BLOG DO LÍNGUA
 
 
Página Inicial
Apresentação
Discografia
Trajetória
Disk-Língua
Família Trapo
Vídeos
Rádio Matraca
Agenda
Cont(r)atos
Cadastro


Blog
Fotoblog

Busca no Blog
 

Indique este blog
Dê uma nota

Links
Língua de Trapo
Fotoblog do Língua
Castelorama
Privadas do Mundo
Mini Blog do Big Mug
Nunca se Sábado
Rádio Matraca
Dadá Coelho
Blog do Pituco
Música & Letras
Blog genérico
Miss Grace Black
Blog do Castilho
Folha de Cima
Guca
Peças Raras
Stockadas
Cifras de músicas do Língua de Trapo
Língua de Trapo no Palco MP3
Radioriatoa - pituco
PENSAMENTOS DIVERGENTES - Ruy Fernando Barboza
A Hora do CLICK
Ana de Amsterdam

Arquivos
16/07/2011 a 31/07/2011
01/05/2011 a 15/05/2011
01/03/2011 a 15/03/2011
01/02/2011 a 15/02/2011
16/01/2011 a 31/01/2011
16/12/2010 a 31/12/2010
01/12/2010 a 15/12/2010
16/11/2010 a 30/11/2010
01/11/2010 a 15/11/2010
16/10/2010 a 31/10/2010
01/10/2010 a 15/10/2010
16/09/2010 a 30/09/2010
01/09/2010 a 15/09/2010
16/08/2010 a 31/08/2010
01/08/2010 a 15/08/2010
16/07/2010 a 31/07/2010
16/06/2010 a 30/06/2010
01/06/2010 a 15/06/2010
16/05/2010 a 31/05/2010
01/05/2010 a 15/05/2010
16/04/2010 a 30/04/2010
01/04/2010 a 15/04/2010
16/03/2010 a 31/03/2010
01/03/2010 a 15/03/2010
16/02/2010 a 28/02/2010
01/02/2010 a 15/02/2010
16/01/2010 a 31/01/2010
01/01/2010 a 15/01/2010
16/12/2009 a 31/12/2009
01/12/2009 a 15/12/2009
16/11/2009 a 30/11/2009
01/11/2009 a 15/11/2009
16/10/2009 a 31/10/2009
01/10/2009 a 15/10/2009
16/09/2009 a 30/09/2009
01/09/2009 a 15/09/2009
16/08/2009 a 31/08/2009
01/08/2009 a 15/08/2009
16/07/2009 a 31/07/2009
01/07/2009 a 15/07/2009
16/06/2009 a 30/06/2009
01/06/2009 a 15/06/2009
16/05/2009 a 31/05/2009
01/05/2009 a 15/05/2009
16/04/2009 a 30/04/2009
01/04/2009 a 15/04/2009
16/03/2009 a 31/03/2009
01/03/2009 a 15/03/2009
16/02/2009 a 28/02/2009
01/02/2009 a 15/02/2009
16/01/2009 a 31/01/2009
01/01/2009 a 15/01/2009
16/12/2008 a 31/12/2008
01/12/2008 a 15/12/2008
16/11/2008 a 30/11/2008
01/11/2008 a 15/11/2008
16/10/2008 a 31/10/2008
01/10/2008 a 15/10/2008
16/09/2008 a 30/09/2008
01/09/2008 a 15/09/2008
16/08/2008 a 31/08/2008
01/08/2008 a 15/08/2008
16/07/2008 a 31/07/2008
01/07/2008 a 15/07/2008
16/06/2008 a 30/06/2008
01/06/2008 a 15/06/2008
16/05/2008 a 31/05/2008
01/05/2008 a 15/05/2008
16/04/2008 a 30/04/2008
01/04/2008 a 15/04/2008
16/03/2008 a 31/03/2008
01/03/2008 a 15/03/2008
16/02/2008 a 29/02/2008
01/02/2008 a 15/02/2008
16/01/2008 a 31/01/2008
01/01/2008 a 15/01/2008
16/12/2007 a 31/12/2007
01/12/2007 a 15/12/2007
16/11/2007 a 30/11/2007
01/11/2007 a 15/11/2007
16/10/2007 a 31/10/2007
01/10/2007 a 15/10/2007
16/09/2007 a 30/09/2007
01/09/2007 a 15/09/2007
16/08/2007 a 31/08/2007
01/08/2007 a 15/08/2007
16/07/2007 a 31/07/2007
01/07/2007 a 15/07/2007
16/06/2007 a 30/06/2007
01/06/2007 a 15/06/2007
16/05/2007 a 31/05/2007
01/05/2007 a 15/05/2007
16/04/2007 a 30/04/2007
01/04/2007 a 15/04/2007
16/03/2007 a 31/03/2007
01/03/2007 a 15/03/2007
16/02/2007 a 28/02/2007
01/02/2007 a 15/02/2007
16/01/2007 a 31/01/2007
01/01/2007 a 15/01/2007
16/12/2006 a 31/12/2006
01/12/2006 a 15/12/2006
16/11/2006 a 30/11/2006
01/11/2006 a 15/11/2006
16/10/2006 a 31/10/2006
01/10/2006 a 15/10/2006
16/09/2006 a 30/09/2006
01/09/2006 a 15/09/2006
16/08/2006 a 31/08/2006
01/08/2006 a 15/08/2006
16/07/2006 a 31/07/2006
01/07/2006 a 15/07/2006
16/06/2006 a 30/06/2006
01/06/2006 a 15/06/2006
16/05/2006 a 31/05/2006
01/05/2006 a 15/05/2006
16/04/2006 a 30/04/2006
01/04/2006 a 15/04/2006
16/03/2006 a 31/03/2006
01/03/2006 a 15/03/2006
16/02/2006 a 28/02/2006
01/02/2006 a 15/02/2006
16/01/2006 a 31/01/2006


XML/RSS Feed
O que é isto?

leia este blog
no seu celular




UOL Blog





layout do blog
produzido por REC
 

Merecidas férias

 

Laert Sarrumor já prepara seu bólido para merecidas férias com a família no litoral após o dia 14 de dezembro, quando encerra temporada do Língua de Trapo no espaço dos Parlapatões. Na foto, o vocalista da velha banda, testa as últimas revisões em sua fantástica máquina.



Escrito por Lizoel às 09h48
[] [envie esta mensagem
]



Já pra Cadeira Jô

Não estou querendo jogar lenha na fogueira, mas Jô Soares está enrascado.
Deu pra sentir o poder deste blog.
Depois que publicamos nosso post, o assunto repercutiu.
Vamos à nota preta da embaixada da galinha da Angola. Com a palavra, o redator:

"Com a manifesta conivência do entrevistador, aparentemente apostado em estimular índices de audiência, recorrendo ao primarismo do culto ao bizarro, o entrevistado deturpou e manipulou tradições culturais e costumes locais, dando-lhes colorido anormal", publicou o informe.

"Mais uma vez, o apelo ao exotismo, real ou imaginário, foi usado como meio de marketing, para vender jornais, programas de rádio ou de televisão".

Tá certo que não é fácil entender o que os caras quiseram dizer, afinal é um português angolano e não brasileiro. Nossa secretária bilinguadetrapo, Srta. Rosana Fields fez a gentileza de traduzir para os leitores prejudicados intelectualmente. Onde se lia lesse:

"Esse gordo folgado pra caralho deu uma de migué e deixou o entrevistado falar merda e acrescentou as suas porque o programa tá com uma audiência de merda, por isso fica levando mané, traveco, biscate e político pra ver se a porra da audiência sobe. O gordo quis dizer que a gente é um bando de gente idiota que se apega a tradições sem sentido.
Mais uma vez, esses filhos da puta da mídia em geral - rádio, tv, jornais, bilhetinhos e os cornos do BdL - sem ter o que falar pra encher linguiça pegam coisa fora do contexto e colocam o contexto fora do texto pra ver se o escândalo ajuda em alguma coisa. Ó pá!"

De nossa parte, ofendidos que fomos, não nos curvaremos e manteremos a liberdade ainda que tardia de imprensa neste espaço, reiterando aos nossos leitores que somos amplamente a favor da campanha que toma conta do Brasil: cadeira elétrica para Jô Soares!




Escrito por Patérvio Gulabo às 10h45
[] [envie esta mensagem
]



Denúncia Anódina

Segundo fontes luminosas que não têm a menor credibilidade mas é o que temos para o momento, o Ministério Público estuda possibilidade de processar o apresentador guloso Jô Soares por manifestações preconceituosas em seu dele programa. Diz a mesma faladeira cascata que o gordo teria supostamente dito que pode ser que talvez, enfim, sei lá - afinal eles ainda estão analisando a fita - que durante entrevista em que o apresentador deveria deixar o entrevistado falar, mas por não praticar essa máxima básica do bom jornalismo, o obeso falou mais do que a boca, exalando preconceitos acerca das partes pudendas da espécie feminina.
O assunto era o penteado dos cabelos das mulheres africanas e descambou para seus delas grelos - que alguma tradição idiota manda podar, não sei se para melhor poder ou para evitar que elas gozem na cara dos homens.
Supostamente, Jô fez uma piada politicamente incorreta nesse mundo hipócrita ex-croto dos politicamente corretos atual-crotos. Daí, estão querendo tirar o couro do gordo - no que fazem muito bem e têm meu apoio.
O que não dá pra entender, e eu suplico que o e-leitor não tente me explicar, é porque se supõe que na África só tem mulher negra. Isso não é preconceito contras as branquelas? Se o balofo brinca com o grelo da mulher africana, não quer dizer que só diz respeito (e desrespeito) às negras.
Ontem, li uma notícia que me chamou a atenção: existe um cirurgião plástico que há mais de 25 anos faz plástica em grandes lábios, pequenos lábios, enxerto, lipo e correção de supostos defeitos vaginais. Tá certo que isto é uma depravação porque eu nunca vi uma buceta que não fosse perfeita por natureza. Acontece que as mulheres gostam de demonstrar sua inveja e se comparam com as outras. Tipo, a buceta da Flávia Alessandra é mais bonita que a minha. Grande bobagem. Mais vale uma buceta na mão do que uma pica voando.
Eu, por exemplo, não tenho problema algum com meu pinto e não invejo o pinto de ninguém, nem do Bredipiti nem do Janequini. Mesmo porque o meu pinto é lindo! Eles é que ficariam com inveja - se por uma insanidade qualquer eu mostrasse a benga pros dois. A Angelinajoli que conte, oras! Maríliagrabriela que dê com a língua nos dentes, pois!
E se o Ministério Público quiser me processar por conta desse post, já vou logo avisando ao promotor: vire-se para a parede.


Escrito por Patérvio Gulabo às 11h44
[] [envie esta mensagem
]



Contos Unicamp

No leque de atividades culturais realizadas durante o ano de seu quadragésimo aniversário (2006), a UNICAMP quis marcar a data com um evento literário que contemplasse escritores de língua portuguesa do Brasil e de toda a comunidade lusófona. Assim nasceu o Concurso de Contos UNICAMP, do qual participaram 670 autores de diferentes países. Destes, o júri escolheu 38 contos, que, reunidos neste livro, chegam agora às mãos do leitor.
Um deles se chama "O Concurso" e foi escrito por um dos bedelianos aqui. No caso, a minha pessoa.
Prestigiem descolando o seu no site da editora (www.editora.unicamp.br). Depois a gente marca uma roda de samba e eu prometo autografar um por um.



Escrito por C. Castelo às 20h31
[] [envie esta mensagem
]



Conexão Achocolatado

Os dez anos de experiência no Batalhão Especial Anti-Drogas me ajudaram a identificar e interceptar qualquer movimento, por mais imperceptível que fosse, no mercado de entorpecentes.

Naquela tarde modorrenta, por exemplo, logo notei algo fora dos padrões.

Estávamos na Pavuna fazendo uma ronda de rotina no Tático Móvel 167-B.

Depos de estacionarmos na entrada principal da favela do Trubufu, em menos de meia hora, notei mais de dez pessoas passarem em frente à nossa viatura: todas tomavam Toddynho.

Comentei o fato com meu colega de armas, o tenente Casanova. Mas ele cochilava pesadamente no camburão e nem sequer me deu ouvidos.

Foi então que resolvi investigar por conta própria.

Sai à pé pela calçada e, ao ver o primeiro mané chupando o canudinho de um achocolatado, puxei-o pelo colarinho para o interior de uma viela na boca-de-porco.

Depois de enfiar um saco plástico em sua cara, mandei ele dar o serviço se não quisesse virar apresuntado.

Antes de ficar completamente roxo, assumiu que consumia toddynho desde criança. E em larga escala.

Isso comprovava meu temor. O tráfico de toddynho estava disseminado pelo Rio de Janeiro. Se bobeasse, Baixada, Niterói, os Lagos e a Serra também estavam tomados.

- Comecei mandando um gole numa festa de aniversário lá em Cordovil. Gostei do lance, te deixa na boa, sussa. Antes de ir pro colégio, dava umas goladas na parada. Aí sem perceber, fui me viciando no doce. Agora se acordar e não beber uma caixinha do barato fico injuriado… – explicou o miserável dependente.

Encaixei-lhe uma tapona na mandíbula.

Dei-lhe uma outra mãozada, desta vez bem no meio dos cornos. Ele despencou. Agora eu só necessitava saber quem estava por trás da nova forma de ilícito. Com um chute nas costelas rapidamente acordei o desacordado.

- É o Padreco! – urrou o mané, antes que eu encostasse o cano de minha Magnum em seu naso.

Eu manjava daquelas bocadas como ninguém. Mas Padreco era um nome novo até para um policial experimentado como eu. E tudo parecia dizer que, antes de entrar em seu rastro, era preciso conhecer bem os seus sórdidos métodos.

Sacudi o viciado e ele continuou dando com a língua nos dentes, apesar de já estar sem os dentes.

- Padreco oferece os toddynhos free pra molecada…

- Filho da puta!

- …e ele agora tem uma rede distribuindo o lance numa pá de favelas aí, mermão.

Eu sabia que a combinação de cacau, açúcar e maltodextrina seria explosiva. Por isso, era preciso agir. E rápido.

Mesmo ferradaço, o puto ainda me soltou uma dica de ouro antes de desmaiar de vez, com a cara enfiada numa boca-de-lobo.

- Arrelia. Estação Flamengo. 13 horas.

Parei em casa, troquei a farda pela roupa civil e peguei um táxi. Ainda era cedo e, com um pouco de sorte, poderia tentar compreender melhor aquele complicado xadrez.

No caminho fui me perguntando o que poderiam significar aquelas palavras cifradas: Estação Flamengo era o metrô, Arrelia era um palhaço, mas 13 horas…

Pontualmente à uma da tarde, vi um palhaço zanzando pelo saguão do metrô com uma maleta vermelha na mão. Fiz uma rápida associação de idéias: Arrelia-Estação Flamengo-13 horas…

Eu estava no metrô, eram 13 horas…bingo!

- Qual é o nome do palhaço? – perguntei, sorrindo.

Ele apertou um anel falso e um jato de água espirrou em minhas ventas.

- Arrelia! – respondeu com os dentes arreganhados.

Parti pra cima. Arrelia ainda tentou se esgueirar, mas coloquei meus pés sobre sua lapela gigante, esgoelando-o.

Mães gritavam, crianças me socavam com seus punhozinhos, mas era preciso livrar a sociedade dos mais nefastos vícios.

Quando a PM chegou me identifiquei.

Fomos direto para uma sala privada na delegacia do bairro. Literalmente privada.

Ministramos 200 ml de Agarol ao desgraçado. Em cinco minutos, Arrelia destrancou tudo. Inclusive a maleta vermelha com as embalagens de Muky chocolate.

O problema é que a técnica dos meus colegas era light perto da minha. Em outras palavras, o delegado era por demais “científico”.

Levantou os dados do artista circense usando a internet. E no CPF do cara não aparecia nenhuma objeção, só “nada consta”.

Ele tinha o nome sujo apenas no SPC por ter dado o cano na compra de um paletó roxo de musselina e numa bota tamanho 58, bico largo, em 2003.

Depois do fichamento, o delegado fez a maior cagada do dia: liberou Arrelia.

Para ele, não configurava ilegalidade nenhuma, muito menos tráfico de drogas, a posse de toddynhos.

Mal sabia ele o que havia por trás daquilo.

Mas Arrelia não contava com o meu traquejo. Quando o maldito virou a esquina na direção do Aterro do Flamengo, peguei-o de jeito. numa bela e bem aplicada gravata.

- Escuta aqui seu Bozo falsificado, o delega não sabe que achocolatado virou droga rentável no morro. Mas eu sei…

- Humpfacfbuc… humpfacfbuc…- ele asfixiava.

- …e se você não me bater onde está o grosso do carregamento, faço você passar de Arrelia a Torresmo agorinha, seu Clóvis Bornay do Cirque du Soleil!

Apesar de um desavisado ter passado no Aterro, filmado com o celular a surra no palhaço e a colocado no Youtube (167 mil page-views e convite para uma participação da dupla no “Zorra Total”), sai de lá com uma confissão.

- Eu ia encontrar o Padreco, no morro da Cabrita, pra ajudar na distribuição dos toddynhos… – sussurrou ele, assim que a ambulância estacionou no meio-fio.

Os pontos entre o viciado e o “vapor” estavam finalmente ligados. Liguei do meu Nextel para o Destacamento.

Tinha chegado o momento de levar Padreco para conhecer o inferno.

Subimos o Morro da Cabrita ainda no finalzinho da tarde. Era verão e o sol ficava de sentinela até bem depois das sete da noite.

Uma parte dos homens foi lá pra cima disfarçada, tentando sacar quem era o traficante e onde ele estava postado.

Ao levantarem qualquer dado, me mandariam uma mensagem no rádio. Só então a tropa galgaria em grande estilo.

Ali pelas 18h15, o sargento Ananias me bateu lá de cima:

- Padreco interceptado. Esconderijo manjado: igrejinha do largo do Morro.

Pedi mais detalhes para organizar o ataque.

- Molecada recebendo os Muky na cara dura. É chegar e encanar todo mundo, na moral.

Era o momento certo de subir com os camburões. Fomos em seis viaturas, apavorando quem aparecesse na frente.

Ao chegar no larguinho, vi um sujeito distribuindo bananas e toddynhos para uma fila de garotos pobres e mulambentos.

Ao fundo, ao lado da fachada da paróquia, havia uma placa onde lia-se: “Pastoral do Menor”.

Entendi, no ato, que os toddynhos não eram droga nenhuma. Mas um projeto social da Igreja.

Liguei ao superior para saber qual o procedimento-padrão a ser adotado.

- Já deu o maior sururu essa porra dessa história de toddynho. Se bobear, jornalista pega isso e ferra a Corporação. Se o Padreco não é trafica, é comuna. Metralha do mesmo jeito – sentenciou o chefe.

Socamos a bota.

Mais tarde saiu no Jornal Nacional que um padre escondia farinha dentro de embalagem de Toddynho. E que distribuía o bagulho pras crianças do Morro com a ajuda de um palhaço.

Na frente da “mercadoria”, orgulhosamente o escudo do nosso Departamento.

Daqui para frente, vão ter que caprichar na continência e me chamar de Capitão.


Escrito por C. Castelo às 18h00
[] [envie esta mensagem
]



É HOJE!

 



Escrito por Laert Sarrumor às 12h14
[] [envie esta mensagem
]



Dia do músico...

"A MÚSICA AO VIVO É A VIDA DO MÚSICO"

(Aquilino de Freitas)

namaste



Escrito por Pituco às 13h42
[] [envie esta mensagem
]



Qual é a música, maestro? 3º estágio

pergunta-se:

título da canção? autor(es)?

quando e em que álbum foi gravada por João Gilberto?

qual é a tonalidade gravada aqui e em que tom o JG canta?

só tinha.mp3

participe e boa sorte.

abraçsonoros

namaste



Escrito por Pituco às 01h09
[] [envie esta mensagem
]



[ Ver arquivos anteriores ]