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Balada do Caos Aéreo - versão Meio Norte



Escrito por C. Castelo às 10h42
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Inventário de Vida

 

                                                                                                             

Como será a morte? Uma obsessiva porta fechada.  As vozes caladas em torno de nós, choros, as pausas alongadas em silêncios de uma angústia nova, essa talvez seja a morte. A descontinuidade do tempo interrompido dentro de uma casa onde você não mora mais,

 Esvaem-se agora em surdina muda, histórias que lembram o homem obstinado que você foi. Louco, herói, covarde, amante, infeliz... Qualquer forma de entender sua vida já não vale nada. Como compreender a nossa morte? Talvez seja nossa alma por entre as brumas do tempo, numa imensa solidão e o verde prazer das tuas mais urgentes utopias sufocadas num fundo sem ar, sem nada... 

Será que em nossa morte, a vida nos passará com os momentos mais bonitos que tivemos ao lado dela? O florescer de nossa vida, amores, sonhos...    Se esta vida tão clara e simples fosse como a imagem fixada desse instante nenhum mal me faria esta chuva precoce que se chama morte, da qual o medo nos consome na rota dos dias de nossa vida.

Eis a razão de nossa existência, onde a morte é uma incômoda parceira a nos lembrar do nada eterno. Enquanto vivo, vivo porque sonho sem sono, porque vôo sem asas, porque vivo sem vida, mas minha morte é uma distância e arremedo dos meus medos. Eis nós aqui de novo, existindo na passividade como os espelhos, no tear da nossa existência, costurando importâncias, construindo nosso amanhecer, e a nossa perseverança como erva daninha que lentamente desponta na pedra nua de nossos dias.

Como será a morte?  A minha morte?  Apagam-se luzes, à distância dos vultos amigos que vão se esvaindo dos meus olhos. Mas a morte é solitária. Talvez, o não querer ver e nem sentir a dor que me amargura, nem verter as lágrimas de um pranto inútil. É a morte... O ancestral sonho humano sitiado entre sete palmos, um adeus de quem não escolheu partir, e nesse vazio, breve, oportuno de um subversivo tempo, chega ao fim as histórias dos homens desesperados. Apenas adeus.

 



Escrito por Lizoel às 20h38
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Não é o Castelo,

mas também canta muito bem...

Ligia.mp3

compartilhando essa madrugada samba-canção!

namaste



Escrito por Pituco às 13h53
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Obssessão de um bardo interiorano

 

A fixação de nosso bardo Guca Domenico em relação ao ato de dar o cu virado pra parede, parece que vem da adolescência. Em uma foto garimpada na secretaria da Escola de Balé de Rio Pardo, Guca, aos 14 anos, estruturado fisicamente à custa de muita bardana, pratica uma variação de sua posição preferida, como vocês podem ver na foto. Na época, para o nosso bardo, o céu era o limite. Coisas da imaginação de um adolescente "em fase de descobertas"...



Escrito por Lizoel às 08h25
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Migalhas da tolerância...a gota d'água

O mundo conspira contra minha tolerância.

Há pouco mais de uma semana, voltando do trabalho, sou detido quase na porta de casa, pelo vizinho da cadeira de rodas.

Um senhor sexagenário, que vive da pensão do estado, desde que se acidentou, há anos, em seu trabalho.

Junto com ele, moram sua irmã viúva e três filhos solteirões.

Como já havia acontecido, anteriormente, imaginei que fosse pra ajudá-lo com as pranchas de madeira, já que há pequenos degraus,que ele precisa transpor pra conseguir entrar em sua casa...tanto tempo morando nesse mesmo lugar, ainda não providenciou o nivelamento da entrada?....parafraseando o Azeitona..."portugal é aqui"!

Mas, espantosamente, não era esse o motivo.E, como quase nunca procuro intimidade com os moradores circunscreventes, achei estranho seu comportamento.

De qualquer maneira, parei pra atendê-lo.

O vizinho, num tom grosseiro, exigiu que eu não colocasse mais sobras de pão para os passarinhos, como venho fazendo em algumas manhãs.

Fiquei ali, estancado e perplexo, diante do queixo desse mesmo vizinho, que, há anos, da janela de seu quarto, atirava também muitas migalhas aos tico-ticos e pombos da redondeza.

A princípio, aventei até ser uma brincadeira em que se evitasse a competição.Ou seja, uma raçaõ equitativa distribuída tanto de cá quanto de lá.

Nada disso.

Com a mangueira em punho, o vizinho esguichava a ração que eu havia depositado aquela manhã.

Ocorre, que além das migalhas, havia uma infinidade de tranqueiras e lixo acumulados ao longo desses anos todos,em frente à sua casa.Restos de papéis, vasos, folhas secas, garrafas de plásticos e tocos de cigarro, que nunca foram retirados por eles.

Por aqui, dificilmente, temos zeladoria para esses serviços de manutenção.Então, cada um cuida de sua área.

Num acesso de tubas, trompas e trombones esbravejei em todos os idiomas possíveis pra exprimir minha indignação com aquela exigência improcedente, ordenando que, daquele dia em diante, o trecho da rua, que pertence a eles, permaneça sempre limpa.

Caso contrário, quando eu fizer a faxina no meu lado, se houver lixo do lado dele, vai tudo pra dentro da casa dele, também.

Quando minha voz já se alterava do João Gilberto pra Leandro e Leonardo, desobedecendo qualquer limite dos decibéis, um dos sobrinhos, que vive pigarreando, saiu pra ousar co-adjuvar em meu talk-show .

De pronto, pediu pra que nos acalmássemos, procurando explicações.Sem pestanejar, joguei uma vassoura em sua mão e a pá de lixo na outra, exigindo pra que ele se afastasse de nós, tanto por não pertencer à discussão quanto pelo cheiro de cigarro que esse intrometido exalava.

À medida que a linha dos juristas tentava se incorporar em mim, insinuando um processo nipônico,com minha ameaça de chamar o fiscal da sub-prefeitura, os dois passaram a recolher toda a sujeira acumulada nesses anos de paciência.

O comentário na vizinhança foi geral.Não pelo escândalo do 'gaijin', mas pelo esmero da rua, após o escarcéu do 'gaijin'.

namaste



Escrito por Pituco às 12h42
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Qual é a música, maestro? 3º estágio

resultados:

até o momento, a bella do blog ganha folgada, com 10 vitórias.

continua a disputa:

além do(s) autore(s)? qual é o nome da canção?

chord.mp3

participe e boa sorte.

namaste



Escrito por Pituco às 12h27
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Maluf rides again...

Acreditem se quiserem! Está na revista época:

O grande e saudoso Paulo Autran já tem um ator de primeira linha, digno de sucedê-lo!!!



Escrito por Lizoel às 09h29
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Mandioca cobiçada

Deu no G1:

Mulher colhe mandioca de 19 quilos em MS

Tubérculo tinha um metro de comprimento e foi dividido entre os vizinhos. A proprietária do comestível, Marlene Barreto Lino afirma que não foi a primeira vez que colheu uma mandioca gigante.

É como sempre disse! Quem vai a Mato Grosso do Sul não esquece a nossa mandioca!!! Zé Geral que é mineiro que o diga!!!!

 



Escrito por Lizoel às 09h05
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Qual é a música, maestro? estágio avançado...

nome do(s) autor(a-es-as)?

título da canção e em que ano e nome do álbum em que foi gravada?

fly.mp3

participe e boa sorte

namaste



Escrito por Pituco às 05h00
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De volta à Ilha da Baixaria

 

Agora que eu tô desempregado, posso brincar à vontade com meu ex-patrão... hehehe!

 

Pra começar, a reprise da sátira da Rádio Matraca ao florido game-show, inspirado no programa italiano “50 Mulheres”, que nos anos 90 fazia sucesso nas tardes da telinha e agora volta nas madrugadas.

 

Ouça aqui.



Escrito por Laert Sarrumor às 13h12
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O Brasil é...ou não?

Há uma comoção orkutiana, com o anúncio da saída de um colega virtual.

O pianista e agitador cultural, Kiko Continentino (entre no site e confira quem é o homem).

Meu primeiro contacto foi através da comuna Jobim Lado-B, da qual ele foi criador e mais tarde tornei-me mediador.

Em janeiro desse ano, por sugestão de vários colegas feitos por lá, Kiko apresentou-se numa noite inesquecível, no Drink Bar, RJ, em comemoração aos 80 anos do maestro soberano.Foram 80 canções jobinianas com participações muito especiais dos Cariocas, Pery Ribeiro (primeiro a gravar Garota de Ipanema) e Nelson Angelo.

Kiko já tocou e gravou com a galera da 'pesada' de nossa música pelos quatros cantos do planeta.

Aqui em Tokyo, tivemos nosso primeiro encontro, quando o pianista esteve com o Milton Nascimento, em temporada no Blue Note.

O motivo de sua saída é a completa estagnação desse 'site' virtual e sua desilusão com a falta de perspectivas reais pra quem cria e desenvolve um projeto musical mais elaborado no País (já ouvi essa estória).

Num desabafo sincero e sensato, como sempre, Kiko explica a degeneração musical brasileira e o descaso dos produtores e promotores culturais, diante desse fato.

Por aqui, não é muito diferente.

Lembro-me que a audiência nipônica era obrigada a ouvir, exatamente, a música brasileira imposta pelos músicos residentes, aqui.E esses, apesar de não sermos virtuoses ou genias, apresentávamos com a 'taxa mínima de vexame', pela dignidade e respeito à música e profissão.

Com a chegada dos 'candangos batateiros' (já somos 200 mil cucarachas), o gosto e paladar cultural também sofrem essa herança nativa do descaso e a total falta de controle de qualidade.

Hoje, qualquer batateiro forma um grupo de axé-sertanejo-padogeiro e sai inflacionando o arquipélago por uns trocados qualquer (já vi esse filme em algum lugar).Alguns até botam 'panca' de artistas...óculos escuros, roupas extravagantes e o escambau.

Ontem, por exemplo, ouvi uma asneira daquelas.

Como um soco no estômago, dois mineiros do staff onde trabalho, afirmavam que a baladinha 'chacundum' do Paralamas do Sucesso (Lanterna dos Atrofiados) era muito difícl de executar, por isso eu não a incluía em meu 'set list'.

Bom...no ínício, inocentemente, passei a explicar o grau de dificuldade (qualidade, lê-se) musical de meu 'menu' em relação às sugestões desses copeiros.Era exatamente como estar monologando com os copos.

São os tais dos 'brasis' que aos olhos puxados daqui, somos todos iguais.

Por isso, peguei carona no desabafo do Kiko e troco a palavra 'desilusão' por 'impotência'...a mesma sensação de assistir um assalto, a mão armada, em sua frente e não se poder fazer, absolutamente, nada (como já aconteceu comigo).

será que estamos ficando ultrapassados?

namaste



Escrito por Pituco às 01h37
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Qual é a música, maestro? etapa avançada...

em primeiríssimo lugar, com 8 vitórias, a bella do blog.

segue a barca...

título da canção? nome do cantor e autor?

gt.mp3

participe e boa sorte

dica: álbum de 1970.

namaste



Escrito por Pituco às 14h13
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Qual a música, maestro? II etapa

resultado parcial:

1º lugar (7 vitórias): a bella do blog

2º (3 acertos): o cifreiro do língua

3º (1 pt. cada): lanterninhas D2 e Laert

tá valendo mais uma rodada...

título da música?

autor(a) ou autores(as)?

nome do cantor? 

we.wma

abraçsonoros e boa sorte

namaste



Escrito por Pituco às 11h52
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Qual é a música, maestrina?...rs!

etapa II mais avançada.

mame.mp3

abraçsonoros e boa sorte

namaste



Escrito por Pituco às 03h38
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