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Moda da entropia

Certas coisa nessa vida
Deixa nóis tonto, Maria
Ocê veja esse negócio
Essa tár dessa entropia
Diz que a Terra e outros planeta
Num é coisa certa e prana
Na verdade é um furdunço
Uma zona franciscana
C’as estrela abagunçada
Feito lar de mãe joana

O mái lôco nessa história
E os físico assegúro
Que o diabo da entropia
É quem cria os futuro
E os tár buraco negro
A Ciência é quem insiste
Em dizê que pertim deles
Nosso tempo num inxiste
Farta só nóis avoá
Suviá, comê arpiste…
Farta só nóis endoidá
Êta vida besta e triste!

Composição: Carlos Castelo e Luís Couto
Voz e viola: Luís Couto

OUÇA AQUI

Escrito por Castelo às 17h30
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Guca escorregando no gelo!

Ser poeta, compositor, cantor GLS e jornalista não é suficiente para o nosso irmão bedeliano, Guca Domenico, dar-se por satisfeito. Quando sobra tempo, nosso bardo curte mesmo é um chão geladinho com as aulas de patinação em um ringue gay de inverno, como vocês podem conferir em um clique do fotógrafo free lancer H. Romeu pinto. Na imagem, Guca veste seu uniforme preferido que lhe dá total proteção do frio do local!



Escrito por Lizoel às 17h09
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Atualizando emoções

PARAGEM

poema: Rogério Santos

música,voz e violão: Pituco

Tenho os olhos cheios de verde
De imaginar densa mata
Lindos montes e campinas
E um leve frescor de cascata

Tenho os olhos cheios de verde
Roubados de um lindo vestido
Um sol numa tarde chuvosa
Num recanto interior

Os olhos são postos à sombra
Da involuntária paragem
Onde(há)muito se resguardam
Das marcas desapegadas

O verde e um corte no tempo
Pariram uma borboleta
Num balé imaginário
Fazendo da mente um pomar

*clique no título e pingue esse colírio.

namaste



Escrito por Pituco às 03h14
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Etiqueta no boteco

O problema com os botecos não é a sujeira empilhada no chão, as moscas em cima dos ovos cozidos, nem os pombos chafurdando restos de provolone à milanesa na calçada. Isso é o de menos. Aliás, é justamente o que faz um pé-sujo ser diferente de um Fasano.

O negócio é a falta de uma etiqueta própria.

Por exemplo: cutucar os dentes no mesmo palito em que se comeu o ovinho de codorna, jamais. Usar o celular como calço de mesa, cuspir a pele dos tremoços no pratinho também são procedimentos inaceitáveis.

A verdade é que os botequins nunca foram tão a cara do Brasil como são agora: sem lei, nem ordem.

Você se cansa de ver aquele pessoal enfiando os dedos no pirex de tira-gosto do balcão e tirando uma “provinha”; chupando a espuma do copo de cerveja de modo a provocar aquele ruído de Boeing decolando. Ou o caos: urinando de porta aberta.

Daí a necessidade de normas para se frequentar esses bares populares.
Um dos pontos nevrálgicos é a forma de comunicação entre público e garçom. Assobiar para chamá-los já é um pouco demais, mesmo em se tratando de uma birosca. Chamá-los intimamente de “véio”, “tio”, “truta” ou “vem cá, seu veado” é totalmente fora de questão

Outro ponto importante é o momento de fazer o pedido. Nunca lance perguntas do tipo “esses torresmos estão cheirando mal porque estão estorricados ou é o porco que está estragado?” Ou mesmo: “os testículos de boi estão bons hoje?”.

O ideal é estudar bem o que for solicitar, confiar na casa - em Deus, Santo Expedito, São Longuinho - e dizer, em alto e bom som: “eu quero uma porção grande de linguiça apimentada no álcool”.

Ir a um botequim é um ato de "non-chalance", exige galhardia, jogo de cintura. Se um bêbado cair em sua mesa, derrubando os copos e a farofa de carne seca sobre você, conte até dez antes de esmurrá-lo. Lembre-se: foi uma fatalidade, poderia acontecer com todo mundo, inclusive com você, que está tão manguaçado quanto qualquer outro habitué do local.

O mesmo espírito vale para a hora de pagar a conta. Se a sua “mina” não quiser dividí-la, evite estapeá-la em público. Seja polido, sacuda a moça só ao chegar no carro.

Detalhe importantíssimo: nunca peça um kyr-royale, ou qualquer outro daqueles drinques coloridos, num pé-pra-fora. O portuga pode interpretar mal, achar que você o chamou de paneleiro e quebrar seus dentes antes mesmo de escrever algo na comanda.

As regras acima, sem dúvida, ajudariam a criar um ambiente aceitável nessas pitorescas tabernas, diferenciando-as de seus concorrentes: os restaurantes-de-beira-de-estrada frequentados por caminhoneiros. Num deles, certa vez, havia uma famosa placa, no meio das mesas, onde lia-se:

É PROIBIDO ALMOÇAR DE ZORBA.

Definitivamente, sem etiqueta, não há civilização.

Ademain, de leve e fiado, só amanhã.


Escrito por Castelo às 17h04
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Efeméride do dia

Feliz Dia da Mônica Veloso a todos.

Escrito por Castelo às 15h47
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Parabéns

Gostaria de transmitir meu efusivo e contagiante abraço a todos e todas namorados e namoradas deste egrégio blog pelo Dia dos Namorados.

Se você não está pegando nada, rapaz, não desanime, a coisa pode mudar a qualquer momento. Hoje você está no 5 contra 1 e amanhã pode estar com a Paris Hilton, numa cela gostosa, em momentos inesquecíveis.

Se você está na seca, minha querida, não entregue os pontos, não. De uma hora pra outra, pode aparecer um partidão comunista na sua vida e tudo se transforma, conforme ensinou Lavoisier.

Para os que estão como eu - amando e sendo amados -, estou postando abaixo uma foto tirada por nosso querido amigo, o sempre desatento Dagomir Alvoso, no instante em que eu e Anelise provávamos a todos os céticos que o amor é lindo.

 



Escrito por Patérvio Gulabo às 11h10
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A língua esquecida.

poderiam confirmar se alguns desses termos estão em desuso?

'demodê' - fora de moda

'psicodélico' - moderno, arrojado

'saca' - compreendido

'mora' - entendeu?

'lá vai barão' - cédula de mil cruzeiros estampando a imagem do Barão do Rio Branco

'tomou uns gorós' - bebeu bebida alcoólica

'tô amarrado nele(a)' - tenho interesse nessa pessoa

'na maior fissura' - com muito vontade

'tô liso' - sem dinheiro

'dia de branco' - dia de trabalho

'bidu' - que sabe tudo, esperto

obrigado

namaste



Escrito por Pituco às 10h39
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Dercy nossa, que estais no Céu

A idéia que eu fazia de Purgatório era diferente.

Imaginava um tipo grandioso de quiosque lá em cima no céu com ar de qualidade, bastante respirável e cristalino. Uma luz diáfana, como as que se vê com facilidade em ilustrações bíblicas, perfuraria com suavidade as nuvens de algodão divinas.

À frente desse quiosque magistral, mais precisamente em seu portal, haveriam imponentes arcanjos à espera daqueles que chegassem de suas vidas terrenas. Ao fundo, num trono, o Poliarca estaria pronto para ouvir - com compaixão cristã - a trajetória de cada vivente.

Mas lamentavelmente tive meu passamento, fui para lá e não era nada disso.

Mal tive tempo de perceber que já era e estava num lugar penumbroso, úmido e com cheiro de desinfetante de eucalipto barato, desses usados em banheiros públicos.

Os candidatos a entrar no Firmamento, entre eles eu, estavam todos espremidos numa salinha suja e tão escura que não se conseguiria reconhecer o Jô Soares pelado, lambrecado de marshmallow, fumando um Cohiba.

Havia um silêncio pesado, que logo foi interrompido por uma incômoda microfonia. Uma voz de homem, com forte sotaque hebraico, disse num português carregado:

- Faz favor, a próximo!

Ouvi um resmungo de enfado e, em seguida, ruídos de saltos altos femininos ecoarem pela sala: toc, toc, toc, toc. Era alguém indo para “patíbulo”.

Apurei ao máximo a audição.

A voz masculina vinda do sistema de som aumentou de volume se expandindo para todas as alas fétidas do Purgatório. Era como se todos precisassem escutar a entrevista final uns dos outros.

- Nome?

- Dercy.

- Profissão senhora?

- Puta.

- Senhora ter certeza que profissão senhora essa?

- Porra, e tu acha que tem diferença entre uma atriz e uma puta?

- Descreve vida senhora no Terra, faz favor.

- Uma merda.

- Ficha senhora diz: senhora mulher famosa.

- Famosa? Ai meu caralhinho! Adianta ser famosa e só tomar na tarraqüeta?

- “Tarraqüeta”, faz favor, explica melhor palavra?

- Cu. Que adianta ser famosa e só tomar no meio do cu?

- Por que senhora “tomar em seu tarraqüeta” assim, tempo todo?

- Porque fui burra pra caralho, meu filho. Sai da minha cidadezinha no interior, me meti a fazer teatro de revista e só conheci homem filho da puta na minha vida. Só bundalelê, seu padre.

- Eu não ser padre, senhora. Eu ser Poliarca.

- Poliarca, patriarca, pederasta, eu sei lá o que tu é. Eu sei é que eu tô com uma fome fodida. Não tem nada pra comer nessa boceta não?

- Senhora, faz favor...

- ...é só um bando de nêgo fantasiado de franga olhando pra gente com cara de cu, parece que alguém enrabou a mãe deles. Que porra de lugar escroto é esse aqui, seu Pederasta!

- Senhora estar na meio caminho para Céu ou Inferno. Aqui não ter nada para senhora comer.

- Puta que pariu, não tem nem uma carninha batida com quiabo nessa porra?

- Lamenta dizer que não, senhora.

- Olha aqui, seu Pederasta, se isso aqui for uma pegadinha da Globo, rescindo meu contrato na hora, tá sabendo? Aí eu quero ver essas merdas dos programas de vocês darem audiência sem meus xingamentos! Se eu não comer em cinco minutos, vou botar pra foder nesse rendez-vous de viado!

- Mas senhora não entende? Senhora morreu!

- Quem morreu foi você, seu santo do caralho oco! Eu tenho 100 anos e um puta público que me adora, entendeu bostalhão? Me bota num palco aqui e tu vai ver se eu não faço esses teus anjos baitolas rirem até estourarem as pregas do rabo. Vai, anda!

Nesse momento, houve uma grande e aguda microfonia.

O sistema de som tinha sido cortado. Contudo, passados alguns momentos, foi novamente religado. Depois de um pigarro e uma tosse fraca vinda das caixas, pude ouvir a voz com sotaque europeu oriental mais uma vez:

- A próximo, faz favor.

Agora era minha vez.





Escrito por Castelo às 08h52
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Músico da noite

Composição de Carlos Castelo e Luís Couto.
Violão e voz: Luís Couto.

MÚSICO DA NOITE

Você sabe quem apanha
Sem levar nenhum açoite?
Acertou quem respondeu:
“É o músico da noite”

Fim do dia sai de casa
Vai pro bar cheirando a talco
Só que antes de dar canja
Bota ordem lá no palco

Equaliza agudo e grave
Pra evitar microfonia
Tira plug, bota plug
Dá início à cantoria

Mal começa o repertório
Como se fosse uma sina
Alguém grita da platéia
"Toca logo a da “Marina!”

Outro bêbado ao fundo
Já ordena, em tom funesto:
Levantando a voz e o copo:
“Manda o “Samba do Arnesto”

Entra Milton, sai Shakira
Logo vem Elis Regina
Em seguida J. Quest
Depois Ana Carolina

Ele atende aos pedidos
tira fôlego do Além
Do balcão alguém comenta:
“Esse cara manda bem!”

Toca estilos que não curte
da mais doce à mais trágica
Na calada da madruga
Nosso músico faz mágica

E assim vai esse artista
Entre tonto e conformado
Orquestrando a anarquia
Pra fazer algum trocado

Ouça
Aqui


Escrito por Castelo às 16h19
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Vida de Artista

BDL também é história. Vejam o Laert Sarrumor em início de carreira. Aqui

Escrito por Lizoel às 08h52
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Humor à Vista

A gente bem que tenta levar uma vida normal, sem cafeína, fazendo exercícios físicos regularmente, evitando frituras e assistir a Dança dos Famosos no Faustão. Mas é uma perseguição implacável. Como não ser humorista? Olha só o título da matéria do UOL:

Frango precedeu naus de Colombo

Osso de galinha achado no Chile mostra que polinésios desembarcaram na América antes do século 16

Análise de DNA mostra que primeiro espécime trazido ao continente tinha mais semelhança com aves dos povos ilhéus do Pacífico.

Seria o caso de perguntar quem edita um título desses?



Escrito por Patérvio Gulabo às 18h02
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Perguntar não ofende

Busca e apreensão da PF na casa do irmão de Lula...

Falta muito pra chegar no Planalto?

 



Escrito por Lizoel às 09h59
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O Brasil pode ser vasto,mas não impossível!

"Caminhoneiro das teclas"

*clique o link e viaje junto

namaste



Escrito por Pituco às 02h23
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Furo

Notícia colhida agora mesmo na horta da boa informação:

"Após ter acesso à caixa-preta do jato Legacy, que no ano passado se chocou com o Boeing da Gol, o relator da CPI do Apagão da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), disse hoje não ter mais dúvidas que os pilotos norte-americanos do Legacy tiveram 'parcela significativa' de culpa no acidente. A transcrição da caixa preta do jato chegou à CPI nesta segunda-feira."

O BdL teve acesso às gravações e publica em primeira mão o conteúdo da gravação para os malucos que acessam este blog:

- Levantou, bateu... é Gol!

 



Escrito por Patérvio Gulabo às 15h36
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A carne é fraca!

Comece a semana assistindo esse filme (em 6 seis partes).

A CARNE É FRACA!

*clique no link e veja que indecência.

namaste



Escrito por Pituco às 00h07
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Pílulas do Dr. Castelo



Escrito por Castelo às 10h35
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Soltando a língua...

Fico pasmo com o uso líbero-poético de impropérios.Principalmente,quando utilizado como forma de humor.

A exemplo, de extremo mau gosto, a apelativa cançoneta 'in gospel' cuspindo um jargão de xingamento popular, que circula pela internet.

Um moto-contínuo dispensável e sem graça alguma,porque não faz da palavra-vibração um mote meditativo e transformador...aliás,perde-se ao longo da execução.

O palavrão como efeito risível (os humoristas sabem utilizá-lo tecnicamente - e,aqui, temos dois expoentes do ramo,Castelo e Sarrumor) a mim parece que é preciso um 'timming'.

Não sei dessa nova versão, mas o Língua de Trapo, do qual fui vocalista sempre vangloriou-se por fazer um humor sem uso dessa fórmula de fácil refrão...haja vista todas as letras do acervo do grupo.E creio que essa norma de conduta não foi imposta por ninguém.Ao contrário,espontaneamente,nós evitávamos os termos chulos apelativos e desnecessários.

Pois,falar palavrões é apenas um desabafo,não muda em nada o fato que nos contraria.

Assim como chorar por fracassos ou perdas.

Há que se cumprir as obrigações e deveres, ao invés de desviá-los nos reclamos e desabafos infrutíferos.

Agora,se quiserem soltar a língua,fiquem à vontade!

Cuidado apenas pra não mordê-la e se engasgarem!

namaste



Escrito por Pituco às 03h59
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