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Bizarro! Grotesco! Estarrecedor!

 

Esse clip é uma relíquia!

 

Foi filmado em 1981, no "Sítio da Fatoca", em Ibiúna, durante a festinha de formatura da classe onde estudaram LAERT SARRUMOR, GUCA DOMENICO e PITUCO, no curso de jornalismo da Faculdade Cáper Líbero.

 

Logo no começo, há controvérsias sobre a identidade do porquinho na cerca. Uns afirmam que é o Pituco. Outros acham que é o Lizoel Costa, que aparece logo depois na piscina.

 

Notem a corridinha de gazela de Laert Sarrumor, trajando uma ridícula bermuda e os seus (na época) inseparáveis óculos escuros.

 

A beldade de biquini vermelho é a Betise, hoje casada com Patric Head, dono da equipe Williams de F-1, com quem mora num castelo de 40 quartos em Londres.

 

Como diz o José Roberto Milici, o dono do filme, "Recordar é Viver".

 

Ou morrer... de vergonha!

 

Assista aqui. 


Escrito por Laert Sarrumor às 16h18
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Bizarro! Grotesco! Estarrecedor! (2)

 

Essa foto também é uma relíquia!

 

É de 1977, período pré-linguístico, e mostra LAERT SARRUMOR, de barba, bigode e com seus indefectíveis óculos escuros, junto com os companheiros do grupo "BoureeBach" (ex-Boca do Céu): Wilton Rentero, Fran, Osvaldo e Luiz Domingues (o Tigueis), que depois foi baixista do Língua de Trapo, das bandas Chave do Sol, Patrulha do Espaço e atualmente está na banda "Pedra".

 

It's Only Rock'n Roll, But I Like It.


Escrito por Laert Sarrumor às 16h16
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Eduardo e Mônica hoje

Quem um dia irá dizer que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer
Que não existe razão?

Eduardo abriu os olhos, mas não quis se levantar
Ficou deitado e viu que horas eram
Enquanto Mônica olhava o botox
Noutro canto do aposento
Como eles disseram…

Eduardo e Mônica um dia se enjoaram sem querer
E conversaram muito mesmo pra tentar se convencer
Foi o amigo advogado do Eduardo que disse:
- Tem um artigo legal e a gente pode lançar mão
Coisa estranha, que lei mais esquisita
- Se não for legal, só assino com birita
O amigo então riu e quis saber um pouco mais
Sobre o divórcio que tentava efetivar
E o Eduardo, meio tonto, só pensava em sair fora
- dá essa porra, vamo homologar!

Eduardo e Mônica foram parar no Fórum
Na frente do juiz, decidiram se largar
O Eduardo sugeriu uma pensão
Mas a Mônica ouviu e começou a gargalhar
Se encontraram então no parque da cidade
A Mônica de moto e o Eduardo num carrão
O Eduardo achou estranho e melhor não comentar
Mas a patroa tinha um berro na mão

Eduardo e Mônica eram nada parecidos
Ela era de Leão e ele tinha trinta e seis
Ela com consultório próprio e falando alemão
E ele ainda sem saber falar inglês
Ela gostava do Leminski e os cambaus
De Van Gogh e dos Strokes
Chico César e Sinhô
E o Eduardo gostava de puteiro
Do Bahamas, Love Story e até Café Photo

Ela fazia análise transacional
Também pilates e musculação
E o Eduardo ainda estava
No esquema "trabalho, boteco, casa e o futebolzão"

Por isso, com tudo diferente,
Veio mesmo, de repente,
Uma vontade de morrer
Os dois mal se viam todo o dia
E o perrengue crescia
Era difícil crer

Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia
Teatro e artesanato depois de se amarrar
A Mônica explicou pro Eduardo
Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar
Ele aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer
E decidiu trabalhar
E ela se formou no mesmo mês
Em que ele passou no vestibular
E os dois comemoraram juntos
E também brigaram juntos, muitas vezes depois
E hoje o povo diz que ele corneia ela e vice-versa
Lá isso é vida a dois?

Reformaram uma casa uns dois anos atrás
Mais ou menos quando os gêmeos piraram
Detonaram grana e quebraram legal
Com uma barra dessas nunca contaram

Eduardo e Mônica mudaram de Brasília
Rolou desquite forte tá fazendo um tempão
De novo nas férias não vão viajar
Porque o filhinho do Eduardo
Virou crente, meu irmão

E quem um dia irá dizer que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer
Que não existe razão?



Escrito por C. Castelo às 21h02
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Ontem no Parlapatões

O lado ruim de não ser mais um integrante, mas um bissexto colaborador do Língua de Trapo, é não poder mais amiúde estar naquela clima camarim/camaradagem que (re)vivi nessa sexta, 7. O lado bom é poder assistir (e participar ao mesmo tempo) como se fosse um espectador comum. E o que o Carlos Castelo, público genérico, viu ontem foi uma grande evolução dramático-musical do LT. Show impecável, novas músicas com cara de clássicos e a participação absurdamente bem-vinda da Ivete (que, penso, está à altura do nosso querido Moisés). "Metaleiros" ficou estalando de nova em sua interpretação. Fiquei imensamente feliz também em poder introduzir (epa!) meu novo parceiro, o Luís Couto, nesse universo. Pra manter a minha fama de recluso já aviso que quem me viu ontem cantando, agora só me verá em 2008. Mas prometo que, dessa vez, será com um novo trabalho em conjunto com o Luís. (Ah, e depois do nosso futuro show, espero não precisar sair à francesa como ontem. Mil perdões! Mas isso se o trem pra Jacanã sair depois das 11 horas, que fique bem claro). 



Escrito por C. Castelo às 22h23
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Raridade Rara!

Ver o Carlos Melo (Castelo) num palco é uma daquelas oportunidades mais raras do que show do João Gilberto ou entrevista com o Dalton Trevisan, o Vampiro de Curitiba!

Pois está prometida para hoje, no show do Língua no Espaço Parlapatões, uma canja do nosso emérito editor, cantando a "Balada do Caos Aéreo" (relembre aqui), acompanhado por seu parceiro nessa música, Luís Couto.

Imperdível!

Língua de trapo

Show "Allegro Ma Non Trappo"

De 23 de novembro a 14 de dezembro

Sextas, 21h00

Espaço Parlapatões

Praça Franklin Roosevelt, 158 - Centro

 


Escrito por Laert Sarrumor às 12h53
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Qual é a música, maestro? estágio avançado

e segue a valsa...

estamos por aí.mp3

pergunta-se:

nome da canção? nome do autor? ano em que foi gravada e em qual álbum?

e, em qual música o Língua de Trapo faz uma menção a uma outra canção desse mesmo autor?

participe e boa sorte.

abraçsonoros

namaste



Escrito por Pituco às 16h00
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Bope. Ata da festa de fim de ano.

No dia 23 dezembro de 2006, teve lugar na Sede campestre do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) uma confraternização entre soldados e oficiais pelo encerramento de mais um período de 12 meses de ocorrências contra o crime no Rio de Janeiro.

Às cinco e quinze da manhã da referida data, o cabo Honorindo leu a ordem do dia. De forma resumida, o texto relatava que a festa estava oficialmente cancelada. E que, até segunda ordem de autoridade superior, estava todo o Batalhão obrigado a ali ficar em estado de “alerta vermelho”, pois a qualquer instante um de nossos comandantes passaria as instruções de uma nova incursão por alguma favela, boca-de-fumo ou equivalente.

Enquanto o documento não chegava, deveria-se aproveitar a decoração natalina da Sede e ir treinando tiro-ao-alvo e exercícios táticos de ataque-surpresa ao inimigo.

Sob a responsabilidade do tenente Duque, o Destacamento seguiu fielmente as determinações.

Metade fez fogo nos bonecos do terreiro do sítio até que nenhuma rena ou duende fosse mais do que um ínfimo e desprezível pedaço de papelão carbonizado.

A outra parte do Batalhão se dividiu em dois.

Um peru vivo foi algemado, amordaçado e colocado pelo tenente Duque num ponto desconhecido de todos.

Cada equipe tinha quinze minutos para localizar, desalgemar e retirar a mordaça do animal. Em seguida, deveria dar um jeito de arrancar da ave a informação de onde o capitão escondera o cabrito da ceia.

Quem conseguisse atingir o objetivo poderia comer peru e cabrito à moda do Bope: crus.

A Equipe “Saddam Hussein” venceu. Depois de ficar com a cabeça enfiada num saco plástico por cinco minutos, o peru abriu o bico. Além de apontar com a asa trêmula o local do esconderijo do cabrito (na sala de armas escondido embaixo de um lança-granadas), ainda dedurou um pato, um porco e um chester que iriam fazer parte das iguarias do jantar de Natal.

No momento em que todos eram degolados e colocados na salmoura, chegaram às mãos do sargento Cintra as ordens para a operação mencionada.

Doze homens experientes deveriam descer até o bairro da Tijuca, numa área fronteiriça à Favela da Rocinha e “desestabilizar” todos os papais-Noel da região. O Comando recebera a informação de que meliantes estavam repassando drogas vestidos de Bom Velhinho.

Tudo foi seguido à risca. Disfarçados de garis da Comlurb, os homens do BOPE surpreenderam a gangue rapidamente numa ação batizada, à maneira da Polícia Federal, de “Operação Ho Ho Ho”.

No final do dia, 38 papais-Noel, 17 Reis Magos, quatro camelos e um São José Carpinteiro foram direto de seus “presépios” para o IML.

Segundo o Comando Maior da Polícia Militar, nunca na história policial do Rio foram tirados de circulação tantas figuras bíblicas como naquela data. Até um Herodes foi levado à carceragem da PM com ferimentos leves de escopeta na região do abdômen.

Em 24 de dezembro, o Batalhão voltou a se reunir na Sede campestre.

Meia-noite, o capitão Martins esparramou toda a ceia no chão e fez os recrutas lamberem com a língua enquanto pagavam 100 flexões de braço.

Nada fora da rotina do Batalhão.

Caveirão! Hurra!!







Escrito por C. Castelo às 19h37
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E la nave vá...



Escrito por Lizoel às 23h08
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