pasquim e, posteriormente, Editor de Abobrinhas do saudoso micro jornal O Matraca, bravo expoente da imprensa nanica.

 

Por isso, tive espasmos de prazer ao ler o título da coluna do José Simão na Folha da última sexta, 11/01.

 

Que achado!



Escrito por Laert Sarrumor às 15h26
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Falando nisso...

 

 

 

Algumas das “piores” Abobrinhas d’ O Matraca, de autoria deste Sarrumor...

 

Bailarina ganha pouco mas tem o fundo de garantia.

 

Motorista de ônibus é o verdadeiro dirigente das massas.

 

Hei de Vencer! – disse a promissória.

 

Motim é uma reação em cadeia.

 

Meio dia. Barriga no fogo, panela vazia.

 

Deputado confessa: - Honestamente, sou corrupto.

 

Terrorista é o Zé do Caixão!

 

Lutador de boxe: modelo perfeito de trabalhador braçal.

 

Há quem pense que autcrítica é uma crítica ao automóvel.

 

Ao soltar o preso, o torturador anuncia, vitorioso: “LIBERADO SEM CORTES”.

 

Segundo Fidel, uma ilha é um pedaço de terra cercado de tanques por todos os lados.

 

Nos redutos governamentais, nada se cria, nada se transforma, nada-se em dinheiro.


Escrito por Laert Sarrumor às 15h23
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Qui est la musique, maestro?

Samba Dorival.mp3

Samba Dorival (Kiko Continentino)

*gravação do álbum 'O pulo do gato'

pergunta-se:

1-quais são os instrumentos utilizados? quem são os músicos?

2-qual é o timbre do piano utilizado pelo Kiko?

participe e boa sorte.

abraçsonoros

namaste



Escrito por Pituco às 14h55
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Entrevista de Sábado

Atendendo a milhares de pedidos dos nossos leitores, neste sábado inicamos uma série de entrevistas com pessoas relevantes. Gente de todas as áreas da atividade humana que têm em comum o conteúdo espiiritual, a sabedoria, a sagese. Nosso primeiro entrevistado é o Dr. Jaquim do Prado, figura insigne que nos brinda com uma entrevista descontraída, realizada nos primeiros dias deste ano em sua chácara na aprazível Berbigão. Em meio ao barulho das máquinas cortando cana e a revoada dos pássaros, Dr. Jaquim abriu seu coração e contou sua história comovente. Temos certeza que nossos eleitores vão se deleitar assim nós. Foi uma lição de vida, inesquecível. Devido ao curto espaço deste blog, vamos publicar a entrevista em duas partes, e esperamos que todo mundo possa fruí-la e tirar grandes lições. Participaram da entrevista Dagomir Alvoso, Nenê Rachou e Lizoel Costa - que não soube perguntar por isso não estranhem a falta de perguntas dele na edição, ele nem se formou na Cásper.

PG – Quanto tempo o senhor está nisso aí?

JP – Desde 1952. Tinha um primo, Pereirinha, ele entrou em 48. Não, acho que o Pereirinha entrou em 49. É, finzinho de 48, começo de 49, por aí. Ele falava bem do lugar, aí fiquei curioso, mas não fui de cara não. Tava mais preocupado em namorar, né? Jovem não quer saber de nada, só namorar, tomar cervejinha. Cerveja eu dispensava, mas as namorada, vixi. Naquele tempo não tinha esse negocio de tóxico, isso era coisa de bandido mesmo. Se bem que a bandidagem naquela época era bem diferente de hoje em dia. Pra você ter uma idéia, tinha um cara que morava na minha rua, Camilão do Onça, diziam que ele era barra pesada, mas o sujeito não tinha onde caber de bom. No Natal, comprava presente pra molecada pobre, bem diferente desses bandidos que aparecem na televisão, metido com traficante. Aí o Pereirinha um dia disse que eles iam fazer um churrasco lá pra apresentar o lugar, tavam querendo mais gente participando, porque nessas coisas precisa de gente pra tocar, né? Eu fui, inda mais que o Pereirinha falou que não tinha que pagar nada, era tudo de graça, carne, farofa e chopp.

NR – Dr. Jaquim, é verdade que o senhor nunca colocou uma gota de álcool na boca?

JP – Verdade. Não tinha gosto pra isso não. O negocio é horrível, meio amargo, dá vontade de cuspir. Lá na minha cidade eles não falam cuspir, falam guspir. Engraçado, né? Tem umas palavras que eu nem sei direito qual é o certo. Guspir é uma confusão. Mas eu fui lá no churrasco e não cheguei perto do barril do chopp. Ficava ali rondando a churrasqueira pra pegar a carne quentinha. Era tudo do bom e do melhor, maminha, picanha, alcatra, lombo e costela. Não tinha esse negócio de frango, isso não era comum nessa época. Hoje em dia o povo convida você pra churrasco e só dão frango, não gosto de ir em festa assim. Quando eu vejo que só aparece frango, dou um jeito de me escafeder, pego meu chapéu e saio de fino. Se convida gente pra festa tem que tratar bem o convidado, não é mesmo? Mas lá era tudo carne de boi mesmo, e a farofa que a mulher do Mirto fazia era coisa de louco, bem temperada, sabe, com tudo o que o sujeito merece, bacon, torresminho, cebola e uma pimentinha dedo de moça pra deixar a coisa forte. Eu gosto de coisa forte. Por exemplo, vinagrete é uma coisa que eu gosto, moça. Não sou chegado em doce. Apesar da minha prima Dircinha, irmã do Pereirinha, ser doceira famosa, nunca botei um teco na boca, não sou chegado em açúcar. Mas vinagrete eu gosto, porque é ardido e a gente faz careta, mas depois que engole aquilo fica remexendo por dentro, esquenta o estômago. Não é estrombo, é estômago. Na minha cidade tem uns sujeitos que falam estrombo, dor no estrombo. Tem palavra que é fácil mas o povo complica de falar, não presta atenção, aprende errado e depois pra tirar o erro é pior que estrepe de bambu. Moça, se algum dia entrar um estrepe de bambu na mão você vai sentir o que é dor. Não é dor gostosa que nem vinagrete, é dor de atrapalhar o raciocínio.

DA – E desde o começo o senhor já se dedicou ou foi aos poucos?

JP – Foi aos poucos. Ah, foi. Tava te contando, né? Eu fui de curiosidade e por causa do churrasco, mas aí eu vi que os homens eram bom, não tinha nego metido a valentão, todo mundo no sossego, falando baixo, sem zombetear dos outros. Fui me orientando pelo Pereirinha, ele apresentava um e outro, eu, oi como vai tudo bem, e tal, e a gente vai pegando intimidade com a turma, aí chegou um dia que meu primo disse que ia ter uma reunião e não era todo mundo convidado não, mas eu fui convidado porque era primo dele e o Pereirinha já tava lá pra mais de quatro anos. Fui ressabiado, mas fui. Cheguei lá e vi que o pessoal era distinto e não tinha muita prosa fiada não, era uma reunião tratativa de como fazer um trabalho com começo meio e fim, dividido entre todo mundo, vi que o negócio era sério e me dispus a ajudar, porque quem tem muito precisa ajudar muito e quem tem nada precisa ajudar pra ter, pelo menos eu penso assim. E foi assim que foi meu início e já faz mais de 50 anos, não, faz 55, em março completo 56 anos lá dentro. O tempo passa e a gente nem vê.

(continua)





Escrito por Patérvio Gulabo às 00h33
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Deu no UOL

Japonês vira o 'Homem-Pão' em vernissage no Masp

Guca Domenico e Laert Sarrumor já se preparam para superar essa performance, com as fantasias de "Homem Bardana" e "Homem Boquinha" respectivamente!



Escrito por Lizoel às 13h08
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Habilidade

Laert Sarrumor não faria melhor!! Vejam aqui!

Escrito por Lizoel às 12h21
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Minha Opinião é Esta. Dê a sua...

Desde a emancipação política, em 1822, a Província do Grão-Pará, vivia um clima agitado. Isolada do resto do país, era a parte mais ligada a Portugal. Declarada a Independência, a Província só foi reconhecê-la em agosto de 1823. A adesão ao governo de D. Pedro I foi penosa e violentamente imposta. Administrada por Juntas governativas que se apoiavam nas Cortes de Lisboa, os habitantes da Província já estavam acostumados a ver todos os cargos públicos e recursos econômicos nas mãos dos portugueses.

A Independência não provocara mudanças na estrutura econômica nem modificara as péssimas condições em que vivia a maior parte da população da região, formada por índios destribalizados, chamados de tapuios, índios aldeados, negros forros e escravos e mestiços. Dispersos pelo interior e nos arredores de Belém, viviam marginalizados em condições miseráveis, amontoados em cabanas à beira dos rios e igarapés e nas inúmeras ilhas do estuário do rio Amazonas.


Escrito por Patérvio Gulabo às 15h19
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Qual é a música, maestro?

"I would not leave you

in time of troubles".

esse verso pertence a qual canção?

quem é ou são os autores?

quando e por quem foi gravada a primeira vez?

participe e boa sorte.

abraçsonoros

namaste



Escrito por Pituco às 14h48
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Já tô até vendo...

 

As meninas vão achar maravilhoso e tirar muitas fotos. Os marmanjos, pra manter a pose de inteligentes, vão tecer comentários ácidos e espirituosos. Tia Clara vai mandar todo mundo tomar na tarraqueta. Os mariquinhas covardes que usam pseudônimos, como os supostos Fafalo e Esmeraldo, vão dizer que foi mais uma reunião de tiozinhos e depois desmintir, dizendo que eles não são eles. Alguém vai filmar e colocar no You Tube.

 

O fato é que, em data e local somente divulgado para o seleto clube de editores e comentaristas deste blog e seus cupinchas, vai acontecer em breve mais um sarau pra comemorar os dois anos de BdL.

 

Os caras do Triunvirado pra Parede (Castelo, Guca e Sarrumor) estão dizendo que vão.

 

Quem viver lerá.


Escrito por A. Pest Theplague às 12h39
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Mara Tara?

 

Uma homenagem aos fãs da melhor personagem do Angeli, de SM e da Valentina, de Guido Crepax.

 

 

http://br.youtube.com/watch?v=Bk_DBZDkVlU&feature=related 

Suspeito – Música de Arrigo Barnabé

 



Escrito por A. Pest Theplague às 00h01
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Em entrevista à Revista Ceará Zé Dirceu denigre mulheres do governo petista

O ex-ministro Zé Dirceu não pára de criar desafetos. Depois de entrevista para a revista Piauí, onde afirmou que o presidente do senado é palhaço, os petistas gaúchos são mequetrefes escroques e o presidente da república não tem um dedo da mão, o homem que foi o pivô do mensalão afirmou que as mulheres do Palácio do Planalto não são chegadas, insinuando que elas usam o poder como afrodisíaco e não têm mais vontade de fazer emendas no orçamento dos maridos. Zé Dirceu afirmou com todos efes e erres que seu desafeto, a professora Heloisa Helena, é fanchona e ele só não teve nada com ela porque ela tá mais da Maria Bonita do que do Lampião.

LC – Zé, por que você ficou calado esse tempo todo e só resolveu falar agora?

ZD – Tá louco, Lizo? Tenho falado todo dia, desde que me cassaram! Como você acha que peço pra lavar minha roupa? Quando viajo, falo para a moça que quero um bilhete pra Nova York. Fora a minha mulher que se eu não pedir pra ela liberar uma emendazinha, meu PAC não acelera...

LC – Não, Zé. Você não entendeu direito.

ZD – Você é que não perguntou direito.

LC – Vai querer me dar aula de jornalismo?

ZD – Acho que você precisa aprender a fazer pergunta, coisa básica, né?

LC – Você tá insinuando que eu não sei perguntar?

ZD – Não tô insinuando. Tô afirmando!

LC – Fique sabendo que eu estudei na Cásper Libero com os professores mais capacitados de São Paulo.

ZD – Tá. E se formou quando?

LC – Não me formei, pô! Mas não muda de assunto! Vamos voltar a falar de política. Por que só agora você está acusando o PT gaúcho de comprar a sede do partido com dinheiro não declarado.

ZD – Só agora me perguntaram, por isso...

LC – É verdade que você disse que o presidente do senado é um banana?

ZD – Eu não ofenderia a fruta.

LC – E o Lula?

ZD – Que tem o Lula?

LC – Tá falando com ele?

ZD – Não.

LC – Vocês romperam?

ZD – Não estou falando com o Lula, estou falando com você. Ou você mudou de nome?

LC – Zé, eu estudei na Cásper Libero!

ZD – É de lá que você conhece o Castelo?

LC – É.

ZD – E o Guca?

LC – Também.

ZD – Caramba! Eu sou fã do Língua. Não vai me dizer que o Pituco e o Laert você também conhece da Cásper.

LC – Conheço.

ZD – Pô, Lizoel, você é um cara de sorte!

LC – Você acha?

ZD – Claro! Deixa te fazer outra pergunta...

LC (irritado) – Nada disso, Zé! Eu sou o repórter, você é o entrevistado.

ZD – Então pergunta alguma coisa que eu possa fuder alguém.

LC – Você comeu a Marta Suplicy?

ZD – Não posso responder essa pergunta.

LC – Você comeu a Dilma Roussef?

ZD – Não posso responder essa pergunta.

LC – E a Marina Silva?

ZD – Não posso responder essa pergunta.

LC – E a Heloisa Helena?

ZD – Bem que eu quis, mas ela é de outra tendência.

LC – Tá brincando... Valeu Zé! O pessoal do blog vai adorar essa entrevista.

ZD – Vê lá como você vai editar essa porra, heim! Nada de querer me ferrar...

LC – Fica tranquilo, Zé!





Escrito por Patérvio Gulabo às 21h50
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Nostálgico...

meu horizonte de desejos

está bem abaixo do equador.

e, que saudade da 'língua'

desse hemisfério!

namaste



Escrito por Pituco às 01h12
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Lizoel olha esse vídeo

 

parece contigo

 

hahahahaah

 

http://br.youtube.com/watch?v=DufynU7y4Wc&feature=related



Escrito por Laert Sarrumor às 17h28
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BDL informa:

 

Em virtude de estar gozando suas merecidas férias, nosso colaborador Guca Domenico estará ausente desse espaço durante o mês de janeiro. Na ocasião nosso bardo de plantão segue para a Disney para faturar alguns dólares como personagem daquele famoso parque de diversões. Como vocês podem ver na foto acima, tirada no ano passado, Domenico posa ao lado de um amiguinho americano. Com a chegada de Fevereiro e do Carnaval, Guca retornará ao nosso convívio, não sem antes se preparar para a festa momesca com sua fantasia de Silvana, a plantadora de Bardana!



Escrito por Lizoel às 18h44
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Pra começar bem o ano!

 

A mestra...

 

Nancy Sinatra - These Boots Are made For Walking

 

(Note como o visual de Nancy influenciou o das vocalistas das bandas B-52’s e Deee Lite)

 

Assista aqui

 

 

A discípula...

 

Jessica Simpson - These Boots Are Made For Walking  

 

Com direito a Willie Nelson e tudo (Mas quem tá ligando pra isso?...)

 

Assista aqui

 

 

E o remix da mestra...

 

(Irado!)

 

Assista aqui



Escrito por Laert Sarrumor às 14h08
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