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Acabo de ver Carolina Magalhães, a bela neta de Toninho Malvadeza, fazendo uma ponta na novela do Foguinho, no papel de... uma Garota de Programa!

 

Ironia? Metalinguagem? A arte imita a vida?

 

Pois a política não é uma puta (de) zona?



Escrito por Laert Sarrumor às 20h07
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Coca sem Gás

Falando em novela, tudo o que a gente não precisava era mais um capítulo dessa triste comédia, com o fanfarrão presidente cocaleiro Devo Dolares, sempre tele-guiado por seu amigo Chapolin Colorado, digo, Chavez.

 

Continuo achando que esse indião é o ladrão boliviano de Toda Nudez Será castigada.



Escrito por Laert Sarrumor às 20h06
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Liberou Geral

Agora vai!

 

Sem empecilhos, o arquivo sonoro da música Navegantes, com o Zé Geral, o mais atuante dos leitores deste Blog.

A composição é do jornalista Rodrigo Teixeira.

 

Ouça Aqui

 

De quebra, mais duas com o Zé:

 

Pena Seca (Ouça Aqui)

 

Pequenina Menina (Ouça Aqui), que ele compôs para a nossa leitora Aliá Mirim!

 

Impressão minha, ou há um clima de romance no ar?

 

Lovestóri no Brógui, isso dá música! Quem se habilita?



Escrito por Laert Sarrumor às 20h04
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Sarrumor no Sarau

Para aqueles que estão achando que estou dando muito “boi” pro nosso leitor pantaneiro, só posso dizer: vocês estão cobertos de razão!

 

Mas tenho lá meus motivos. Vejam, por exemplo, trechos da carta-relatório sobre o sarau ocorrido quarta-feira...

 

QUARTA -  13 DE SETEMBRO / 06

 

Dia maravilhoso, embora Treze. Na parte da tarde fui ao Hospital do Câncer. Fiz uma visita “musical”.....Foi lindo...demais... uma coisa inacreditável e também inexplicável! Pensei comigo.... -  hoje não vai precisar fogueira lá na AABB. Tá quente, graças a Deus. E inspiração, depois desta visita, não faltará! Dito e feito! Cheguei mais tarde do que nas últimas semanas, pois a moto tá na oficina. Meu amigo Danilinho, o escultor, me deu carona....Na verdade ele emprestou a camionete e a Rosana Bianchi, foi comigo até em casa, pegou a Val e a gente foi lá pro bosque.  Já eram quase 9 da noite. Maior correria. Quando ainda estava montando o circo, chegou o Jarbas Roberto, lá do estúdio Muziarte, onde fiz meu primeiro cd. Conversamos bastante sobre o cenário musical da capital e de nossa exclusão da maioria dos projetos musicais que rola, governamentais ou não! Lembramos do último Estação Cultura da TVE e viajamos na performance do Emmanuel Marinho e do Antonio Porto. Montado o som, experimentei os graves e agudos com o cd Instrumental 2 do Almir Sater. Quando rolava o segundo, do amigo Simona,  eu comecei minha apresentação com a música Elfos e Fadas, sugerida pelo Jarbas e que dá nome ao segundo cd que estamos fazendo; Nessa altura já estavam presentes o Zezinho do Forró e a Talita. Um número grande de amigos chegou de uma vez, entre eles o Élcio, que deu uma canja de violão e voz. Eu cantei muitas canções românticas, incluindo Lulu, Caetano, Geraldos Azevedo, Espíndola e Roca...

 

...Duas da madruga,  o movimento foi diminuindo, Encerrei só com violão, com várias canções “Cômicas”. Ao desmontar conclui a audição do cd do Simona, muito elogiado no início pelo Jarbas. A Zilda trouxe a gente pra casa. No caminho paramos na Afonso Pena e carregamos uns lanches. Cedo, vi o final dos “enlatados”, assisti uns desenhos enquanto visitava o Blog do Língua, do qual participa o homenageado da noite, o amigo Laert Sarrumor.

 

Eu me vendo por tão porco!



Escrito por Laert Sarrumor às 20h01
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Para a Virgínia

Today I am with the female monkey!

 

E resolvi dedurar mais um leitor desse Blog. Ou melhor, uma leitora.

 

Na verade, ela já foi tema de post por aqui, há muuuito tempo atrás.

 

Na ocasião, dizíamos: “Se você quiser saber quem é a Virginia, que comenta tudo que a gente posta, é a que está ao lado do Rivaldo, o cara de camisa xadrês.” (na foto abaixo)

 

Pois agora publicamos uma foto mais recente...

...e oferecemos a ela uma música dos Mutantes:

Virgínia, de Arnaldo e Sérgio Diaz e Rita Lee, gravada no disco Jardim Elétrico, de 1971.

 

Vá embora e feche a porta,
Tenho frio
Vá embora antes que eu chore,
Tenho frio
Vou trancar-me para nunca mais abrir
Pro sabor dos nossos sonhos não fugir
Eu me lembro de janeiro
Quando o sol me deu você
Meu presente de ano novo
Que agora o frio levou
Mas por favor, senhor sol,
Me dê de volta Virgínia
Senhor sol...

 

Ouça Aqui

 

Notem como lembra Octopu’s Garden, dos Beatles, gravada em 1969 no disco Abbey Road.



Escrito por Laert Sarrumor às 20h00
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EXCLUSIVO BdL: FAVORITOS AO OSCAR 2007

- Melhor Ator: Lula

- Melhor História: Lula

- Melhor Argumento: Lula.

- Melhor Ator Coadjuvante: Zé Dirceu (empatado com José Genoíno).

- Melhor Direção de Atores: Silvinho Land Rover.

- Melhor Atriz: Angela Guadagnin.

- Melhor Vídeo: “Valdomiro pega a bufanfa no gabinete”.

- Melhor Comédia: “Declarações de Lula sobre o Caixa 2 em Paris”.

- Melhor Guarda-Roupa: Daslu.

- Melhor Ator Estrangeiro: Severino Cavalcanti.


Escrito por Castelo às 15h53
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SÓ PRA LEMBRAR

Sexta-feira, 15 de setembro de 2006. Luís Inácio da Silva continua em liberdade.


Escrito por Castelo às 15h22
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Peace and Love

Enquanto aguardamos a versão musical pantaneira do Lizoel, aproveito o intermezzo para publicar mais outra parceria transpacífica.

BALADA de JOHN sem YOKO

OUÇA AQUI

letra: Castelo

música,violão e voz: Pituco

namaste



Escrito por Pituco às 10h02
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OS LULÍADAS - IV



E vós, ó rio Tietê, mijado e obrado
Dai-me uma fúria grande e mal cheirosa
E não de fruta doce em descampado
Que a minha lira clama desgostosa
E todos meus sentidos alarmados
Anseiam relatar em polvorosa
Que se espalhe o fedor neste Universo,
P’ra que esta ladroagem vire verso.




Escrito por Castelo às 17h30
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Brokebak rides again!

Aguardem! Brevemente neste Blog, A versão musicada de "Dor de Lado", composição de Castelo e Lizoel, narrando o rito de passagem de um caubói pantaneiro!

Escrito por Lizoel às 22h30
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Essa é pro Lizoel musicar

DOR DE LADO

Sempre fui um pantaneiro
ponta firme e laço forte
por riba do meu tordilho
eu matava inté a morte

A vida era campeá
traçá pinga e tererê
dá capim pras criação
e despois castrá as rês

Seguia meu batidão
galopando no cerrado
quando numa tardezinha
veio aquela dor de lado

Coro: Os sinhores me arrespeita
Olha lá, não sou moleque!
me diga que curpa eu tenho
de ter visto o Brokeback?

Êita gastura danada
coisa do cão traiçoêro
uma vontade de ouvir
disco do Edson Cordeiro

Uma preguiça sem fim
uma quentura nos peito
Ô, minha Santa Luzia
virei fresco num tem jeito!!

Acode, Nosso Sinhô!
esse peão infeliz
senão eu arrumo as mala
e me mudo pra Paris

Coro: Os sinhores me arrespeita
Olha lá, não sou moleque!
me diga que curpa eu tenho
de ter visto o Brokeback?


Escrito por Castelo às 17h25
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FHC: NOVOS SIGNIFICADOS PARA A SIGLA

FHC. Três letras que choram e que fazem todos chorarem (de vergonha?). Mas nunca paramos para nos perguntar o que elas significam, além do nome daquele famoso ex-mandarim de Brasília e atual sabichão da República. Eis alguns novos significados para a sigla.

- Fariseu Honoris Causa

- Fase Histórica do Cambalacho

- Favoreceu Hordas de Corruptos

- Famoso Herói dos Conservadores

- Foi Hilariamente Condescendente

- Fazedor de Habeas-Corpus

- Financista Hesitante Contraditório

- Fútil Hiperbólico Cambaleante

- Fez a História Cavalgar

- Faltou Humildade e Capacidade

- Faliu Hospitais e Colégios

- FMI-Histrionice-Caos

- Fez Heidegger Corar

- Famoso Humorista Carioca


Escrito por Castelo às 13h19
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Nós Travamos

O que mais lhe mete medo:

 

O 11 de Setembro?

 

Ou o 01 de Outubro?

 

A propósito, aí vai Nostradamus, a apocalíptica composição de Eduardo Dusek, com a qual ele participou do Festival MPB-80, vestido de anjo.

 

É incrível como, 21 anos antes, a música descreve com detalhes os acontecimentos de 11 de setembro de 2001.

 

Leia a letra aqui

 

Reparem que, no meio de todo perrengue, no final da letra, ele clama pelo Zé. Será o nosso leitor Zé Geral, do post abaixo?

 

Ouça Aqui 



Escrito por Laert Sarrumor às 12h08
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Olha o Zé Geral aí, gente!

 

José Geraldo Ferreira, ou melhor, Zé Geral, é cantor, compositor e produtor cultural. Nascido em Minas Gerais, vive em Campo Grande, MS, desde 1990 (mesmo ano em que o Pituco foi morar no Japão).

 

Criador do Sarau do Zé Geral, um dos mais importantes espaços culturais de Campo Grande o também comete lá suas composições, como o blues Navegantes.

 

Ouça Aqui



Escrito por Laert Sarrumor às 11h59
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Um poema e um beijinho

Pra mó de desopilá u estrombo, u poema da Veíce...

 

Vô contá como é triste, vê a veíce chegá,
Vê os cabelo caíno, vê as vista encurtá
Vê as perna trumbicano, com priguiça de andá
Vê "aquilo" esmoreceno, sem força pra levantá.

As carne vão sumíno, vai pareceno as vêia
As vista diminuíno e cresceno a sombrancêia
As oiça vão encurtando, vão aumentano as orêia
Os ovo dipindurano e diminuíno a pêia.

A veíce é uma doença que dá em todo cristão

Dói os braço, dói as perna, dói os dedo, dói a mão
Dói o figo e a barriga, dói o rim, dói o purmão
Dói o fim do espinhaço, dói a corda do cunhão.

Quando a gente fica véio, tudo no mundo acontece
Vai passano pelas ruas e as "minina" se oferece
A gente óia tudo, benza Deus e agradece,
Correno ligeiro pra casa, ou procurano o INSS.

No tempo que eu era moço, o sol prá mim briava
Eu tinha mil namorada, tudo de bão me sobrava
As minina mais bonita da cidade eu bolinava
Eu fazia todo dia, chega o bichim desbotava.

Mas tudo isso passô, faz tempo, ficô pra tráis
As coisa que eu fazia, hoje num sô capaiz
O tempo me robô tudo, de uma maneira sagaiz
Pra falá mesmo a verdade, nem trepá eu trepo mais.

Quando chega os setenta, tudo no mundo embaraça
Pega a muié, vai pra cama, aparpa, beija e abraça
Porém só faiz duas coisa:
sorta peido e acha graça ......

 

(Poema Caipira )

 

E um bejinho...

 

Beijinho Podre (Beijinho Doce)
Criação: Laert Sarrumor
Interpretação: Laert, Ayrton e Alcione (locutora)
Ano: 1998


Que beijinho podre
Que ele me deu
Não sei se foi repolho
Ou feijão azedo
O que ele comeu (2 vezes)
Que beijinho podre
Deixou na minha boca
Um gosto ruim
De peixe estragado
De urubu assado
Ou algo assim
O dente é carniça
A língua é fedida
E o fígado ruim
Um bafo arretado
Um arroto bem dado
Esse é o meu fim

 

Orça Aqui



Escrito por Laert Sarrumor às 11h56
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A fruteira na copa

letra: Castelo

música,violão e voz: T.Pituco Freitas

CLIQUE AQUI E OUÇA

Uma mosquinha-das-frutas
Duas mosquinhas-das-frutas
Quatro mosquinhas-das-frutas
Oitocentas e dezessete mosquinhas-das-frutas
Trezentas e uma mosquinhas-das-frutas


Dezesseis, cinqüenta e nove, oito
Duas mosquinhas-das-frutas
Nenhuma mosquinha-das-frutas
Oitocentas e dezessete mosquinhas-das-frutas
Uma penca de bananas
Um sol

namaste



Escrito por Pituco às 00h45
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Quando os estrangeiros se econtram no exterior....

Hoje, dia 10 de setembro, fui à academia de ginástica, Ichigeki, da qual sou membro.

Local, aliás, reservado para os treinos da 'galera' do K-1(kick boxing), modalidade muito apreciada pelos japoneses, que tem em seu time desportistas brasileiros.

Glauber Feitosa, atualmente, em ótima colocação no campeonato mundial, além do simpático Baboo,campeão de jiu-jitsu.E outros tantos havaianos, neozelandeses e norte-americanos.

A academia é uma torre de Babel, bem em frente à rua onde moro.

Vire e mexe encontro os atletas pelo bairro.Apesar do porte físico assustador, os rapazes são educados, simples e bem humorados.O treinador deles, com o qual tenho aulas de K-1, Janson(NZ) sempre explica essa característica pacífica dos lutadores, fora dos embates: 'they just fight for money, Tony!'.

Hoje, contudo, no vestiário, deparei com um rapaz estrangeiro, novato no 'pedaço', pressupostamente,após sua aula de karatê,já que dobrava seu 'karate-gui'.O armário que ele ocupacava estava, exatamente, abaixo do meu.Portanto, fiquei aguardando o colega terminar de arrumar seus pertences.Mas, ao notar minha esperava, educadamente, cedeu espaço pra que eu pudesse abrir a porta de meu 'locker'.Então, brinquei com ele: 'hi, man, bad timing, bad place, sorry'!

E a partir de então,iniciamos um bate-papo informal.Ao revelar a ele minhas origens, o rapaz rasga uma frase com seu sotaque gringo...'eu falo um pouquinho de português'.Explicou-me que tem amigos brasileiros, na Espanha e Alemanha, onde às vezes passa uma temporada, por conta de seu trabalho.E, começou a cantarolar...'um cantinho, um violão...', quando disse que cantava e tocava bossa nova.

Já, quando nos preparávamos para deixar o vestiário, o rapaz coloca no pescoço um rosário budista ('ojuzô', em japonês e 'mala' em sânscrito), de 108 contas feitas de sândalo.Perguntei a ele se era apenas um acessório de sua fashion ou se ele sabia o significado do rosário? Ele respondeu-me que era budista, assim como sua família, em San Francisco, USA.

Daí então, retirou de sua valise, uma agenda pessoal, exibindo-me algumas fotos na primeira página, representando suas metas e objetivos de vida.Uma delas era a imagem de um hindu meditando no Himalaia(lembrei-me do diário de bordo do Castelo) e outra um yogui praticando o 'paschimothanasana' (foto).Conforme sua explicação, ele não tem flexibilidade suficiente, resultado de seu corpo tensionado.

Convidei-o, então, para participar de algumas aulas de yoga, já que sou instructor de raja(asthanga)yoga e atendo em um estúdio, aqui em Shibuya.Ele ficou interessado e já marcou alguns horários.

No final, apresentamo-nos e na troca de cartões, descobri que o rapaz é diretor de markenting de uma companhia de informática norte-americana.E eu, apenas um rapaz latino-americano, sem dinheiro no banco, sem parentes importantes,mas, vivendo no exterior.....

namaste



Escrito por Pituco às 08h17
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Quando os brazucas se encontram no exterior...

Ontem,dia 8 de setembro,um grupo de brasileiros compareceu a minha diminuta apresentação de bossa-nova, num jazz house, aqui em Tokyo.

Estava eu solitário, entre o banquinho e o violão, quando, incidentalmente, os ruidosos compatriotas invadiram o local.

São funcionários da 'Vale do Rio Doce', há pouco tempo nesse arquipélago.

A conversa que tivemos seria espantosa se não fosse eu um brasileiro,também.

Já nas apresentações, um deles me pergunta de onde sou no Brasil.Um outro intromete-se, de imediato, tirando a resposta da minha boca: -"São Luís do Maranhão, não é isso?".Os outros começam a rir.Alguém, ainda, acrescenta num reparo: -"sabe o que é? é que nós temos um colega parecidíssimo com você e está trabalhando lá,no Maranhão...hahahaha!".Assenti com um sorriso, mas continuei sem entender a explicação sobre meu sósia.E, posso afirmar que nossa comunicação era feita no idioma natal.Enfim, aquela informalidade costumeira.Um completo descompromisso com tudo e com todos.

A certa altura do nosso monólogo grupal, tentando responder a pelo menos uma das 'quatrocentas' perguntas que me eram bombardeadas, consegui uma brecha pra afirmar que a adaptação local, pra mim foi bem complicada.E,apenas superei as diferenças, por causa da culinária nipônica, identificável com meu paladar.Nunca gostei de arroz-feijão-bife-e-batata-frita,desde minha infância.Feijoada era uma tortura, pior que a chinesa.

Daí, alguém diz: -"então, você já virou japonês,nè?! só come peixe cru!".

Entre as gargalhadas e os risos sarcásticos, tentei responder: - "de maneira alguma.Apenas adapto-me melhor à gastronomia local, que segue um cardápio conforme as estações do ano, bem definidas por aqui".........e essas foram minhas últimas palavras, pois já falavam de outro assunto, perdendo o foco sobre qualquer um deles.

Fica no ar a renitente equação.

Se não querem ouvir as respostas e explicações, por que as perguntas e provocações?

O grupo despediu-se, prometendo, em breve, regressar.

Devo acreditar na palavra dos patrícios ou é apenas mais uma brincadeirinha?

namaste



Escrito por Pituco às 05h58
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Girândola

poema: Rogério Santos

música,violão e vozes: T.Pituco Freitas

OUÇA AQUI...

Os mil mundos

que moram em mim

orbitam em sol,

solfejam em si.

 

São acordes,

quando durmo,

são sonares,

quando aprumo.

namaste



Escrito por Pituco às 13h42
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OS LULÍADAS - III



Cessem dos militares estes anos
De subtrações grandes que fizeram;
Cale-se de Maluf e dos tucanos
A fama dos calotes que impuseram;
Que eu canto este Partido paulistano,
A quem Jáder e Pitta não superam.
Cesse tudo o que a Musa antiga canta,
Que outro valor mais baixo se alevanta.


Escrito por Castelo às 12h58
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'Hit Espontâneo'

Sucesso espontâneo é a canção que se destaca aos nossos ouvidos,logo na primeira audição, e perpetua-se em nosso 'hit parade' pessoal.

É a música que escolhe você e não o contrário.E, por ser espontâneo,não há censura ou proibição para executá-la.Nem crítica ou 'jaba' para aceitá-la.Você faz parte dela e ponto final. 

Em minha lista desses 'sucessos espontâneos',a mais recente contribuição é 'Casa Aberta' 

música e letra: Flávio Henrique e Chico Amaral

arranjo violão e voz: T.'Pituco' Freitas

OUÇA AQUI...

namaste



Escrito por Pituco às 01h53
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Freguesia do Ó

poema: Rogério Santos

música: T.'Pituco' Freitas

OUÇA AQUI...

SOBRE O BAIRRO, LEIA AQUI...

namaste

 



Escrito por Pituco às 13h12
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OS LULÍADAS - II



E também as memórias gloriosas
Daqueles mensaleiros que roubando
Os cofres da Nação, sempre tão prosas
Rodando por Brasília, lá enricando,
E aqueles que por obras viciosas
Se vão da Lei dos Homens afastando:
Cantando espalharei por toda parte,
Se tanto me ajudar garganta e arte.


Escrito por Castelo às 10h13
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