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BLOG DO LÍNGUA | ||||||
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Pensatas do Pituco "Não que eu seja pessimista,mas do jeito que as coisas andam,eu quero que essa realidade seja um sonho". namaste Escrito por Pituco às 13h46 [] [envie esta mensagem] Alvíssaras Eu não sei o Guca quer falar disso aqui neste espaço. Escrito por Castelo às 19h55 [] [envie esta mensagem] Troca de Saliva Hoje é o dia do Beijo!
Escrito por Lizoel às 17h10 [] [envie esta mensagem] O perdão Aproveitando a buarquinice que se instalou pelo BdL,relato uma passagem fabulosa,em que Jobim fala sobre uma tese do letrista a respeito da palavra perdão. Reafirma o compositor que perdão é pra se doar.Vem de 'per-doare'.E até mesmo em inglês tem esse significado nobre, ou seja, 'for-give'. Bella, meus pedidos de desculpas por minha ausência involuntária da net. JEITO ESTÚPIDO DE SER (Isolda/Milton Carlos) voz e violão: Pituco *clique no título e me perdoe. namaste Escrito por Pituco às 12h56 [] [envie esta mensagem] Calcinha de Helanca Mais uma Castelo-Couto. Divirta-se, ratatulha. "Ai, eu fui tão direta Mirei, lancei a seta Eu te dei um bolão Ai, me vulgarizei Me exibi, me mostrei Mas você é um tontão Te dei o maior mole Esqueci minha prole Pra te dar atenção Eu te dei carta branca Pus calcinha de helanca Mas você é um fujão Minhas pernas cruzei Minhas unhas pintei Fiz cara de tesão Fui botar silicone Passei noite insone Mas você é um babão Tingi o meu cabelo Depilei os meu pêlos Morri de inanição Mandei celebrar missa xinguei, joguei catiça Mas você é um bundão." OUÇA AQUI Escrito por Castelo às 18h56 [] [envie esta mensagem] Garimpo Musical Maníacos por raridades musicais para downloads, Cliquem Aqui e se deliciem!!! Escrito por Lizoel às 16h01 [] [envie esta mensagem] Auxílio luxuoso Nos estertores da ditadura, o general Newton Cruz promoveu uma apagão em Brasília e, espada em riste, sentou piparote em populares de todas as tendências e não-tendências que passavam à frente de sua cavalgadura. Semanas depois, o jornalista Tarso de Castro lançava um suplemento jornalístico em São Paulo. Show do lançamento no “Avenida Danças”, em Pinheiros. Dando uma força pro valoroso homem de imprensa, Chico Buarque, Fagner, Dominguinhos e uma formação compacta do LT chamada “A outra banda da língua” (Paulo, Chico Caruso, Lizoel, Laert e eu). Dias antes, Paulo Caruso me ligou encomendando uma letra sobre o apagão do general. Resolvi fazer logo cabelo, barba e bigode: compus a música também. O refrão era assim: “queremos luz!/ queremos luz!/ libera aí, seu Newton Cruz”. E a idéia era cantá-la, fechando o evento, luz do teatro apagada e todos artistas participantes segurando velas no palco. Uma flagrante provocação ao regime milicar (sic). No dia do espetáculo, como eu sabia que ia cantar solo a música (e tenho pânico disso), cheguei bem antes de todos no camarim. Abro a porta e vejo um cara de costas pra mim. Ele estava indo pra outra ponta da sala pra se servir de uma garrafa de vinho que estava sobre uma mesinha. Encheu o copo com o vinho branco e se virou para mim. Era o Chico Buarque. Sozinho no camarim do “Avenida”. Fiquei sem voz, é óbvio. E ele, pelo visto, também, supreso por alguém estar invadindo sua buarquiana privacidade. Levantamos as sobrancelhas um para o outro. E foi o máximo que deu pra fazer. O autor de “Construção” começou a andar de um lado para o outro do comprido camarim. Parecia acuado. Entendi que era pela proximidade do show e fiquei na minha. Chico andava, andava, colocava um pouco mais de vinho no copo e continuava naquele seu caminhar cabisbaixo. Sentado, eu o olhava sem saber como agir. Mas falar o quê? - Porra, Chicão, puta letra aquela do malandro, hein? - Aquele exílio na Itália, foda demais, né? - E o Vinicíus, bebia pra caralho mesmo ou era só pra mídia ver? Passaram-se uns 20 minutos. Entra o outro Chico, o Caruso. - E aí, Carlos? Taí com o Chico, é? - … Caruso sentindo o drama de dois tímidos numa salinha, disse: - Pois é, Chico, esse é o cara do Língua de Trapo. O que fez a música do Newton Cruz. O criador de “Lua e Mar” veio me apertar a mão, por fim. E disse: - Ah, eu ouvi! Muito boa, boa mesmo, sabia? - Boa? Boas são as suas – consegui dizer com a voz embargada, mas sem perder a piada. Ficamos “nos elogiando” por uns momentos, quando Marieta entrou e tomou conta do assustado e ansioso Chico. Só fui vê-lo horas mais tarde. Quando eu cantava “Queremos Luz” no palco cheio de velas. O coral atrás de mim foi o mais VIP que tive na vida. Dominguinhos, Fagner, os irmãos Caruso e “os olhos verdes” cantando o refrão. Moral da história: Chico de “backing-vocal” é pra poucos. Escrito por Castelo às 17h30 [] [envie esta mensagem] Um velório no Sítio A caminho do interior de São Paulo, resolvi pegar uma estrada vicinal para evitar pagamento de pedágio. Por causa das muitas curvas seguidas na via estreita, me senti enjoado e tonto. Foi quando percebi a placa: “Sitio do Pica-Pau Amarelo”. O pensamento seguinte foi: “paro, lavo o rosto, tomo um suco e retomo a viagem”. Foi o que fiz. Estacionei o carro num grande terreiro, mas fui logo estranhando o silêncio. Apesar de estar no campo, mesmo um estabelecimento comercial de beira de estrada dos mais reles costuma ter fregueses. Ali só se ouvia o zunir das moscas. Segundos depois, tomei um susto enorme. Vi-me diante de um porco gordo, afeminado muito histérico e aos prantos. - E agora? Quem é que vai proteger a porquinha aqui da monstra da Tia Nastácia? Quem? Me fala, bonitão? Julguei ser aquela pantomima uma imitação extremamente sexista do Marquês de Rabicó. O que não fazem as agência de Promoção hoje em dia... Meio cambaleante, ignorei o homem trajado de suíno e entrei no saguão. Veio sobressalto maior ainda. Sobre uma enorme mesa jazia, mãos cruzadas sobre o peito, ninguém menos que a macróbia Dona Benta (não tão macróbia assim, já que estava mortinha da silva). Em volta do célebre cadáver, pranteavam Visconde de Sabugosa,Tia Nastácia, Doutor Caramujo, Emília e a Cuca. Pisquei os olhos seguidamente tentando sair de algum possível transe. E, como nada se alterou, belisquei firmemente meu antebraço. A cena não mudou. Foi então que o Visconde de Sabugosa, em pessoa e espiga, vendo minha estupefação se achegou. - A pobre senhora, não agüentou o baque, ai, ai, ai... Ainda estranhando um boneco feito de sabugo de milho me confortando, perguntei: - Mas qual foi a causa do falecimento, senhor Visconde? - Tristeza, forasteiro, muita aporrinhação da vida... Diante de minha expressão surpresa, o milho humanizado se explicou. - O sítio ia bem. Depois daquele seriado na tevê em rede nacional, ficou melhor ainda. Mas os olhos de Pedrinho cresceram e ele quis transformar isso aqui numa Disney World. Afundou-nos em dívidas... - Que pena – disse num fio de voz. - O problema foram os agiotas – disse um Sabugosa de olhos lacrimejantes - começaram a perseguir Pedrinho e ele teve que se refugiar no Paraguai. - Não sem dar três tiros na cara do Saci – grasnou Emília de dentro do velório. - Cala a matraca, boneca mal educada! – ralhou o Visconde. Minha curiosidade só aumentava. - Mas e a Narizinho? O Visconde suspirou. - Depois que se divorciou do Princípe Escamado, perdeu o título de Princesa do Reino das Águas Claras. Aí então… Minha boca se entreabriu. - …entrou na Igreja Universal. Hoje é a Bispa Lúcia. Isso acabou de matar a velha, que era tão católica… ai, ai, ai… Nesse momento entrou no recinto o exageradamente maricas Marquês de Rabicó. Continuava chorando e gritando, só que agora portando uma gilete: - Ai, gente, não agüento mais! Quero morreeeerrrr!!! Tia Nastácia perdeu o controle. Saiu correndo atrás do Rabicó, vassoura em riste. - Ai, porco bicha, eu te jogo no caldeirão de feijão. E é já!!!! O velório continuou. Agora com o merecido silêncio. Escrito por Castelo às 14h03 [] [envie esta mensagem] Pensatas do Pituco "Jobim é uma bússola musical com a qual resistimos às tempestades culturais". "Cada um tem a idade que merece". "A Páscoa é um pé nos ovos". namaste Escrito por Pituco às 02h28 [] [envie esta mensagem] Felicitações Gigantes II Já que os homens reclamaram, felicito com uma citação de meu amigo Zé Rodrix: Neste domingo de páscoa Escrito por Lizoel às 16h15 [] [envie esta mensagem] Pílulas do Dr. Castelo Antes havia duas saídas: Galeão e Cumbica. Agora, nem isso. Escrito por Castelo às 09h11 [] [envie esta mensagem] Felicitações gigantes Mulheres do BDL:
Um coelhão gostosão na vida de vocês, nesta Páscoa!!!!! Escrito por Lizoel às 19h44 [] [envie esta mensagem] A casa dos existencialistas E se, num delírio fantasioso, o BBB fosse formado apenas por filósofos contemporâneos? Escrito por Castelo às 15h16 [] [envie esta mensagem] Eu leio os livros do Castelo Esta Comunidade orkutiana existe e eu acho um desaforo muitos bedelianos que me lêem aqui não estarem lá. Escrito por Castelo às 10h22 [] [envie esta mensagem] A crise nossa de cada dia Eu nasci na crise, cresci na crise e me eduquei na crise. Joguei bola na crise,enquanto meus pais tentavam driblar a crise. Estudei na crise e meu primeiro livro, li na crise. Na crise fiz amigos.Minha primeira namorada foi na crise. Assim como foi uma crise minha primeira transa,na crise. Num momento de crise,consegui meu primeiro emprego. E por causa da crise,imediatamente fiquei desempregado. Apaixonei-me na crise por outra na crise. Crise por crise, juntamos as crises. Nosso primeiro rebento nasceu na crise.E por causa das crises, nos separamos. Já, cheio de crise, quis fugir da crise. Em crise, mudei de crise. Vim parar num lugar que desconhecia a crise.Pelo menos até eu chegar com minha crise. Então,foi crise atrás de crise.Com vários nomes e denominações que a crise recebe,de acordo com a época da crise. Mas que no fundo é crise. E de crise em crise,cheguei até essa crise. Hoje estou com minha crise mais calejada.Se alguém reclama da crise,digo: olha pra crise dos outros! Ou se botam a culpa na crise,replico: deixe a crise em paz! eu conheço a crise! E, a maior certeza, nessa crise toda é que, se da crise viemos, pra crise voltaremos. Sem crises namaste Escrito por Pituco às 23h58 [] [envie esta mensagem] Pérolas do Dr. Castelo Vendo aeroporto. Aceito rodoviária na permuta. Escrito por Castelo às 12h27 [] [envie esta mensagem] Os eternos olhos verdes... ou serão azuis?
Anteontem,fiz uma 'gig' com um saxofonista brasileiro,há uma ano e meio por aqui. Gustavo Anacleto,de Recife,onde integrava uma banda de jazzfrevo - Orquestra Spok Frevo. Foi nosso primeiro contacto e não havíamos preparado nada.Então Gustavo pergunta: - Tony,já que curtes tanto Jobim,sabes tocar "Eu te amo",com letra do Chico Buarque? Sem pestanejar, preparei os primeiros acordes e saí cantando.Ele percorrendo a melodia com frases pra lá de inspiradas.Apenas com esse intróito,eu já suspeitava de nossa apresentação surpreendente. Ao final do primeiro 'set',Gustavo confessa-me que desde que chegou por aqui,ainda não havia encontrado oportunidade de tocar essas canções.Uma vez que participa de um grupo de jazz,multiétnico,portanto uma outra linguagem musical. Já com os brazucas e japinhas que produzem música brasileira no arquipélago, o repertório é bem diferente e distante do que apresentávamos aquela noite. Fico feliz por ele,que arrasou no sax alto(bem timbrado),soprano(afinadíssimo) e flauta (na oitava correta ao minimalismo de nossa apresentação).Ele foi ovacionado pela platéia,contrariando a regra de que qualidade musical é sinônimo de erudição. violão e voz:Pituco *clique no título e 'coming together'. namaste Escrito por Pituco às 10h54 [] [envie esta mensagem] Faz-me-rir Dia primeiro de abril assisti ao programa “Ensaio” da Cultura (também conhecido pelo apelido de “Feijoada” por mostrar apenas partes do entrevistado: orelha, nariz, língua etc). Escrito por Castelo às 13h44 [] [envie esta mensagem] Trovinha Nada mal essa prova de carinho e tesão Pegar no meu pau quando estou com o cu na mão Escrito por Patérvio Gulabo às 11h18 [] [envie esta mensagem] Dreams comes true Sonho é igual cinema, tudo é possível. Noite dessas,sonhei que estava namorando a Pimentinha (Elis Regina).Tinha até trilha sonora.A música era Fotografia,do Jobim,revelando esse nosso encontro astral.Eu e a cantora curtíamos o pôr-do-sol,em um terraço à beira-mar.Muito pueril. Fico imaginando se fosse com a Gal Costa.Apesar da baiana ter sido muito dengosa na juventude, a transa sugere algo mais trópico carnavalesco.Talvez,o trio elétrico de Dodo e Osmar? Quem sabe, O Balancê? Com Bethania, só se for pra pegar na mão e ir oferecer rosas brancas a Yemanjá.Passou disso, é preciso estar atento e forte,pois o carcará,pega,mata e comi! Uiu! Marisa Monte, é transa platónica,ao som da guitarra do Arto Lindsay e Arnaldo Antunes lendo um poema concretista mixado com a narração de uma partida de futebol, pelo campeonato nacional. Rita Lee é sexo nasal e muito rock'n roll. Tetê Espíndola seria uma transa naturalista,no pantanal matogrossense,com Hermeto Pacoal regendo uma orquestra de grilos e ela imitando um tuiuiú. A luxúria em estado alterado,não é apenas uma projeção minha com as divas nacionais,não! Janis Joplin com Cosmic Blues, não seria um sonho,seria um delírio. Celine Dion cantando My Way, quatro tons acima do original, é sexo oral, mesmo! Norma Jersey e Yma Sumac, juntas, cantando Babalú,um pesadelo. E uma transa com Joan Baez seria um sonho de dar muito sono. Já,com a bella musa, a melhor trilha seria...Carinhoso. namaste Escrito por Pituco às 14h16 [] [envie esta mensagem] AH É, É?? Deu na Folha Ilustrada de Sexta Feira(30/03/2007):
"Sei que vão me chamar de traidor, porque gravei o acústico MTV por uma grande gravadora", diz Lobão Perto dos 50 anos, cantor diz que não há porque continuar briga com gravadoras Traidor não. Vamos chamar de filha da puta, vagabundo, sacana,mentiroso e vendido!! Escrito por Lizoel às 13h58 [] [envie esta mensagem] Informação Todo o conteúdo deste blog foi escrito ontem na sala de espera do aeroporto de Congonhas. Escrito por Castelo às 09h07 [] [envie esta mensagem] | ||||||