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Qual é a música, maestro? V

continua a disputa.

até agora, resultados parciais.

primeira colocada: Mariô

segundo colocado: empate entre Laert e Lcouto

*clique aqui e participe também

boa sorte

abraçsonoros

namaste



Escrito por Pituco às 12h35
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O(s) clima(s) de São Paulo

Sonhou a noite inteira que estava sentado, nu, em uma geleira no Pólo Norte. Ursos, pingüins, leões-marinhos passavam e ele lá, com o popozão em cima da neve. Acordou em São Paulo. E estava com a “derrière” para fora do lençol.

Tinha ido deitar sem roupa por causa do calor de 27°C à meia-noite. E, ao acordar, os termômetros marcavam 7°C. Tomou um banho de gato, daqueles em que o cidadão fica tentando se afinar todo pra caber em baixo da rala água vinda do chuveiro. Aí, vestiu uma camiseta de manga comprida, por cima dela uma malha e encimou tudo com um casacão que a esposa tinha trazido da Calle Florida. A calça de lã e a cueca-minhocão completaram o traje invernal.

Foi para a firma.

Quando desceu para o almoço, já teve de tirar o casaco. A temperatura aumentara 12°C em menos de cinco horas.

Na volta da refeição, foi preciso puxar fora a malha portenha e, momentos depois, interromper uma reunião para expulsar aquele minhocão fervente.
Às 16 horas, quando se dirigiu à pé para casa, tudo se inverteu: 8°C com sensação térmica de 2°C. Isso até começar a chuva. Passada a tempestade, voltou o abafado.

Abriu a porta do apartamento suado e desajeitado, dois quilos de blusas nos ombros. A sogra, sem tirar os olhos da novela, disse: “Vendendo roupa na rua, Onofre? Olha que o rapa te pega, hein?”.
 
(Destak, 28.09.07)


Escrito por C. Castelo às 12h03
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Qual é a música, maestro? IV

segue o concurso

*clique aqui e participe

dica: nenhuma.

abraçsonoros

namaste



Escrito por Pituco às 23h14
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Quem faz o personagem, diretor?

Assisti essa peça teatral, pelo menos umas 5 vezes.Antigo teatro Aquarius que depois se tornaria uma discothequè...mamma mia!

GOTA D'ÁGUA

*clique no link e assista

pergunta-se: quem era o ator que fazia o papel de Creonte?

abraçsonoros

*havia uma paródia, feita pelo Guca, de 'Quadrilha'.

namaste



Escrito por Pituco às 10h25
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O diário do Roque - Final

QUARTA SEMANA DE MAIO

Ao sair do hospital, Kaveira decidiu abandonar definitivamente a música e se matricular num curso de tecnólogo em banco de dados. Tuga e Rubão foram chamados pra tocar num bufê infantil. Um vestido de Tico, o outro de Teco. A grana compensava a roubada, os caras toparam a bronca e lá se foram baixo e guitarra.

Olhei pro Alan, Alan olhou pra mim. A garagem vazia, aquele azulejo frio.

Durante os ensaios da nossa fase progressiva ele acertava a mesa, os mics. Eu cantava. A idéia era quase óbvia. Falei na lata:

- Vamos fazer uma dupla de rap, mano!

SEGUNDA SEMANA DE JULHO

Defendi pro Alan que seria legal construir raps, mas com um ponto-de-vista original, diferente do que se ouve aí pelas quebradas.

Bolei rapidinho meia dúzia de letras na batida do Eminem.

O núcleo era a história de Edinelson, um cara branqüelo, gay e de classe média alta que morava numa casa vizinha à favela do Come-Solto.

Ele queria ser cantor de hip-hop, mas sofria todo tipo de preconceito dos negões do pedaço.

Alan fez um “dub” realçando o eco da minha voz. Ensaiamos com ele de DJ durante 10 dias.

Ficou animal.

O brother que vendia bagulho pra gente descolou uma apresentação na entrada de uma favela na Zona Norte.

Domingão à tarde, Alan e eu vestimos umas camisetonas gigantes, bonés pra trás, tênis sem cadarço e fomos rumo ao nosso novo público.

O larguinho da favela lotou.

Alan meteu a sonzeira nas caixas, eu mandei um “salve” e cantei o refrão com fé: “Só porque sou branqüelo, classe média e gay/ os caras da favela num me suporta, eu sei”.

Não havia reação. Ninguém se mexia, rebolava, batia palmas, nada.

Eu continuava berrando num sotaque bem mano , forçando os “r”.

Aí, do nada, meia dúzia de manos subiu no palco. Vieram pelo flanco, a gente achou até que tavam a fim de dançar junto com a gente, se mostrar pra galera da favela.

Só que um deles pegou uma caixa de som e levou. O outro catou a outro, se mandou.

Vieram mais alguns e foram pegando os mics, o meu pedestal e, por fim, a mesinha de DJ do Alan.

O último pegou nossos bonés e os tênis.

Ficamos os dois sozinhos e descalços no meio da rua.

TERCEIRA SEMANA DE NOVEMBRO

Shows com platéia lotada, vibrante e fervorosa depois de meses. Tuga e Rubão deixando as festas infantis pra voltar a se juntar a nós. Mesa, mics, caixas, tudo novinho em folha. Ônibus com ar refrigerado que nós transporta pelos estados e já nos levou até Rosário, na Argentina.
Só dá pra dizer que devemos tudo isso ao rock evangélico.

Depois de várias tentativas fracassadas, a minha composição em parceria com o Alan “Os primeiros dias na noite de uma Judéia reencontrada” estourou a boca do balão.

(Na verdade troquei apenas a espada e o alce por uma cruz e um cordeiro, o resto ficou tudo igualzinho).

Foi o Senhor quem nos iluminou, disso não tenho mais dúvida.
Na fase do desespero pós-rap, pedimos a ajuda de Tuga e Rubão pra gravação de uma demo na linha gospel.
Entre uma festinha de aniversário e um batizado, eles fizeram a base num estúdio semi-doméstico.

O técnico de som era crente e acabou jogando o cedezinho na mão de um pastor.

Aconteceu o milagre. Quinze dias depois estávamos tocando no estádio do Pacaembu, vestidos de profetas - adotamos os nomes de Ismael, Baruk, Nehemias e Jó - pra uma platéia de 25 mil fanáticos que gritavam, choravam e jogavam terços, bíblias e notas de 50 no palco.
O sucesso tinha finalmente nos abençoado com sua Luz.

Aleluia, Senhor, yeah!



Escrito por C. Castelo às 07h34
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O diário do Roque - I

ÚLTIMA SEMANA DE ABRIL

Descolamos a garagem do Alan pros ensaios.
Minha idéia era um grupo poderoso, com influências do rock progressivo, tipo Yes, King Crimson ou na linha do Emerson, Lake & Palmer.
Rubão ensaiou uns acordes à Chris Squire no baixo sem traço. Tuga ouviu Robert Fripp por horas pra pegar o jeitão da guitarra e a “discipline”.
Os sintetizadores ficariam por conta do Kaveira, o batera. Sem dúvida, era uma dificuldade técnica a se considerar, já que tocar bateria e solar quatro teclados ao mesmo tempo não é moleza.
Mas se Rick Wakeman conseguiu manejar aquela tecladeira toda no tempo dos estúdios à lenha, dava pedal.

PRIMEIRA SEMANA DE MAIO

No ensaio, mostrei pros três as palavras que tinha colocado em cima da melodia do Tuga.
Eu tinha visto no Discovery Channel um especial sobre a influência da mitologia nórdica no nazismo e achei que aquilo tinha tudo a ver com nossa pegada.
Chamei a música de “Os primeiros dias na noite de uma Atlântida reencontrada”.
Ela contava a epopéia de um guerreiro viking que ressuscita de uma batalha ancestral e resolve encontrar o Continente Perdido de Mu usando uma jangada, uma espada e um alce.
Todos piraram.
Começamos a elaborar o som no ato.
Pedi ao Alan uma modulação especial, pra que meu tom ficasse entre Jon Anderson e Jerry Lee Lewis.
Os caras pegaram os instrumentos e soltei o vozeirão.
O lance fluiu bem durante os quatro primeiros encontros na garagem.
Até o dia em que o Kaveira chegou ao ensaio com um disco de Dona Ivone Lara.

- Que porra é essa? – falei.

- Pensei em botar umas variações de agogô naquela parte do solo em que o viking é quase comido pelo dragão – ele explicou.

- Ficou maluco, bicho?

- Cara, vai por mim, é bacana uma batida de couro de gato ali…Rataplá, rataplá, catatá, tatá…

- Quéisso? Já viu Billy Cobham metendo ganzá, cuíca numa faixa da Mahavishnu, bicho? Fala aí: já viu?

Rolamos por cima dos Korg do Alan (ele ainda estava pagando o carnê de uma loja da Teodoro). Nem era o show e já quebrávamos tudo.

SEGUNDA SEMANA DE MAIO

Conseguimos mostrar nosso medley no saguão de um cursinho. Tínhamos descolado trajes maneiraços no guarda-roupas da mãe do Tuga. A mulher é sócia de um brechó e tinha altos panos em casa.
Montamos com ajuda dela algo que passasse a saga do viking. Ela tinha uns elmos que comprara no rescaldo de um desfile da X-9 nos anos 80.
Como eram só três, os de palco usavam a fantasia e o Kaveira ficava na dele, na cozinha, lá no fundão do palco.
Tava indo superbem o show. Os primeiros quinze minutos – a parte que o viking renasce e toma a poção de fígado de rena - foram geniais.
Cheguei a ver vários bicho-grilos loucões dançando na frente da gente.
Imaginei que ia bombar, quando ouvi o estrondo e o fogo se alastrando.
Só pra se ter uma idéia, o papouco foi tão espetacular que uma hippie bêbada aplaudiu pensando que fosse efeito especial.
A bruxa estava solta. Na hora do solo dos sintetizadores, Kaveira não conseguiu uma boa sincronização com a bateria e se estabacou em cima da mesa de som.
O quarteirão onde ficava o cursinho teve um apagão elétrico de seis horas.

(CONTINUA...)








Escrito por C. Castelo às 19h42
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O amor é Lindo!

 

Deu no Terra Esportes:

Os jogadores de rúgbi Brett White e Anthony Quinn, da equipe australiana Storm, se abraçam durante fisioterapia, na praia de St Kilda, em Melbourne. O esporte é um dos mais tradicionais do país. É... é como diria um velho ditado popular: "O chato é o bafo no cangote!". Neste caso aqui, a brisa marinha está tratando de eliminar o referido odor que se transforma em "cosquinhas" para o moçoilo da dianteira. Cansados da bola oval do esporte em questão, eles estão tratando de experimentar novas formas de joga-lo!



Escrito por Lizoel às 09h30
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Jornada centenária...

Hoje, reencontro um ex-coprodutor, Cláudio Akiyama, de um de meus primeiros projetos,por aqui.

A "Rádio Mosquito", um programa nos moldes do 'talk show', lançado em fitas 'K-7', em 1996.

Um tempo em que brasileiro no Japão sofria de melancolia e era vítima do 'choque cultural', inaugurando uma estatística inédita entre os tupiniquins,aqui residentes...36 suicídios.

A idéia da rádio não era recente.Havia um projeto antigo em se fazer um programa, cujo perfil do apresentador fosse de um Zé Betio nipônico.Mas, essa estatística triste, assustadora e reveladora, fez com que acelerássemos a realização.

O patrocinador da 'Rádio Mosquito' foi a KDD, Cia.Telefônica Japonesa de Ligações Internacionais.

Junto com Akiyama, estava Sérgio Mahoe(que além de declarar-se fã do Mosquito, garantiu ter distribuído muita fita por esse Japãozão véio de guerra).

Sérgio está preparando-se pra uma aventura também inédita, dentro dos comemorações do centenário da imigração japonesa no Brasil.

Atravessar o planeta de 'jet-ski', percorrendo a mesma rota dos nossos ancestrais, há 100 anos atrás, no navio 'Kasato Maru'.

Sérgio já fez, em 2002, essa mesma viagem, só que via terrestre, de moto.

*saiba mais aqui 

'curta a vida, porque a vida é curta'.

abraçsonoros e saudosos

namaste



Escrito por Pituco às 12h59
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Qual é a música, maestro? III

Lcouto, publicando antes de teu cochilo vespertino.

continua o 'contest'...

*clique aqui e boa sorte

'no music, no life'

namaste



Escrito por Pituco às 11h37
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Seu Ku, Apareça!

Pituco foi o primeiro a reclamar e muitos bedelianos sentem a falta de seu Ku que anda sumido desse blog. Para os saudosos da ausência do grande mestre, cliquem aqui

Escrito por Lizoel às 08h02
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Qual é a música, maestro? cont.

vcs perceberam que o signore Sarrumore sabe tudo.

mas, o desafio continua.

entonces, num vale ele participar e nem ninguém...só se assinar como a 'bella musa do BdL'.

*clique aqui e acerte

boa sorte e obrigado

abraçsaudosos

namaste



Escrito por Pituco às 03h38
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Mistérios Gozosos?

Pituco, eu sei que o Japão é uma terra cheia de mistérios mas... Você poderia explicar melhor o que está acontecendo aí?



Escrito por Lizoel às 21h12
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Qual é a música, maestro?

orientado pelos blogueiros, na postagem abaixo, segue a discussão...

de quem é a música e qual é o título?

aquele que primeiro acertar, ganha uma passagem só ida pracá.

dica: não é dos Beatles nem do Jacob do Bandolim.

*clique aqui e boa sorte

abraçsonoros

namaste



Escrito por Pituco às 12h11
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Acoustic sound forever...

domingão de muito trampo, poraqui.O que já não é mais surpresa.

com alguma sorte, horários vagos de puro prazer, descontrolando toda mecânica do relógio.

"meu tempo é quando".

*click here and listen

abraçsonoros e baccios mille a tutte.

namaste



Escrito por Pituco às 13h15
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Adeus, papai!

 

 

(atendendo a pedido...)

 



Escrito por Laert Sarrumor às 13h10
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