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Pílulas do Doutor Castelo

Aí o metrossexual virou para um colega de salão de estética e disse: "ah, meu filho, quem tem cútis tem medo, né?".

Escrito por Castelo às 14h37
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Como se divertir (mais ainda) num motel

- Girar 180 graus na cadeira erótica, berrando: "Ziiim, zóiiim!"
- Bater na porta da suíte ao lado e perguntar se foi ali que pediram um bacalhau.
- Repetir a operação do ítem anterior nas outras 117 suítes.
- Chamar uma garçonete e atender à porta pelado.
- Levar um grupo de amigos e sair vendendo Tupperware pelos quartos.
- Botar o carro na frente do quarto, levar uma mangueira e lavá -lo.
- Na entrada do motel, dizer ao porteiro que viu a esposa dele entrando ali com outro.
- Levar um megafone e gritar de sua janela: "Rosinéia, sua cachorra ordinária, eu sei que você tá aqui, lazarenta!"
- Levar seu cão dinamarquês, ligar para a recepção e pedir água, camisinhas e ração Bonzo.
- Ficar de pé na portaria dando "oi" para os carros que entram e saem.
- Antes de chegar à recepção, baixar as calças, encaixar o RG no meio das nádegas e entregá-lo à mocinha falando: "Boa-noite, sou um boneco de neve e queria uma suite com ar condicionado bem geladinho".
- Dizer que é voyeur e pedir um quarto com vista para o quarto dos outros.
- Ir desacompanhado e perguntar se a recepcionista não quebraria seu galho.
- Ir com a família inteira até a porta do motel e indagar ao vigia quanto custa o aluguel e condomínio dos "chalés".
- Perguntar ao segurança do motel se ele, por acaso, é michê.
- Interfonar para a cozinha pedindo um peru e dois ovos.
- Ir a pé.
- Dizer ao atendente, na portaria, que está com um cadáver no porta-malas e que precisa de ajuda para colocá-lo na cama.
- Tirar todos os produtos do frigobar e colocá-los dentro da sauna ligada pra ver o que acontece.
- Ligar para a recepção pedindo uma bomba de encher pneu porque sua boneca inflável está vazando.
- Antes de sair do quarto, deixar um despacho completo, incluindo galinha preta, charuto e cachaça, tudo ao lado da cama.
- Descolar tinta preta, pincel, brocha e promover uma pintura estilo dark na suíte.
- Espalhar KY Gel em todo o quarto: lençóis, tela da tevê, frigobar, toalhas, abajures, tapetes, espelhos e paredes.
- Levar um filhote de patinho e, ao ir embora, deixá-lo nadando na piscina.
- Promover um apagão no motel inteiro jogando o secador ligado na Jacuzzi.
- Pagar o motel com tíquete-refeição.


Escrito por Castelo às 09h53
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Como se falava à época de FHC e como se fala no tempo de Lula

PRIVATIZAÇÕES

ERA FHC: "E então, ministro, vamos privatizar de uma vez por todas
esse setor de telefonia?".

ERA LULA: "E então, ministro, vamos achacar de uma vez por todas esses
fdp’s donos de empresas de telefonia?".

SAÚDE

ERA FHC: "Pelo amor de Deus, minha filhinha está agonizando e não tem uma vaga pra ela nem no corredor desse hospital público!".

ERA LULA: "Pelo amor de Deus, minha esposa, meu filhinho, meu filhinho e minha sogra estão morrendo e não tem nem um hospital público!"

CONTRATOS

ERA FHC: "Dá pro Motta assinar".

ERA LULA: "Não li o que assinei".

COSTUMES

ERA FHC: "Mulher magnífica essa Luiza, elegante, fina e casada com um investidor internacional".

ERA LULA: "Mas fica uma gostosa essa Heloísa Helena quando põe minissaia, olha os pernão!".

EMPREGOS PÚBLICOS

ERA FHC: "…estudou Direito em Yale, Economia na Universidade Paris-2, fez estágio na Monsanto e ainda é membro do board internacional da Coca-Cola Company. Além do mais foi indicado por um diretor da Rede Globo. É perfeito para o cargo".

ERA LULA: "…ficou dez anos no exílio. Durante esse tempo, recebeu treinamento de guerrilha urbana em Cuba. Ferido em Angola, voltou à Ilha e passou a atuar como assistente-de-ordens direto de Fidel. Além do mais foi indicado por um diretor da Rede Globo. É a pessoa para assumir o posto".

MST

ERA FHC: "O presidente deu ordens expressas para Tropa de Choque baixar o pau nesses bagunceiros desses sem-terra".

ERA LULA: "O presidente mandou baixar o pau nos sem-terra. Mas amanhã. Hoje ele vai tomar um aperitivo com eles.

MÚSICA

ERA FHC: "Chico Buarque é repetitivo".

ERA LULA: "Cadê o Chico Buarque?".

LÉXICO

ERA FHC: "Não me venha com esse nhenhenhém de fracassomaníaco, seu neobobo".

ERA LULA: "O companheiro é companheiro mesmo ou não é companheiro? Hein, companheiro?".

MESADAS

ERA FHC: "Já mandaram o semanalão dos deputados?".

ERA LULA: "Já liberaram o mensalão do pessoal da bancada oposicionista?

DEFINIÇÕES

ERA FHC: "Não vamos fulanizar o debate…".

ERA LULA: "Não vamos sicranizar o imbroglio…".

CONSENSOS

ERA FHC: Consenso de Washington.

ERA LULA: Consenso do envolvimento do presidente em maracutaia.


Escrito por Castelo às 09h32
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Rede Globo manda Tom Jobim para o Inferno

 

Ando tão à flor da pele, mas qualquer beijo de novela ainda não me faz chorar. Porém, confesso que ontem estava com o fio meio desencapado.

 

Primeiro, a linda poesia do Castelo para esse filho degenerado, chamado Língua. Depois, o especial Tom Jobim na Poderosa. 

 

Acho que tava meio sonado - acordei cedo pra dedéu mesmo sendo um domingo – comecei a assistir e a achar tudo aquilo triste e bonito.

 

Mesmo para o autor de versos provocativos como A Bossa-Nova é um saco! Eu não sei se gosto muito do Tom Jobim, que abrem a música Insatisfaction (aliás, tudo na letra dessa música é pura provocação e não significa necessariamente sentimentos verdadeiros) foi difícil não se deixar envolver.

 

Pude rever nosso maestro galã, lindo e garboso, duetando com mister Old Blue Eyes, e constatar a ação implacável do tempo, que o reduziu a um arremedo de Luiza Erundina.

 

Assisti ao desfile de imagens de tanta gente querida e talentosa: Vinicius, Elis, Sinatra, Sting... hoje todos mortos.

 

Aliás, a visão dos dois gringos me fez lembrar da notícia de ontem sobre a premiação, no festival de Sundance, do documentário sobre o crime e a corrupção no Brasil. Pensei: nós, artistas, e os políticos corruptos estamos juntos nisso. A gente divulga a imagem do Brasil lá fora.

 

A presença do mestre Chico, as imagens de arquivo, tudo isso foi dando um nó na garganta. Que geração esplêndida! Fiquei imaginando essa garotada de hoje em dia, com a nossa idade, acessando no monitor de plasma da TV Interativa do futuro o arquivo do especial de 80 anos do Jota Quest ou da Ivete Sangalo.

 

Pra arrematar, após os créditos do programa, take do maestro lendo um poema magnífico do Drummond. Não sei se tomado pelo sono ou se realmente envolvido por aquilo, me deixei hipnotizar. Uma lágrima marota começou a brotar no canto do olho, prestes a escorrer.

 

Nem percebi quando acabou e nem o instante seguinte, quando entrou o Domingo Maior. A voz do locutor me despertou do torpor, com um sonoro INFERNO! (esse era o título do filme que começava).

 

Caiu a ficha, voltei ao normal. Mas uma vez me dei conta de que na aldeia global as emoções são baratas, as tristezas passageiras, os sentimentos descartáveis. Malhações, Big Brothers e Faustões passaram pela minha cabeça em frações de segundos, como num filminho acelerado. Recolhi a lágrima, abri um sorriso no rosto. Me lembrei, pela milionésima vez, da razão pela qual me tornei humorista e não um poeta.



Escrito por Laert Sarrumor às 14h11
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E dá-lhe Concheta!

 

O Castelo bem que podia dedicar uma poesia à sua filha mais famosa e escrachada.

 

Vejam só o que andam fazendo com ela por aí.

 

No meu caso, meu filho mais ilustre não foi parido. Foi cagado. E agrada em cheio à petizada, que insiste em dizer que é do Hermes e Renato (confira aqui).

 

Agora, essa bicha Pescoço dançando com um guarda-chuva aberto, ao som de um radinho de pilha, coreografando até o “Olha o Gás! Olha o Gás!”, é algo de surreal (veja aqui). Mais Língua de Trapo impossível.



Escrito por Laert Sarrumor às 14h07
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Sobre o Éter

Posto aqui por causa do comentário do Ralph (logo abaixo e relacionado ao texto "Meu Filho, o Éter"). Ele pergunta se as palavras ali teriam a ver com a Rádio Matraca. Eu diria que sim, indiretamente. Quem comete mais poesias aqui é o Guca e o Pituco. Contudo, como me meti a vate ontem, clarifico - apesar de acreditar que não se leva ao pé da letra as palavras de um poeta, nem mesmo de um letrista como eu. Bem, este é um velho texto que guardava comigo. Eu o escrevi quando o LT parou por um tempo, nos 90. E o dediquei ao Domenico porque a idéia saiu de um jato, logo após uma conversa com ele sobre os rumos que seguiríamos dali pra frente. Nesse tempo eu estava lendo "Poeta em Nova Iorque", do Lorca, e as imagens meio surreais do espanhol estavam me influenciando bastante. Na verdade, Ralph, o texto é sobre um filho. O Língua. O resto é a sua imaginação que vai dar.



Escrito por Castelo às 22h14
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What??

 

Um tiozinho, que se auto-intitula Tiozinho, escreveu o comentário que reproduzo abaixo, ipsis literis:

 

Valeu, Língua de Trapo! Faço coro junto ao LCouto. Adolescente ao final dos anos 70, era amigo e vizinho de Luiz Lucas, na velha Vila Olímpia (SP). De João Lucas só me lembro de tê-lo visto sempre de madrugada, levando o seu cachorro para passear (aliás, por onde andam? incluindo o cachorro, naturalmente). No muro em frente à casa deles assisti inesquecíveis performances de André Geraissati. Alguns anos mais tarde, já na faculdade, fui também presenteado com uma fita de um grupo novo, na qual se destacava a impagável "Concheta". Lembro-me de subir ao palco do Fábrica do Som para disputar dois ingressos para o programa do Boldrin, porque o Língua lá se apresentaria. Sou frequentador recente deste território do livre abobrejar, mas já simpatizei por todas essas "figurassas" que por aqui desfilam. Sou imensamente grato ao evento bedeliano - nem seria necessário ressaltar que graças a ele pude tirar um atraso de décadas, não é minha florzinha de maracujá? Vida longa ao BDL!!!

 

Explique-se, “florzinha de maracujá”!

 

(A propósito, os irmãos Lucas vão muito bem, obrigado. Recentemente deram canja no show comemorativo dos 25 anos da banda. João Lucas - que na ocasião cantou Deusdéti, acompanhado no contrabaixo pelo filho Ivan - pode ser facilmente encontrado no yorkut, na lista de meus amigos. O cachorro, Heitor, infelizmente já reside no Pet Cemetery).



Escrito por Laert Sarrumor às 17h24
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Enquanto Carminha peca, o Rildo ora

 

Carminha, minha ex-vizinha. Morávamos na mesma rua, uma rua nobre e carminha, como ela própria.

 

Agora Carminha nos apresenta mais uma pessoa, uma linda Pessoa, sua sobrinha.

 

Entrem no blog dela, Uma certa Pessoa, deixem um comentário, ela vai curtir. Só não xinguem a Tia Carminha nem o Tio Rildo, que aí ela vira onça.



Escrito por Laert Sarrumor às 17h20
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Meu filho, o éter (Para Guca Domenico)

eu tinha um filho
lua risonha e cínica
que fazia da seca
uma saca de milho
bom de estalar

meu filho
(que às vezes era uma moça
outras vezes um rapaz)
açoitava corações e tripas
com sua língua de pano
de contralto mudo
e não raras vezes seu silêncio
chamuscou o ócio duro
das beiradas do lago paranoá

o sangue de uma guerra inteira
eu derramei por este infante
e agora, onde andará?
morreu na tarde?
fugiu pro mato?
correu da peste?

eu tinha um filho
canção estranha e franca
um fabricante de aconteceres
que fazia de cometas estrelas

e agora dele
não resta um grão de pólen
uma pétala de violeta assassinada
uma casca do que já foi pão

meu filho queria ser éter
e hoje vive no ar
a plenos pulmões


Escrito por Castelo às 15h24
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Qualquer Bosta

Taí, Betho. Bom fim de semana a todos.

Escrito por Castelo às 09h48
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Qual é o significado?

"O que está embaixo é como o que está no alto,
e o que está no alto é como o que está embaixo".

Hermes Trismegistus escreveu em uma tábua de esmeralda.

namaste



Escrito por Pituco às 04h10
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Castelo manda e o povo obedece

Como candidato único do Língua de Trapo a presidente do Brasil e do blog em 2010,
não vejo necessidade alguma de abrir meus sigilos (ui!). Ponto e vírgula.
E Guca, não me enche o saco que, em relação à minha pessoa e ao povo do brogue, tu aqui é minoria.
Ou seja, se me atuzigares de novo vais prum exílio bem longe do BDL.
Publique-se.


Escrito por Castelo às 15h55
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Porra, gostei dessa fuleragem

Bom, esperei dar mais de meia-noite pra deixar o espaço aqui do BDL totalmente para a nossa querida ratatulha.

Só agora fiz a reentrada em respeito a isso.

E, porra, sabe de uma coisa? Gostei de ver essa fuleragem toda aqui.

Como disse lá no sarau pros poucos com quem conversei (tanta gente, tantas emoções, tanta cerveja), essa idéia do blog me veio porque eu já carregava algumas andanças online (Castel-O-Rama, Privadas do Mundo, Aboboral). E acabei percebendo que essa expertise de humor do LT poderia se reverter em algo com força suficiente pra carrear gentes e gentios pra um espaço virtual determinado. Uma vez esse povo e a gente ali, não ia dar coisa boa ( e eu sou apaixonado pelas coisas que não são propriamente boas. Se não fosse assim, eu estaria fazendo letras pra Shakira).

Quando escrevi aquela frase em inglês que o Laert pinçou, não tinha a menor idéia do que rolaria aqui. Nunca imaginei que, menos de um ano depois, pessoas se deslocariam de lugares tão díspares pra se cruzarem em torno de um prosaico sarau na Vila Madalena. Ou que o irmão do Zé Geral fosse ficar xavecando todas as saias da festa. Nem que joelho da Virgínia fosse

tão parecido com uma careca. Muito menos que eu acabaria compondo um disco inteiro de canções inéditas com o Pituco  - letras via e-mail até o Japão, melodia de volta a São Paulo pelo mesmo meio, Skype pra acertar os detalhes.

Enfim, essa caneca da gente pode ser tosca, mas é com ela que a gente bebe. Campai!



Escrito por Castelo às 23h18
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EDIÇÃO ESPECIAL – ANIVERSÁRIO DE UM ANO

 

O número um

No dia 25 de janeiro de 2006, às 10 horas e 27 minutos, Carlos Antonio de Melo e Castelo Branco - Tainho para os íntimos, Castelo nas artes e na publicidade, Carlos Melo para os aficionados do Língua de Trapo – publicou o post abaixo, o primeiro deste Blog do Língua.

25/01/2006 10:27 - publicado por Castelo  

Hello. We are not here to be polite and make friends

São Paulo, 25 de janeiro de 2006. Dia da comemoração dos 452 anos da cidade. Começa hoje, junto com a candidatura de Paulo Maluf a governador, o "Blog do Língua". Como é que é o negócio?

  [ 6 comentários aprovados]

 

De lá pra cá, muita água rolou debaixo da ponte, e continua rolando, é só ver as eternas manchetes sobre enchentes.

 

Segundo o reloginho aí do lado (que não é nada confiável) o BDL já recebeu mais de 83 mil acessos, o que dá uma média diária de 227 visitantes (o que também não é grande coisa).



Escrito por Laert Sarrumor às 16h37
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Falha... Nossa!

 

O Betho Donegá me mandou o texto abaixo na terça à noite e por minha culpa, minha máxima culpa, acabou-se perdendo no meio da barafunda de mensagens que polui a caixa de entrada do meu computador. Mil perdões, Betho, mas taí. Antes tarde do que mais tarde.

 

Aproveito e tomo a liberdade de transformar em post o comentário do Luis Couto, nomeado recentemente como c(h)ifreiro oficial da banda e o mascote dos comentaristas do BDL.

Achei seu testemunho porreta, Luis, ainda que meio babão...

 

Beijos de Língua



Escrito por Laert Sarrumor às 16h29
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A Mentira tem Língua Curta

 

Caros Bedelianos, os postadores oficiais desse brogue tentam de maneira torpe enganar a todos nós, seis leitores.

 

O Bardo Guca Domênico, postou ainda esta semana, dizendo que dava milho a pombos tontos. Disse mais, o vate. Arrumou uma amante pro Castelo e ainda proclamou a falta de virilidade do pré-ancião numa viagem a Katmandú.

 

Em outra tentativa de nos ludibriar disse que Pituco-San, o etéreo, estava em posição de lótus em seu magnanimo vaso sanitário nipônico.

 

Continuando os arroubos de falta de sinceridade nos disse que Laert, arrumava guarda-roupas. Ora, ora, ora, caros Bedelianos... Eis que senão quando, chega em minhas mãos a prova cabal de que tudo não passa de mentiras deslavadas.

 

Estão todos  na Cidade do México. Para lá rumaram com a intenção de homenagear a verdadeira musa inspiradora de todos eles: SHAKIRA!

 

 

Isso mesmo, bedelianos!! A foto (claro que é do sempre desatento Dagomir Alvoso) mostra o momento exato em que a agraciada levanta o Troféu-Língua.

 

Podiam ter dado o prêmio, senhores, mas não precisavam ficar envergonhados!



Escrito por Betho Donegá às 16h26
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O Língua de Trapo nunca foi só uma banda e vocês sabem disso. O Língua influenciou uma geração. Vocês, seus putos, são responsáveis pelo que eu sei e penso das coisas hoje... Coisas de tudo, de política, humor e vida. A irreverência que nós sempre quisemos ter e não tivemos por motivos alheios às nossas vontades e pelo bem das nossas covardias. Vocês são corajosos, muitos não são e não foram ou não mereceriam ser. Se um amigo não tivesse me pedido a música talvez eu nem soubesse que o LT existia ainda. Não há o que pague o pouco de cultura que vcs botaram nas pobres cabecinhas da minha geração, e eu adoraria fazer isso pela geração do meu filho. Ah, quer saber? Vão se fuder!

 



Escrito por Luis Couto às 16h23
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DESEMBUCHA QUE EU TE OUÇO

 

“Tia Clara ,

Tenho 25 anos, olhos verdes, cabelos castanhos, longos e sedosos...  Sou alta, morena, superbronzeada, siliconada... Enfim, gostosa mesmo. Tenho uma loja de presentes finos aqui na minha cidade. Nem precisaria trabalhar, pois meu pai é usineiro e dono de uma das maiores fortunas deste país. Há um ano, namoro um fazendeiro rico, lindo e carinhoso, que me satisfaz sexualmente de um jeito animal. Apesar de tudo isso, NÃO SOU FELIZ! Tia, por favor, a senhora pode me dar um conselho especial?

Priscila, de Ipaussu, SP”

 

On

 

- Pri, minha filha... Vai tomar no CU!

Produção... o próximo, por favor.

 

 Off

 

- Ô Pereira... Quem foi o estagiário incompetente que selecionou esse e-mail? O quê?... Nem quero saber se é o filho do dono da emissora, mande esse Fafalo pro olho da rua agora mesmo!

 

 

Tia Clara é jornalista e vidente. Ao contrário de alguns aqui do BDL, com dupla ou tripla, ela não possui personalidade alguma, muito menos caráter. Essa charlatã profissional dá IBOPE agitando as madrugadas como conselheira do Desembucha Que Eu Te Ouço, um programa da Rádio Terapia. Não tem explicação, mas deve ser porque um bando de gente carente gosta do seu estilo curto e grosso de dizer sempre o que cada um pede (e paga) para ouvir. Quer testar? Escreva para tiaclara-vidente@hotmail.com. A primeira consulta é grátis (e também uma armadilha: depois você gasta toda sua grana com essa bruxa trambiqueira).



Escrito por Virginia Finzetto às 03h29
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Da série não confunda

 

 

"pato-no-tucupí" com entupi o cu do pato

 

"capitão-de-fragata" com cafetão de gravata

 

"bife de caçarolinha" com rifle de caçar rolinha

 



Escrito por Eleutério da Quintanilha às 03h25
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PAC

 

PROGRAMA AGRAVA CRISE

 



Escrito por brasilseguenacontramão às 03h22
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Pensei comigo...

 

- Que responsabilidade essa de “postar” algo aqui, em meio a mentes tão brilhantes! E no fato da “responsabilidade” ser uma coisa muito em falta nestes tempos. Preferi falar sobre a irresponsabilidade:

 

01 – A irresponsabilidade das leis que são criadas para defender somente seus criadores!

 

02 – A irresponsabilidade da maioria do povo brasileiro, que ao ser alertado para o fato de que o que importa realmente é a educação, virou as costas e aprovou a sacanagem e a bandidagem institucionalizada!

 

03 – A irresponsabilidade do governo que colocou um plebiscito para cobrir um mal muito maior que o de se ter ou não armas e a irresponsabilidade maior ainda da grande maioria do povo, que aprovou o armamento!

 

04 – A irresponsabilidade dos governantes de quase todas as capitais, que ao concluírem seus mandatos, saíram afortunados, pançudos de tanta comida, possuidores de tantas terras e bens móveis e imóveis, que pouco se importam com a  dívida que deixou para seu Estado e do mal que causou para gerações!

 

05 – A irresponsabilidade dos políticos de uma maneira geral em pleitear aumentos abusivos em suas remunerações.

 

06 – A irresponsabilidade do governo em criar programas sociais enganadores e maquiavélicos, que estão afundando nossa classe média e colocando a própria segurança nacional em xeque!

 

07 – A irresponsabilidade dos militares e políticos que aumentam cada vez mais o “rombo” por conta de suas mirabolantes aposentadorias do “nada fazer” de pai para filho, desde muito antes dos regimes ditatoriais pelos quais passamos!

 

08 – A irresponsabilidade dos meios de comunicação, principalmente das tvs, que poderiam contribuir e muito para a melhoria de nossa qualidade de vida e no entanto, bombardeiam diariamente as mentes fracas da maioria de nosso povo com programas que fomentam a ignorância, o ostracismo e o desaprendizado!!!

 

09 – A irresponsabilidade dos senhores pais e mestres, principalmente os mestres, por não exigir do governo, mudanças bruscas e radicais em nossa educação e no método de ensino!

 

10 – A irresponsabilidade de se criar um programa, às pressas, sem realmente cortar os “males” existentes nos gastos da máquina governamental e em seus abusivos salários e “retiradas”, para que o país cresça “na marra”, prejudicando ainda mais o povo trabalhador e colocando em risco direitos adquiridos por muita luta e sangue!

 

Todo o escrito é de minha responsabilidade!



Escrito por Zé Geral às 03h19
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Sexo para mim é com o dedo ou com a língua. Dedo para contar e língua para mentir, hehehehehehehehe.   Abraços linguarudos para todos os manos e beijokas para as minas. Parabéns São Paulo e menos crateras nos  metrôs. Parabéns ao Língua de Trapo...O Blog do Caralho.

 

Marcos Kastro (meu nome é com K, porra), ser estranho de boas entranhas e uma cara meio ou inteiramente feia. Poeta de poucas palavras e com um grande órgão cheio de amor para dar...O coração.



Escrito por Marcos Kastro às 03h16
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PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES

 

A FLOR

 

Encontrei outro dia uma flor

Boba, daquelas que nascem em qualquer lugar, pendendo entre as grades do portão de um edifício.

Ri daquele despropósito...

Olhei novamente

Não despropósito... liberdade!

Sorria ela agora...

O bobo era eu

 

 

(Baseado em fatos reais. O Rildo me relatou essa experiência. Sugeri a ele que a transcrevesse e aí está)



Escrito por Carminha às 03h11
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Despertar

Lenta e preguiçosamente

desperto com raios de sol

acariciando meu rosto

Da janela vejo um Matisse,

formado pelas flores do meu jardim.

O canto dodecafônico dos pássaros,

elevam minha alma.

Sinto-me, uma vez mais,

forte, capaz,

inspirado.

Mas o rápido olhar lançado em sua direção,

mostra a dura realidade,

PUTA QUE PARIU!!!

Tô atrasado de novo.



Escrito por Douglas Doug às 03h07
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ADESTRADOR DE COMPUTADOR


Alguns anos atrás teve uma moda de inteligência artificial; ensinava-se (ou tentava-se) o computador a falar que nem gente.

Coincidentemente, após um Processo Seletivo Interno, fui gerenciar, na realidade "criar", uma área nova na CAIXA ECONÔMICA FEDERAL que, entre outras tarefas voltadas para a melhor utilização da tecnologia para atendimento ao público, estava também montando o sistema de telemarketing (hoje um realidade, mas já terceirizada há muito). Tínhamos portanto que ensinar os computadores a "falar" com nosso público (criar e gravar mensagens mais apropriadas, fazer com que à cada acionamento do cliente que estava ao telefone, ele tivesse respostas básicas e que somente em último caso necessitasse chegar a um atendente humano... economia....).

E eu, até por gostar de escrever e ser bom em lógica, fui um dos escolhidos. E, entre outras tarefas, fui lá: "adestrar computador".

Ser bom em lógica significa que tenho pensamentos muito básicos. Sei, por exemplo, que quando alguém pergunta: "Qual o seu nome?" / "Teu nome?" / "Nome, por favor", devo responder o meu próprio nome. Ou quando perguntam: "Que horas são"/ "As horas"/ "Tem horas", devo fornecer as horas.

E assim eu ia educando a máquina... Bons tempos...

Em vista da minha dedicação de 10 a 12 horas por dia, aquilo acabou por envolver-me por inteiro. Comecei a usar a mesma técnica na minha vida. Quando me perguntavam: "vamos pegar um cinema?"/ "tá a fim de um cinema"/ "que tal um cinema hoje?" Eu respondia: "Sim, gosto de cinema".

Perdi muitos amigos nesta época...

(inspirado em idéia da Índigo)



Escrito por Joaquim Roberto às 03h02
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O Pato - com música

O Pato - depois da gripe aviária

versão: Castelo

violão e voz: T. Pituco Freitas

CLIQUE AQUI E OUÇA 

namaste



Escrito por Pituco às 04h41
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Engas¨!%*#gando com as palavras

Quem fala mais de um idioma, na rotina de seu dia, sabe o que é engasgar com as palavras.

Para alguns pode parecer 'frescura' essa amnésia repentina e a troca do original em outro idioma.

Mas determinadas expressões e designações ficam impregnadas em nosso vocabulário estrangeiro, brotando com mais facilidade.

Talvez o uso frequente do verbete em outra língua promova essa atitude linguística.

 

Tenho um amigo japonês, que foi criado no Rio de Janeiro, dos 6 aos 16 anos de idade.

Sempre que nos encontramos, conversamos em português, óbvio.De qualquer maneira, ele fala fluentemente melhor o inglês e japonês.

Dependendo da empolgação do nosso 'papo', lá vem uma palavra em inglês, uma tradução literal do nosso idioma para o japonês ou mesmo uma interjeição estrangeira.

Curioso que esse amigo, espontaneamente, faz a contagem numérica em português, apesar de muitas vezes estarmos em uma roda de outros colegas japoneses, conversando em 'nihongô'.

Imagino que seja a primeira alfabetização.

A comprovação dessa teoria foi conhecer, há pouco tempo, um norte-americano que foi criado no Brasil, até os 10 anos, e que também apresenta o mesmo fenômeno.

 

Invariavelmente, estou eu engasgando com palavras, até no Brasil.

Dentro do táxi, no Rio, enquanto o motorista, fazia acrobacias no trânsito, eu gritava: 'abunai,abunai,abunai'! (perigoso,perigoso,perigoso).

Ele me perguntou: 'o que é que o sr.está falando'?

Eu respondi: 'não tem tradução exata.Mais ou menos assim.Se você não dirigir mais devagar, pare agora que eu desço aqui'!

O taxista ainda retruca: ' o sr. disse tudo isso só com aquela palavra'?

Eu incisivo: 'sim'.

Ele continuou: 'eu num entendi nada'.

Eu finalizei: 'pra bom entendedor, meia palavra basta'.

 

Mas,existem situações constrangedoras.

Em um seminário para brasileiros,aqui no Jp, engasguei-me com a palavra 'diabetes' .O que vinha era o similar em 'nihongô', ou seja, 'tônyo byô'.

Fiquei alguns instantes naquela indecisão e num vascilo, proferi o verbete japonês.

Primeiro, a surpresa geral.Depois, os risos.E por fim, alguèm me corrigiu.

Pra driblar a situação, completei: 'que bom que vocês, ainda, não enlouqueceram, morando aqui'!

Até com minha família ao telefone, vira e mexe, estou engasgando com as palavras.

Eu avisava minha mãe que estava enviando de presente um 'pendante' confeccionado por aqui.Ela não etendia.

Eu insistia: 'pendante', aquilo que se pendura em uma corrente, no pescoço.

Ela começou a rir e disse: 'filho, você quer dizer, pingente'.Em japonês é o mesmo que inglês, 'pendant head'.

 

Nessas horas é que me penso: se eu me fosse mudo seria melhor!

namaste



Escrito por Pituco às 23h18
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O PATO - DEPOIS DA GRIPE AViÁRIA

O pato
Vinha espirrando alegremente
Atchim, atchim
Quando um marreco catarrento pediu
Para entrar também na gripe, na gripe, na gripe.

O ganso
Gostou da dupla e fez também
Atchim, atchim
Olhou pro cisne e foi dizendo assim
Que o quarteto ficará bem, muito bom, vai por mim

Na beira da lagoa foram ensaiar
Pra começar a tossir, cuspir e escarrar

A voz do pato era mesmo um desacato
E o gargarejo com o ganso era mato
Mas eu gostei do final
Quando espirraram em coro
Ensaiando o vocal
Atchim, atchim, atchim
Atchim, Atchim, Atchim...

Escrito por Castelo às 17h18
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Refletindo no domingo

Domingo é uma merda. Tremendo dia de corno. O porra acorda, olha em volta, e vê aquela bosta de dia, modorrento para caralho. Aí, pra se distrair da ziquizira de um período escrotal assim, faz o quê? Lê o jornal. No jornal, uma caralhada de notícias mais requentadas que jornalismo da Rede TV. Bom, daí tenta-se a televisão. Futebol, tipo Santos e Barueri. Ou então, mais de noite, as pegadinhas do Faustão (com as datas de gravação das câmeras de vídeo de 1998 pra baixo). Resta vir nessa bodega de blog. Aí o que o palhaço vê? Essa coisa metida a embucetada aqui, mas que, no fundo, é uma tremenda empulhação. Ou vocês acham que essa pocilga tem correspondente no Oriente? Tem, só se for no Jardim Japão, bróder. E namaste pra vocês todos. Bem no loló. 



Escrito por Esmeraldo Esmegma às 20h58
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Refletindo no final de domingo

Domingo é do(r)mingo, por isso todo mundo dorme até mais tarde.

E, está ligado àquela preguiça total e ao almoço com a macarronada da mamma.

Domingo,em japonês não existe.Todo dia da semana começa com a segunda-feira.Dia de batente.

 

No calendário chinês,também não consta essa data,porque Budha não construiu o mundo em sete dias.

Essa tarefa foi confiada a Deus.

Portanto, Budha não precisou descansar, no sétimo dia.

E os outros dias da semana não têm nomes, porque não existem astros e nem estrelas japonesas.

É tudo uma cópia americanizada de Hollywood.

 

O oriente distante é a terra do sol nascente.E, o sol nasce pra todos.

Só que o Sol,quando chega no Brasil, já tá meia-bomba!

Então,ele quer descansar e por isso, não pode nascer pra todos,aí.

 

Sou religioso, sem religião, e me douro ao sol.

Afora isso,sinto o bicho pegar,todo final de domingo,depois de ter ralado o dia inteiro.

Vou fazer uma faxina no apê, lavar roupa e cozinhar algum angu,pois aqui,contratar pessoal pra essas tarefas custa muito caro.

Depois, vou vibrar, abrindo o Blog do Língua e tentar ser feliz...(essa última frase é uma puxadinha de saco,mesmo!)

namaste



Escrito por Pituco às 13h09
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Pensatas do Pituco

momento escatológico.

Fezes também é cultura!

namaste



Escrito por Pituco às 02h22
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Pensatas do Pituco

Essa saiu quentinha, num comentário meu, aí em baixo.

'Bostas cagadas não voltam ao cu'.

namaste



Escrito por Pituco às 11h29
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Pensatas do Pituco

Eu não quero generalizar, mas japonês é tudo igual!

namaste



Escrito por Pituco às 11h15
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Pra Bella Moça do sarau

Tô com mania de você! (clique e saiba)

namaste

 



Escrito por Pituco às 03h57
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Pílulas do Doutor Castelo

É tanta pirataria em São Paulo que ninguém mais acha máfia japonesa, só a coreana.

Escrito por Castelo às 18h24
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Buemba! Buemba! É nóis no You Tube, mano!

Ieu, Castelo, o Bardo, Zé Geral, as mina, tá todo mundo lá!

Nosso agradecimento muito especial às Kz Sisters, Mariana e Gabriela. E um Beijo de Língua no Sharutto (uuui!).

Assistam aqui

 



Escrito por Laert Sarrumor às 14h59
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Dica do dia

Como bem lembrou o Betho no post abaixo, hoje é o "Dia Internacional do Riso". Portanto, mesmo que você tenha acordado com o espírito de Esmeraldo Esmegma, saia do buraco e Sorria!!!!



Escrito por Lizoel às 09h27
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Imprensa Esmeraldina

Minha conclusão é a de que esse sarau foi uma merda.
Sim, passei por lá. Mas não teve um corno, uma desgraçada pra vir falar comigo.
Assisti o show (show?) de três velhotes querendo bancar os engraçados. Caguei. E de um cara de boné, xavecador de mina, com umas músicas mela-cueca pra caráleo.
Vomitei. Não vi graça nenhuma naquela porra. E parece que o Lizoel tocou em espírito, porque o que tinha de microfonia naquele palco só podia ser ele executando uma Dolphin empenada.
Toda hora que eu botava meu copo de cerveja (quente pra cacete) no bico, vinha alguém com uma bosta de uma câmera digital do Stand Center pedindo licença pra fotografar as guampas de um filho da puta.
Não volto mais numa roubada dessas. Vão se foder, bróder.
Mas serviu pra eu entender o que significa pocket-show. Você vai feito um cuzão num show, o show é uma merda e ainda enfiam a mão no teu pocket pra tomar 30 paus.
Porra, cheira meu ovo!


Escrito por Esmeraldo Esmegma às 19h39
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Pílulas do Doutor Castelo

Só tem uma coisa pior que uma Parada Gay: uma Andada Gay.

Escrito por Castelo às 13h22
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Bosta por bosta... posta!

 

Parafraseando Milton...

 

Guca, cadê você?

 

Castelo, cadê você?

 

Pituco, cadê você?

 

Lizoel, Shibata, A. Pest cadê você?

 

E já passou não quer postar

 

Caiu no buraco, caiu no mar



Escrito por Laert Sarrumor às 12h18
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