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"O Barquinho"

composição: R.Menescal e R.Bôscoli

criação: Castelo

voz,violão e náuseas: Pituco

OUÇA AQUI...

namaste



Escrito por Pituco às 22h23
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Como escrever um texto à moda Jabor

Passo 1 – O tema

Escolha uma temática polêmica "ma non troppo".
Se tiver alguma dificuldade em achar a temperatura do artigo, pense o seguinte: você terá de ler sua crônica no Jornal da Globo e afiliadas. Logo, é mais importante fazer-se de enfant-terrible, mas nunca ser um terrible enfant. Senão a direção do jornal não deixa ir para o ar e você vai para o saco como o Franklin Martins.

Passo 2 – Repetições

Abuse do recurso da repetição. Isso dá um tom grandiosamente poético a afirmações que muitas vezes não passam de pura tautologia. “Lula nos trouxe o subúrbio, trouxe a cachacinha na reuniões palacianas, trouxe o melhor do machismo…trouxe sei lá mais o que o Lula trouxe, mas é por aí. Funciona no horário nobre.

Passo 3 – Palavrões light

Para parecer moderno e irreverente, lance mão de alguns palavrões. Mas vá com calma, candidato a escriba global, nada que vá ofender a moral de um leitor/telespectador conservador – olha que seu texto poderá ser lido na CBN.
Veja como se faz a coisa: “Porque não falo do Lula por ideologia, nem por um regressismo babaca…
Ou ainda: “…com bundões às mancheias”.
É usar o bom-senso.
Misturar termos intelectualóides, como viés, regressismo, mancheiras a palavras mais populares como chinfra é também altamente recomendável. Um “porra” falado dois tons abaixo na conclusão de um “speech” também é válido (“ isso é um absurdo, POrr...)

Passo 4 – Aspas

A cada dois parágrafos coloque a primeira palavra que enxergar entre aspas. Mesmo que ela não precise deste recurso. Isso dá um tom blasé ao “texto” (viu só como você já leu a palavra “texto”, que eu botei entre aspas, sem-ver-de-quê, com outros olhos?).

Passo 5 – Distanciamento Novaiorquino

Procure ir para Mid-Manhattan e escrever seus textos de um loft no SoHo. Isso lhe dará uma visão privilegiada do lúmpen-proletariado brasileiro.



Escrito por Castelo às 18h48
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Desde Havana, Cuba

"Oi Castelo, começo do modo básico: gosto muito das suas crônicas, boas de demais( sou mineiro).

Acho que vc desliza no seu humor político, não sei é porque vc sempre critica a galera que eu gosto...

Talvez, vc não saiba, mas, foi Cuba quem adotou mais de 1000 brasileiros pobres e alguns da classe média que estudam na Ilha: Teatro, balé, cinema e TV, educação física e medicina.

Eu estou aqui há cinco anos e meio e nunca poderia estudar medicina no Brasil porque, meu chapa, meu pai era motorista de busão e alcoólatra e minha mãe é dona de casa e vc já sabe: desde os 14 trampando, estudei e passei no vestibular de filosofia da UFMG e depois recebi o convite para ir para Cuba.

Quer ver Cuba sem os óculos escuros do nosso consumismo burguês brasileiro?

Troque uma idéia com o Milton Severiano ( Da Caros) ou busque a série de reportagens que ele fez sobre Cuba.

Não se ofenda, sei que este comentário acima não cabe numa página humorística e que é impossível fazer humor sem às vezes ofender alguém.

Porém se vc deixa este canal aberto para diálogo, eu o utilizo para reclamar contra esta pequena injustiça contra Cuba. Da Veja, Folha e Estadão: beleza eu até suporto porque sei quem são eles, agora, eu te considero Humorista com H maiúsculo, e estes sempre estiveram ao lado dos oprimidos mesmo quando gozam a cara deles.

OBS: considero sua crônica "Gente tossindo, Gente espirrando", uma obra prima.
abraços e obrigado se vc teve paciência para ler tudo.
Te leio na Net.

Sidnei- Havana.

BOM, RATATULHA DO BDL, O DEBATE ESTÁ ABERTO: CASTELO É UM HUMORISTA BURGUÊS OPRESSOR A SERVIÇO DA CIA OU UM PALHAÇO ENGAJADO A SERVIÇO DO HUGO CHÁVEZ?



Escrito por Castelo às 09h39
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Verbos 2

Ideário Bicho-Grilo(continuação...)

 

Anos Setenta. Agora sei muito mais do que não deveria ter feito, mas sem arrependimentos. Um país paralelo fervilhava, nas Dunas do Barato e eu a acompanha-lo nos textos de  Luiz Carlos Maciel na Rolling Stone Nacional e do Bondinho, sonhando uma nova consciência que já brotava do universo dos meus medos.

Apesar do medo, as descobertas eram infinitas. Começava nas bancas de jornais, um porto de apurar o viés político através de “O movimento”, buscando formas de voar. Como fundo, uma música feroz rugindo pelo som ainda incipiente de nossas guitarras, habitando nossos olhos postos e os sentidos de não haverem distância, apesar do pouco que conseguíamos avançar.

Eram anos setenta. Meu país querido não vencia os passos da mudança. Os ventos, dispersos na alma do tempo, traziam as novas das terras longínquas. Segredavam-se em noites e dias a todos os homens, em outros mares e em todos os portos, num destino comum.

Caia na estrada e perigas ver... O perigo estava mais perto de meus olhos do que imaginei naqueles anos de chumbo, e eu atravessando os dias, nas folhas desconhecidas de Hesse e Castañeda, confortando-me com o amor ideal nas horas do desejo, com o mesmo requinte que bebia o vinho do desconhecido, não apenas para matar a sede, a fome ou a falta de horizontes. Queria forjar minha coragem no segredo de me ver atravessando horizontes e tal qual o louco montado no Rocinante de um Quixote preguiçoso a atravessar as barreiras do medo. De longe, fora do tempo convencional, tremularia minha bandeira ao sabor de outros ventos. 

Foi-se há muito os anos setenta. Mas eles continuam ainda como fantasmas de esperança em meus sentidos de homem. Os amigos queridos, perdidos em outras paradas devem pensar também como eu. Homens feitos, com filhos, netos e uma década inteira guardada como um tesouro num cofre situado no velho coração sonhador de cada um de nós, à espera inútil de ser aberto um dia.

Vivo a sede de não morrer por qualquer ironia do destino e vou desfiando essa rota de barbantes como em um filme, na cena onde busco torres imaginárias a serem desbravadas, sabendo que a qualquer momento um diretor autoritário vai gritar: "Corta!". 

A la Buñuel, atravessarei a tela, darei um sorriso ao vivo, no apagar dos refletores do set e tentarei mais uma vez, agarrar o futuro como luz de laser, numa velocidade onde o sonho cria lodo a cada manhã vencida e as palavras que mal nascem, já apodrecem em limo do passado.

Novo século, nas rebarbas das revoluções que se foram, tento carregar a saga de uma geração que ainda acredita em erguer a taça a todas as lembranças... Sad Song...  Como um Lou Reed chapado varando dias e sonhando o avesso da miséria, meu ideário bicho grilo nunca foi fechado. Ainda que as teias do tempo não me fizessem mais consulta-lo, ele continua guardado em algum poço oculto de meus medos.

Vivi o sonho que Lennon enterrou aos meus olhos estupefatos, quando ainda tentava entender a história de um país perdido nas marés e vazantes de gente amordaçada. Minha ingênua tolerância delimitava as cores do futuro e continuei cavando trincheiras, a despeito de questões menores, e ao despropósito das histórias mal escritas.

 



Escrito por Lizoel às 16h56
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Verbos de saudade

Ideário Bicho Grilo

 

Eram os anos setenta. Minha ingenuidade política ainda dormitava nos arredores das evidências. Corria 72, era Médici, e o medo nas entranhas... Um outro país amordaçado já se escondia do furor reacionário que assolava uma nação perdida nos escombros da explosão de 68.

Hoje me pergunto: Como sentir saudade dos anos setenta? Mas ficou.  Calças Boca-de-Sino, primeiros cigarros e o rock era privilégio de guetos de iniciados. Um pouco antes, e logo de cara os Beatles chutam o balde e fecham a tampa. Dão um basta e já partem, com Lennon trancando a porta e dizendo “O sonho acabou”.

Para eles. O meu estava só começando. Adolescência e seu furor, rock pesado, Baianos pós-tropicália, Dunas da Gal... Eram os anos setenta que me arrancava do marasmo de cidadão classe-média e improdutivo. Hoje os vejo  como uma pausa do tempo em minhas mãos, preenchida pela contagem de todas as horas de minha vida. Eu, sonhador, ignorante de utopias, que queria mudar o mundo e achava, por conta dos ecos da era hippie, que o amor venceria a força bruta.

Assim caminhávamos pela rua em grupos, quixotes de nossa insignificância, onde o único escudo protetor, era o sonho.  Óculos de aros redondos, jaquetas do exército, a velha calça azul e desbotada. “I can’t get no, satisfaction”. Assim íamos tentando construir nossa primavera, mas sem saber ao certo o futuro das estações de nossa esperança.(continua...)

 

 

 

 



Escrito por Lizoel às 16h55
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Os pés II

O tempo foi passando.Ele se conformando.E sua conta bancária aumentando.

Justamente, era essa sua missão e objetivo, no Japão.Economizar 'grana'.

Pra que, então, preocupar-se com detalhes e assuntos, como por exemplo, o encolhimento de seus pés? Eles já não eram mais os seus, e daí? mesmo atrofiados, suportavam e equilibravam o peso de seu corpo.Do que reclamar, então? Seus pés lhe conduziam,muito bem,naquilo que se tornara sua prioridade, no Japão.A trilha rotineira até o trabalho e do trabalho pro alojamento.

Por causa do excesso de sua carga horária, horas extras, turnos na madrugada, má alimentação e quase nenhuma familiaridade com os costumes locais, eram raros os seus momentos de diversão.

Claro que, apesar de lhe custar um gasto extra, no orçamento mensal, ele encontrava uma 'brecha' pra combater seu 'stress' e driblar sua solidão.

Foi em um desses momentos de extravagância, quando bebia uma cerveja, comprada numa máquina, que fixou seu olhar naquela menina sentada, solitariamente também, do outro lado da praça.Aproximou-se dela, sentou-se a seu lado e o único som que se ouvia eram os goles sorvendo a cerveja quente misturados com o barulho da cidade.Permaneceram durante horas nessa pantomima telepática, confundindo-se com as estátuas e bancos da praça.Após,alguma coragem,entreolharam-se, acanhadamente, e uma noite de paixão se estendeu sobre eles....(to be continue)

namaste

 



Escrito por Pituco às 02h12
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Dúvida cruel

Sobre a possibilidade de seu personagem em "Páginas da Vida" ser um bissexual, Edson Celulari diz que topa beijo gay e diz que "faria bissexual com o maior prazer". Resta só a dúvida; com prazer seria mais barato ou mais caro?



Escrito por Lizoel às 16h24
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Jabazinho ecológico

Linguarudos e blogueiros. Querem sair do marasmo neste final de inverno? Venham conhecer Bonito em Mato Grosso do Sul e de quebra curtir a 7ª Edição do seu Festival de Inverno. Esse escriba que está fazendo assessoria de Imprensa do evento recomenda!!



Escrito por Lizoel às 21h00
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Decisões de Cláudio Lembo em relação à Segurança Pública do Estado de São Paulo

a) Eskişehir’de verem savaşı temelini kurmak,

b) Verem savaşı konusunda eğitim yapmak,

c) Verem savaşı konusunda ilgili resmi, tüzel ve özel kuruluşları uyarmak, onlarla işbirliği yapmak,

d) Verem Savaşı Dispanseri kurmak ve yönetmek, dispanserin kuruluşunda ve yönetilişinde hükümet ve diğer ilgili kuruluşlarla işbirliği yapmak,

e) Veremin tedavisi ve veremden korunmak ile ilgili kuruluşların kurulması için hükümet, belediye ve diğer kuruluşları teşvik etmek, onları desteklemek ve onlarla işbirliği yapmak,

f) Aşısının halk tarafından benimsenmesi için gerekli propagandayı yapmak ve bu aşının uygulanmasında hükümetle işbirliği halinde çalışmak.

g) Verem taramasında halkın geniş ölçüde katılmasını sağlamak için gerekli tedbirleri almak ve bu taramayı kendi olanakları ile yapmaya çalışmak, bu konuda hükümet ve ilgili kuruluşlarla işbirliği yapmak,

h) Veremli hastaların ayaktan tedavisi için bütün çabalarını sarfetmek, bu tedavinin izlenmesi ve kontrolünde aktif bir şekilde yer almak, iyileşen hastaları işe yerleştirmek ve rehabilite etmek için hükümet ve diğer ilgili kuruluşlarla işbirliği yapmak,

i) Veremlilere ve ailelerine olanakları ölçüsünde sosyal yardımlar yapmak,

j) Dernek amaçları ve bu amacı gerçekleştirmek üzere gelir kaynağına sahip olmak için bağışlar kabul eder. Gerekli taşınmazları, araç ve gereçleri satın alıp bina inşa eder, tesis kurar ve işletir. Bunlardan gereği kalmayanları genel kurulda onay almak suretiyle satabilir. Devlete ve kamuya yararlı kuruluşlara devredebilir.

k) Genel Kuruldan alınacak yetki ile miktar ve değeri kısıtlanmamış taşınır ve taşınmaz malları bağış, vasiyet, satın alma, kiralama suretiyle sahip olmaya, sahip olduklarını gelir elde etme amacına yönelik olarak, kiraya vermeye, satmaya, Derneğin hizmet, amaç ve konularından birini veya tümünü gerçekleştirmek üzere proje ve sözleşmeler yapmak, iktisadi işletmeler açmak, iktisadi işletme ve ortaklıklara girmek, devralmak, devretmek, kiraya vermek veya Derneğe ve kamuya yararlı başka bir amaca tahsis etmek,

l) Spor, eğitim, sağlık, kültür, bilimsel araştırma ve geliştirme konularında her türlü tesis ve işletmeler açmak, çalıştırmak, kiralamak. Bu konularda faaliyet gösteren resmi veya özel tüm kurum ve kuruluşlarla ortak çalışma ve işbirliği yapmak. Derneğin sahip olduğu İktisadi işletmeleri ve kuruluşları adına Emekli Sandığı,Sosyal Sigortalar Kurumu, Bağ-Kur ile diğer resmi, özel kurum ve kuruluşlarla sözleşmeler yapmak,

m) Yardıma gereksinimi olan diğer Verem Savaşı Dernek ve Dispanserlerine, doğal afete uğramış veya yardıma muhtaç ailelere ayni veya nakdi yardım etmek, muhtaç öğrencilere burs vermek.


Escrito por Castelo às 14h59
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Matéria-prima

Letra e música: Tony 'Pituco' Freitas (composto em 1996).

Para lembrar nossos grandes poetas populares e não apenas os que estão,geograficamente, distantes.

OUÇA AQUI...

dedicado ao sambista,compositor e poeta Paulinho da Viola.

namaste



Escrito por Pituco às 01h52
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Para mulheres?

Sobre o 'post' abaixo, publicado por Laert.

Pergunta-se: será que as mulheres desfrutaram e usufruíram desses enredos pornográficos, também?

namaste



Escrito por Pituco às 21h49
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O Rei do Catecismo

 

Recentemente escrevi aqui sobre um de meus heróis, o papa do underground Robert Crumb.

Resolvi falar um pouco agora sobre Alcides Caminha, um pacato funcionário público do bairro de Anchieta, no Rio de Janeiro. Como compositor, Caminha foi parceiro de Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito. Mas o que interessa mesmo é que o "Seu Alcides", seresteiro, torcedor do São Cristóvão e diretor esportivo do Esporte Clube Anchieta, era o autor dos desenhos que povoaram as fantasias de milhares e milhares de onanistas convictos, consumidores vorazes de seus famosos catecismos, nos anos 50, 60 e 70. Sim, meus amigos, estamos falando do lendário Carlos Zéfiro.

Conhecidas no mundo inteiro, suas revistinhas com enredo pornográfico fizeram a cabeça de pelo menos três gerações e foram fonte de inspiração para muitos artistas. Em 86, o genial artista gráfico Cassiano Roda (alguém sabe por onde ele anda?) homenageou o mestre da sacanagem, usando seus desenhos no encarte do disco do Língua de Trapo, Os 17 Big Golden Hits Super Quentes Mais Vendidos do Momento (veja aqui). Onze anos depois, Marisa Monte também lhe prestaria tributo, usando seus desenhos no encarte do cd Barulhinho Bom.

Clique aqui e curta algumas de suas deliciosas histórias.



Escrito por Laert Sarrumor às 19h36
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Bin Laden Group

Tempos atrás o jornal The Guardian deu a seguinte notícia:
o Bin Laden Group, empresa saudita de construção que pertence à família de Osama bin Laden, está procurando uma agência de comunicação para ajudar a proteger sua reputação e melhorar sua imagem, arranhada no âmago após os atentados terroristas de 11 de setembro.
O grupo tem clientes da importância de uma General Electric. E, dizem, distribui refrigerantes de fabricantes norte-americanos no Oriente Médio.
Como trabalho há 20 e tantos anos na área de Comunicação, usarei o espaço do BdL para dar um pitaco na estratégia de marketing do potente
conglomerado.
Primeiro de tudo, em minha opinião, o Bin Laden Group deveria estudar uma troca em seu logotipo. Nada que lembrasse adagas, meias-luas, muito
menos aviões ou prédios altos deveriam ser usados. Pensando bem, melhor não adotar nenhum logotipo.
Isto feito, partiria-se para uma campanha de fôlego, usando filmes de televisão, outdoors, anúncios de jornal e revistas semanais. Mas antes um
conceito forte e impactante precisaria ser criado. Pensei muito por esses dias e cheguei a um slogan que julguei bastante adequado:
"Bin Laden Group. Não fomos nós."
Um anúncio de página inteira nos principais jornais do mundo abriria a campanha e traria o seguinte texto: "Sim, você tem toda razão em estar
boicotando nossos serviços, incendiando nossas betoneiras e surrando nossos
operadores de guindaste. Sim, você tem todo direito de vender nossas ações a preço de banana, construir sua obra com um pedreiro qualquer e cuspir em nossos vendedores.
Nós lhe damos toda razão.
Mas não fomos nós.
Osama, aquele completo idiota, sempre foi a ovelha negra dos Laden.
Desde muito cedo podia-se ver que não daria grande coisa.
Como nunca foi aceito na casa de nenhum de nossos familiares, resolveu se rebelar contra nós e saiu por aí derrubando prédios.
Por isso, pedimos a todos que não confundam o comportamento de Osama com o do Bin Laden Group.
Afinal, nós levantamos prédios.
A segunda fase da campanha seria o comercial de tevê. Imaginei um filme simples, mas bastante contundente e repetido várias vezes no horário nobre.
Um sósia de Bin Laden entraria em cena e deitaria-se no colo de um beduíno mais velho. O ancião baixaria o manto de Osama e lhe aplicaria várias
palmadas nas nádegas. Em seguida, diria (em afegão, com legendas): "É assim que tratamos malucos aqui no Islã".
Sobreporia-se o logotipo e o slogan "Bin Laden Group. Não fomos nós. Juro.".



Escrito por Castelo às 17h41
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Os pés

Os seus pés voltaram a crescer.Ou melhor, voltaram ao seu tamanho normal.

Pode parecer loucura, mas, desde que chegou aqui, como 'dekassegui', seus pés haviam sofrido um processo de encolhimento.

No Brasil, ele calçava 41.Dependendo da forma do sapato, chegava aos 42.Porém, aqui no Japão, curiosamente e sem explicação plausível, seus pés haviam diminuído.

Ele só notou esse fenômeno físico, depois de alguns meses, quando decidiu comprar um par de tênis novo.Enquanto experimentava o modelo escolhido, o lojista tentava explicar, num inglês rudimentar, que a tabela de muneração daqui respeita uma escala exclusiva.Ele não entendia nem o sistema de numeração japonês, nem o esforço linguístico do vendedor.E, acabou levando o número que mais lhe parecia confortável aos pés.Satisfeito, saiu da loja de calçados, porém intrigado com a questão da tabela númerica japonesa.

Pergunta daqui, pergunta dali, ele descobriu que os 26.0cm de seu tênis novo correspondiam aos 39 da escala brasileira.Desconfiado,fez a medição comparativa com os seus antigos sapatos trazidos do Brasil.Verdade ou não, o fato é que os pares de lá eram bem maiores do que o da sua recente aquisição.

Ele ficou desesperado.Como era possível que os seus saudosos 41 e 42 brasileiros correspondessem aos 26.5cm e 27.0cm japoneses? E por que 'cargas d'água' seus pés haviam encolhido em menos de seis meses de Japão? E ele agora calçava 26.0cm, ou seja, os nossos 39?

Sua investigação intensiva apenas aumentava o seu desespero.Nada, científicamente, parecia justificar o encolhimento de seus pés.Contudo, era irrefutável e notável que eles haviam diminuído.

Ao calçar seus antigos sapatos, ele sentia-se como que com duas 'lanchas', tamanha a folga no acondicionamento de seus pés dentro deles.Tropeçava a todo instante, quando, inconformado, teimava em usá-los.Chegava a vestir três pares de meias e usar palmilhas duplas para ajustar seus pés nos sapatos que, um dia, adequaram-se ao seu tamanho.

Do desespero à neurose foi um passo.

Toda vez que tomava banho, ele colocava à prova a regra básica masculina.Ou seja, 'pés e bingulinhos são do mesmo tamainho'! Após essa sentença, a conclusão lógica: se seus pés haviam diminuído, muito provavelmente, seu 'bilau' também fora afetado.......(to be continue)



Escrito por Pituco às 14h02
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Foto de mim

Seguindo a ordem da diretoria do BdL,

estou publicando uma foto minha, também!

charadinha: quem sou eu na foto?

dicas: 1) esse é o bairro de Shibuya, Tokyo, onde moro.

         2) apesar da semelhança com os nativos, sou bem diferenciado.

         3) tinha acabado de comer sushi e tomar chá.

namaste



Escrito por Pituco às 00h26
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Minha foto



Sakaruma postou uma caricatura dele. Domenicano botou uma de chapéu tendo ao fundo seus pés de bardana.
Pô, deixa eu botar um retratinho meu aqui também pro povo me reconhecer na calçada.
Chega junto, minha gente! Só não peçam dinheiro porque gastei o meu todo indo pra casa do Nepal.



Escrito por Castelo às 18h59
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ONG: empresa sem fins lucrativos e, na maioria dos casos, sem nenhum fim.

Escrito por Castelo às 17h11
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Oxenti!

Esse Sarrumor pode ser um ás no palco, mas é um asno blog.

 

Além de publicar vários posts ao mesmo tempo - contrariando frontalmente os preceitos da grande autoridade em assuntos bloguísticos, o grande teórico Alexandre Inagaki (de quem obviamente nunca ouvi falar) – o magruço em questão ocupou  um enorme espaço aqui do BDL e o precioso tempo dos leitores, postando três daquilo que chamou de forró com letra inteligente de outros artistas, deixando de fora a própria composição O Cookie do Meu Bem, uma explícita homenagem a Genival Lacerda.

 

 

Sempre é tempo de reparar o erro.

 

O COOKIE DO MEU BEM
Laert Sarrumor
1998

Fui passear com a namorada no shopingui
Mulhé arretada qué comprá tudo o que vê
Despois de gastá toda grana em bestage
Me
disse: “Bem, tô cum vontade é de cumê!”
Olhei pros lado e vi uns biscoito esquisito
Bem torradinho, redondinho como o quê
O tal negócio se chamava era cookie, tinha vários sabores
Pra gente escolhê
Quis agradá meu bem com aquele biscoitinho
Perguntei foi com carinho:
- Qual é que tu vai querê?
Que cookie você qué?
Que cookie você qué, meu bem?
Chocolate ou crocante, diga logo nesse instante
Que cookie lhe convém?
Que cookie você qué?
Que cookie você qué, meu bem?
Diga logo, sem demora
Você sabe que na hora
O cookie você tem

 

Ouça aqui

 

- Ô, Maestro Boquinha: Vê se vai cantar e deixa o blog pra quem é do ramo!



Escrito por A. Pest Theplague às 14h02
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Ingenoíno voltou



Ele reapareceu. Eu pelo menos o vi ontem por volta das 10h15 da manhã. De óculos escuros e fumando um cigarro em cima do outro. Estava cruzando a avenida Vital Brasil, no bairro do Butantã (seu reduto eleitoral) num Vectra 2.2, 16V, zerinho, com motorista e tudo. A placa do carro era DIO ( Dio mio?) 7115. A cara não estava muito boa. Mas a caranga...

Escrito por Castelo às 09h27
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De novo, again

 

Sarrumor, Sakaruma, Maestro Bokinha.

Não importa o epíteto ou a alcunha.

O mais sazonal dos blogueiros é como regra de moça ou ataque do PCC: demora, mas quando chega... sai de baixo!

O bicho vem que vem arregaçando.

 

TOMEM, PAPUDOS!



Escrito por Laert Sarrumor às 19h20
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O poder do BDL

Depois de aparecer em dois posts aqui no Blog do Língua, a toda poderosa Grobo resolveu dar destaque para Gassen (pronuncia-se gassan) Masri, amigo e ex-professor de dabke (dança folclórica árabe) deste Sarrumor.

 

Assista aqui matéria do Jornal Nacional de 03/08/06, que mostra como estão vivendo Gassen e a família, de volta ao Brasil após terem perdido tudo no Líbano.



Escrito por Laert Sarrumor às 19h19
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Forró do BDL

Na esteira da recente polêmica sobre o excesso de gente com o nome entre os leitores deste blog, resolvemos botar mais água na frevura, publicando letra e música da genial composição de Catulo de Paula e Manezinho Araújo (o rei da embolada), COMO TEM ZÉ NA PARAÍBA.

 

Vige como tem Zé
Zé de baixo,  Zé de riba
Desconjuro com tanto Zé
Como tem Zé lá na Paraíba.
(coro repete)

Lá na feira é só Zé que faz fervura
Tem mais Zé do que coco catolé
Só de Zé tem uns cem na Prefeitura
Outros cem no comércio tem de Zé
Tanto Zé desse jeito é um estrago
Eu só sei que tem Zé de dar com o pé
Faz lembrar a gagueira de um gago
Que aqui se danou a dizer Zé.

Num forró que eu fui em Cajazeira
O
cacete cantou e fêz banzé
Pois um bebo no meio da bebedeira
Falou mal e xingou a mãe dum Zé
Como tinha só Zé nesse zunzum
Houve logo tamanho rapapé
Mãe de Zé era a mãe de cada um
No salão brigou tudo que era Zé...

É Zé João, Zé Pilão e Zé Maleta
Zé Negào, Zé da Cota, Zé Quelé
Todo mundo só tem uma receita
Quando quer ter um filho só tem Zé
E com essa franqueza que eu uso
Eu repito e se zangue quem quiser
Tanto Zé desse jeito é um abuso
Mas o diabo é que eu me chamo Zé...

 

Ouça aqui

 

 

A interpretação é do não menos genial Jackson do Pandeiro, junto com a esposa Almira. Gravação de 1962.



Escrito por Laert Sarrumor às 19h16
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Forró do BDL II

Na mesma linha de forró com letra inteligente, mais duas:

 

TU TÁ CUMENO VRIDO?

Autor: Gordurinha

Intérprete: Odair Cabeça de Poeta e Grupo Capote.

 

Mas tu ta cumeno vrido, menino?

Não, pai. Eu to chupano é preda d’água.

Mas tu ta cumeno vrido, menino?

Não, pai. Eu to chupano é preda d’água.

 

Joga essa peste fora, filho

Que esse diabo dói nos dente, filho

Óia que eu fui pegá nela, filho

E a minha mão ficô drumente

 

Botei ela drento do saco, filho

E guardei, e ninguém viu, filho

Molhô a farinha toda, filho

Fez o trabalho e fugiu.

 

Ouça aqui

 

A MULTA

Autor e intérprete: Falcão

 

Só porque eu guiava embriagado
Sem Cinto e Sem carteira
Sem freio, Sem farol, Sem sinaleira
Uma bitz me parou
Quiz engrossar
E antes que eu pudesse argumentar
Um sargento falou para um soldado
Multa ,esse Feladapulta ,Multa
Esse Feladapulta ,Multa que é para moralizar
Multa ,esse Feladapulta,Multa
Esse Feladapulta,Multa que é para moralizar

Mas seu guarda eu to desiludido
Minha mulher fugiu com um amigo
Me deixando com o crânio enfeitado
Ele entao disse esse é mais um motivo
Pois aquí no código tem um artigo
Que diz que corno paga dobrado
Multa...
Ele disse meu amigo vamos conversar
O senhor nao pagou nem o ipva e esta com o seguro atrasado
E sabendo a coisa como é que é, se nao deixar pra nois o do café
Comigo o senhor ta é láscado
Multa...

 

Ouça aqui


Escrito por Laert Sarrumor às 19h10
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Hermes e Renato é a puta que pariu!

Bem diz o Lizoel: Internet, Fábrica de Boatos. Paraíso da desinformação.

Já mostrei aqui o que acontece se você digitar Cagar é Bom no principal site de busca.

Juca Chaves, Tom Zé, Hermes e Renato, Rogério Skylab, aparece de tudo menos Língua de Trapo nos créditos da gravação.(Confira aqui)

 

Pois agora a coisa se estende ao You Tube, o site da moda, disponibilizador de vídeos.

Cagar é Bom aparece lá num Clip da famosa música de Hermes e Renato (veja aqui).

 

Coisa de criança, tudo bem. Mas desinformação.

 

Quantas vezes vou ter que repetir que

 

ESSA MERDA É MINHA!



Escrito por Laert Sarrumor às 19h07
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Bicho no tubo

Falando em You Tube, o clip do Bicho Grilo, que é um hit internético e já rodou mundo através da troca de emails, é sucesso também no site sensação do momento. Aparece em seis postagens diferentes, todas obviamente sem nenhum crédito.

 

Confira aqui

 

Créditos:

Texto e narração: Carlos Melo (Castelo)

Bicho-Grilo: Laerte Vicente (Bibó)

Gravado no show 21 Anos de Estrada, do Língua de Trapo, no Teatro Sesc Pompéia, em janeiro de 2000.

Direção: Reinaldo Volpato.



Escrito por Laert Sarrumor às 19h02
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Triste paródia

Cante com a gente:

 

EMPRESA BRASILEIRA

DE LÁ DO SUL

FOI SE ATOLANDO

NO FIM SIFÚ!

PASSAGENS NÃO VALEM MAIS

AI, AI, JESUS

NEM PRA NATAL

E A MILHAGEM HOJE É SÓ UM PAPEL

MESMO COM VÁRIOS PONTOS, NÃO SAI DA CIDADE

E O BILHETE QUE AGORA JÁ NÃO VALE

NÃO VALE, NÃO VALE, NÃO VALE

 

Ouça Aqui o jingle com a letra original,

composto em 1960 pelo músico paulistano Caetano Zamma. Zamma foi um dos integrantes do grupo paulista da Bossa Nova, integrado por nomes como Johnny Alf, Agostinho dos Santos e Maysa.

 

Assista aqui o comercial da Varig Seu Cabral, e outros fantásticos filmes publicitários antigos, como Cobertores Parahyba, Café Seleto e Casas Pernambucanas (“Quem Bate? É o frio!”)

 

Ouça mais jingles, como o saudoso jingle da Pepsi, composto por Sá, Rodrix e Guarabira ou o delicioso Pizza com Guaraná, de Cézar Brunetti  e Sergio Mineiro, no site CLUBE DO JINGLE.

Imperdível é o antológico jingle de natal do Banco Nacional, maldosamente chamado de melô do sexo anal, composto por Edson Borges de Aguiar, curiosamente alcunhado de Passarinho.



Escrito por Laert Sarrumor às 18h58
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ALCKMIN, GERALDO: Politico incolor, inodoro e insípido que faz de tudo para ter graça mas só consegue fazer desgraça, especialmente quando o assunto é segurança pública.

Escrito por Castelo às 17h55
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Quero ser carioca

'Quero ser carioca'

letra:    Carlos 'Castelo' Melo

música: Tony 'Pituco' Freitas

OUÇA AQUI

Todo mundo é carioca
também tô afins de ser
carioca Zona Sul
aí vocês iam ver

Quer virar celebridade?
vai andar no calçadão
todo mundo é bossa nova
tem que haver uma razão
Há carradas de gaúchos
de bombachas no Leblon
nêgo ser guanabarino
deve dar algum frisson

capixaba e paulista
muito mineiro da gema
só na agüinha de coco
lá na praia de Ipanema
o povo da tropicália
despencou de Salvador
trocando a Mãe Menininha
pelo Cristo Redentor

Se eu ficar comendo pizza
acabo chupando o dedo
nunca vou ser um famoso
nem virar um samba-enredo
Vou puxar "ésses" e "érres"
não vou mais bancar o bobo
malandragem hoje em dia
é estar na rede Globo

namaste



Escrito por Pituco às 08h14
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BAGULHO.NET

Puxando uma cana forte na detenção
Sem direito a liminar, sursis, apelação
Comendo pão dormido, quirera e quiabo
É que a cabeça vira oficina do diabo

Foi quando disse ao Gildete
Cansei de levar bofete
Um provedor de internet
Vai ser nossa bola sete
Veio e-mail, pagô frete
Erva sai, ninguém se mete

Que o nosso leite
E o Old Eight
É com o Bill Gates

Foi um estrondo o tal do marketing viral
Lá no orkut tem “bagulho virtual”
E aprimorando o nosso empreendimento
Vamo abraçá seqüestro e venda de armamento

Mas que tesão esse insight
Se apropriá do k-byte
Pra angariar toda night
Uma graninha, all right?
Feito turnê do Foo Fighters
E nesse pique bem light
Vamos criar nosso site

Que o nosso leite
E o Old Eight
É com o Bill Gates

Não tem negócio mais rentável no momento
Dá mais retorno do que fabricar cimento
É risco zero, uma burra de dinheiro
E a mão-de-obra é abundante em cativeiro

Tem muito presidiário
Ladrão, punguista, falsário
Vivendo feito otário
Vamo pegá os canário
Tirar de dentro do armário
Pagar a eles salário
Pra ser nosso funcionário

Que o nosso leite
E o Old Eight
É com o Bill Gates

Escrito por Castelo às 18h13
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PHC: A prova cabal de que, mesmo os filhos de
presidentes-sociólogos, se não apanham na bunda durante a infância, terminam fazendo besteira quando adultos. Também conhecido pela alcunha de "Filho do Homem", "Enfant-Terrible de Ceilândia", "Habitué de Primeira Classe da Tam" e "Casanova do Eixão".


Escrito por Castelo às 17h42
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UM LINGUARUDO NO NEPAL - FINAL



Aí veio o lado negro da neve: os tombos. Eu, por exemplo, olhava placidamente para uma cachoeira congelada quando fui colhido nos tornozelos pela, até então, suave dona Ana Maria - uma persistente senhora de 60 anos que resolveu encarar uma caminhada no Nepal. O termo "bola de neve" seria o mais apropriado para definir o que se formou da conjunção entre dona Ana Maria, o seu respectivo sherpa-carregador e eu. No final, chegamos todos vivos ao sopé da ribanceira de 20 metros. Mas, por via das dúvidas, passei a andar com o auxílio de um cajado à Paulo Coelho.
A entrada em Ghorapani foi triunfal. Antes de nos alojarmos na pousadinha, comemos uma apple-pie dos deuses numa pequena tea-house. À noite, para comemorar a chegada ao "fim da subida", os sherpas fizeram um festa-surpresa. Numa fogueira improvisada, cantaram suas canções folclóricas - a de mais sucesso falava que é impossível viver sem mulher - e serviram café com rocsy, a pinga do Nepal. Infelizmente, na manhã seguinte continuava nevando e não conseguimos ver as montanhas. Uma frustração que, somada à ressaca, baixou o moral da tropa.
Hora da descida. Tombos para todos os gostos: tombos em velocidade, tombos em slow motion, tombos idiotas, saltos ornamentais. Passagens de pouquíssimos centímetros para se equilibrar e, 30 metros abaixo, um riozinho semi-congelado esperando um mergulho seu. E mulas decoradas com penachos coloridos passando entre você e o abismo.
Paramos em Banthanti para um almoço. Os sherpas não pareciam muito inspirados na gastronomia aquele dia. Sardinhas em lata com couve-flor outra vez. O cansaço estava tão grande que resolvemos dormir. Deitei-me dentro do sleeping-bag e percebi que havia algo errado. Ou eu estava com febre alta ou meus pés estavam congelados. Medi minha temperatura. Tudo OK. Eram os malditos pés que, em contato com a neve, tinham se enregelado.
Tentei de tudo para esquentá-los, mas nada funcionava. Só mesmo muita fricção (feita pela minha cara-metade) e um cantil de água quente me salvaram da gangrena. Ou melhor: da fantasia de gangrena que me assaltou vendo congeladas minhas extremidades.
Dormimos bem, apesar das gargalhadas, latidos, cacarejos e guinchos suínos vindos da cozinha sherpa, que era colada ao nosso quarto. É realmente o povo mais bem disposto do mundo. Carregam 60 quilos de equipamentos nas costas durante o dia. E riem a noite inteira...
De Banthanti fomos baixando até chegar a Ghandrung. Ali, finalmente, conseguimos ver alinhados o Annapurna South, Hiunchuli e Fish Tail.
Já nem acreditávamos mais que teríamos acesso a esse espetáculo. O clima geral era de "só a neve do Himalaia já valeu o trekking". Foi quando, madrugadinha, cinco e meia, por aí, Salam e Kalam nos acordaram aos berros:
- Leave the room now, sir! Mountain smiling! Mountain smiling!
Descemos até o átrio do lodge e lá estavam os três monstros na nossa frente. Nenhuma nuvem, nenhum fog, nada entre nós e aquelas massas de rocha e neve. Uma estrelinha brilhava, humilde, na ponta do Fish Tail. E, conforme os galos iam tecendo a manhã (João Cabral também é válido no Nepal), as três montanhas mudavam lentamente do tom violeta para o branco polar. A sensação de paz, estupefação e sentimento de plenitude se alternavam em minha mente. Confesso que pensei em virar um monge budista e morar ali. Para minha sorte, o pensamento se dissipou em segundos. E logo eu estava, civilizadamente, pensando em tomar um banho decente, depois de dias me valendo de lenços umedecidos.
Depois de assistir às montanhas sorrirem, descemos de volta ao nosso ponto de partida, Birethanti. Milhares de degraus escavados na montanha castigaram nossos pobres joelhos. Mas na baixada nos esperava um ônibus. Parecia uma miragem: depois de 6 dias andando íamos ser levados por um veículo.
Fomos, nós e os sherpas, em completo silêncio para Pokhara. Lá eles nos colocaram lenços brancos no pescoço - como desejo de sorte e longa vida - e nos deram como "recuerdo" nossos "trekking permits".
Fim dos nossos serviços.


Escrito por Castelo às 09h11
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Guioza virtual

Viva esse shambala virtual.

Por aqui, reencontro amigos e parentes, em todo planeta e faço novas amizades.

Tudo tão simples e despreendido, como estar tomando um cafezinho no balcão da padaria da esquina.

É o caso do poeta, paulistano da Freguesia do Ó,

Rogério Santos.

Tornei-me um fã de seus poemas e poesias,

Tornei-me um visitante assíduo de seu site "FOLHA DE CIMA",

Eis que, sou presenteado, pelo poeta, com esses versos, agora musicados!

Brinda-se, assim, uma nova parceria, sinceramente, virtual.

E uma amizade, virtualmente, sincera!

OUÇA AQUI...

"Breque do Guioza"

letra: Rogério Santos

mùsica: Tony 'Pituco' Freitas

namaste



Escrito por Pituco às 04h34
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UM LINGUARUDO NO NEPAL - 2

    De Kathmandu até Pokhara - o marco zero de nosso trekking - fomos em um pequeno avião anfíbio (?!) adaptado para voar nos Himalaias. A exótica máquina voadora era da frota da Royal Nepal Airlines, uma das muitas empresas que pertencem ao abonado rei nepalês. Outra particularidade digna de nota sobre o rei é o fato dele comandar um dos países mais politicamente surrealistas do mundo: uma monarquia com maioria comunista no Parlamento.
   Após um sobrevôo sobre o aeroporto (para espantar vacas e cachorros da pista), duas escarradas do piloto antes de abrir a porta da aeronave e uma troca de safanões entre duas senhoras para ver quem ia na janelinha que dava pro Himalaia, saímos ilesos do anfíbio.
   De Pokhara já é possível ver no horizonte o famoso pico Fishtail, ou Machhapuchhare, em nepalês. O "Rabo de Peixe" de 6. 993 metros de altura é um anão perto dos seus colegas da região de Annapurna (nota de cultura inútil 1: você sabia que as oito maiores montanhas do mundo estão no Nepal?).
   Junto ao Fishtail ficam o pico Hiunchuli e o Annapurna South. Todo o nosso trekking se baseava na idéia de nos colocarmos numa posição ideal e ver os três alinhados. Essa posição fica em dois pontos no interior do interior do Nepal. Mais precisamente as cidades (?) de Ghorapani e Ghandrung. As duas estão a aproximadamente 2. 800 metros e são belvederes perfeitos.
   De Pokhara, quem olha o Fishtail, pensa que a tarefa de andar até as suas barbas vai ser uma moleza. Isso acontece porque os picos são enormes e podem ser vistos em toda parte. Mas vá andar até lá...
   Foi o que nos dispusemos a fazer. Partimos, à noite mesmo, de carro com destino a Birethanti. Ali já dormimos em barracas de montanha.
   Aqui cabe uma informação sobre qual foi a infra que nos levou até os Himalaias. Naturalmente que uns brasileiros, por mais aventureiros que fossem, não iriam arriscar seus bronzeados pescocinhos andando pela cordilheira mais alta do mundo. Por isso é que nos cercamos de sherpas - 35 ao todo - por todos os lados. Não se trata de mordomia, visto que há agências especializadas em trekking às mancheias em Kathmandu. É possível até fazer conhecer o Circuito dos Annapurnas com agências especializadas brasileiras, o que facilita muito.
   Fomos recepcionados no acampamento por um belo jantar à moda sherpa:  pipocas, sopão, couve-flor, spaghetti e cozido de carne. Um verdadeiro banquete para quem há dias alimentava-se com a comida ONNI (objetos nutritivos não-identificados) da Índia.
   Depois da noite acantonada, fomos acordados por nossos guias, Kalam e Salam, com a ladainha matinal que ouviríamos pelas próximas seis manhãs:
   - Morning. Tea. Hot water.
   Breakfast tomado, rosto lavado, tocamos para frente. Ou melhor, para cima. Nosso objetivo imediato: Tirkhedhunga. Mais difícil do que  pronunciar o nome dessa localidade é chegar a ela. O chão de pedras soltas, temperatura fria na sombra e estorricante ao sol cansam até a mais estóica das mulas que transportam os bens de consumo da região.
   Em Tirkhedhunga, por um momento nosso guia nos assustou. Ele começou a se abaixar, se abaixar e, com o corpo vergado para baixo, estendia o ombro para cima. Chegamos a pensar que ele estivesse sofrendo do "mal de altitude" ou com um tipo de "Vingança de Montezuma" local. Só depois descobrimos que ele nos mostrava o local onde dormiríamos aquela noite.
   Aquelas duas casinhas de madeira, na ponta de um pico, menores que um presépio, era onde ficava a nossa pousada. Subir até o vilarejo de Ulleri foi um dos momentos que mais exigiram fisicamente em todo o trekking. É preciso quase escalar uma montanha inteira. Para isso há pouco tempo, já que depois das 17 horas começa a esfriar vertiginosamente. Chegamos suando ao modesto lodge. E ele nos pareceu um palácio de marajá. No apagar das luzes da tarde, havia ainda a vista do imponente Annapurna South. Mas essa visão de Ulleri seria apenas um aperitivo perto do que veríamos mais para frente. Quer dizer, para cima.
   Esse mais para cima chamava-se Ghorapani. O caminho até lá seria marcante até para um finlandês, que vê neve todo dia. Imaginem então para um piauiense, como este que vos escreve.
   Quanto mais subíamos, mais neve precipitava-se sobre nós. Começaram as tradicionais batalhas: os sherpas jogavam bolas nevadas em nós, e devolvíamos neles. A infância tinha voltado e era tudo real, não estávamos em Epcot Center...(continua).   
             


Escrito por Castelo às 19h35
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BYRNE, DAVID: Musicólogo norte-americano conhecido por fomentar a “exótica” cultura periférica para mecenas
nova-iorquinos que não sabem onde investir seus
dólares ganhos explorando países periféricos.


Escrito por Castelo às 17h30
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UM LINGUARUDO NO NEPAL - 1





Pro Pituco.

"Para chegar ao Céu é preciso passar pelo Purgatório”. Fazer um trekking no Nepal é por aí. Só que o Purgatório não demora horas de saculejo, mas dias de neve, frio e desmoralização em público.
Já o Céu, bem, esse é o Nirvana.
Mantendo a tradição, comecei pelo Inferno para atingir o teto do mundo. Mais precisamente pela fronteira do Nepal com a Índia: a cidade de Bhairahawa.
É bom que se diga que não fui até lá por via terrestre por livre e espontânea vontade. A Indian Airlines é que, naquela semana, não conseguia fazer os seus 737 pousarem em Kathmandu. Coisas de quem leva a fama de ser a segunda pior companhia aérea do mundo, ficando somente atrás das chinesas.
Em Bhairahawa, adentrei num cambaleante bimotor Avro da Necon Air e, depois de ver à direita da janelinha a belíssima planície do Terai e à esquerda os Himalaias, finalmente pisei no aeroporto de Kathmandu. Era o final de mais de 72 horas de ônibus, trens, táxis, barcos e até riquixás, que me conduziram de Agra até a zona fronteiriça da Índia com o Nepal.
Dei uma volta de reconhecimento por Kathmandu e, de prima, já deparei com duas cenas inesquecíveis. A primeira foi em Thamel, o bairro comercial. Eu estava procurando uma bota para trekking (dentro da loja tentava ver o calçado com uma lanterna, pois em Kathmandu há um corte de energia elétrica diariamente das 17 às 19 horas) e um indivíduo me perguntou em alto e bom som:
- Are you interested in haxixe?
E, complementou, para meu espanto, num inglês nepálico:
- Good quality, 10 grams, 12 dolars.
Fiz um sinal negativo com a cabeça, mas o homenzinho - como é comum aos vendedores indianos e nepaleses - continuou me seguindo pela rua. Gritava:
- Alo, alo! Gimme your last price! Gimme your last price, sir!
O segundo grande choque em Kathmandu foi no local de cremações da cidade. Não pelas cremações em si, pois quem já comeu uma picanha fatiada não se espanta com mais nada ligado à combustão. Mas sim pelo o que um dos seguidores de Shiva - os chamados homens santos - fez em minha frente.
Esse homem “santo”, a propósito de mostrar seus conhecimentos do Kama Sutra e descolar umas rupiazinhas, mostrou muito mais do que devia. Levou-nos para um canto tranqüilo do cremódromo e, pasmem, levantou uma pedra de 60 quilos no membro viril!
Fotografamos tudo sob constrangedor silêncio e pagamos as 300 rúpias nepalesas (6 dólares) combinadas sem pechinchar. Para abrandar a cena felliniana, continuei o passeio por Kathmandu. Uma boa dica é separar uma tarde e dar um rolê por Bhaktipur - uma espécie de Old Kathmandu, com mais de 10 séculos de idade. O detalhe é que está quase como nos tempos idos. Um mercado medieval de ruas estreitas, montes de templos em madeira esculpida e gente risonha olhando nós, os ocidentais, como se fôssemos ETs.
Outro encontro imperdível é com a deusa viva Kumari, mais importante para o povo do Nepal do que o seu rei. Kumari é escolhida entre milhares de crianças do sexo feminino.
Ser deusa no Nepal, contudo, é mais difícil do que entrar no ITA. Entre outras coisas, é preciso ter o mesmo signo e ascendente de um dos 36 milhões de deuses hinduístas, presenciar a matança de um búfalo sem emitir sons de indignação e ainda não ter medo de escuro. Isso aos 2 anos de idade. Madame Curie, não há dúvida, seria reprovada no teste de Kumari.
Mas os dilemas das deusinhas não param aí. Quando elas chegam à puberdade é que a porca torce o rabo. O reinado acaba e há um tabu sobre casamento com estas ex-divindades. Os homens nepaleses acreditam que quem casa com uma Kumari, morre em breve. Pensando bem, melhor ser mortal.
Quando chegamos ao palácio da deusa viva, nosso guia nepalês gritou o nome dela. Prontamente a janela se abriu e uma menininha de seis anos, muita séria, num vestido vermelho, apareceu. Foram alguns segundos. Mas que me valeram uma conclusão teológica: já que Deus é brasileiro, bem que ele poderia copiar sua colega oriental e aparecer de vez em quando. Seria tão democrático...(continua).


Escrito por Castelo às 17h13
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DECORADORA DE INTERIORES: Um dos ícones botocúndios contemporâneos, juntamente com o esotérico, o falso conhecedor de vinhos e a socialite falida. Formam o conhecido quarteto TBC - teatro brasileiro de comédia.

Escrito por Castelo às 15h21
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Enquete encerrada

Quanto tempo ainda vai durar o Blog do Língua?

Um ano, depois disso os caras desencanam e montam um banco.
15,15% (5 votos).

Seis meses, o Laert vai entrar para os Rolling Stones no lugar do Jagger.
21,21% (7 votos).

Uma semana, com a saída de Guca Domenico que virou dono de um restô vegetariano ortodoxo.
9,09% (3 votos).

Acaba hoje, por falta de verba.
6,06% (2 votos).

Acaba pra você, linguarudo ingrato, pra mim o BdL mora no coração.
48,48% (16 votos).

Total: 33 votos.

Escrito por Castelo às 14h22
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Internet, fábrica de boatos

Com o tópico "Nanismo Moral" nosso caro Laert também caiu nos boatos a rodo que rolam pelos e-mails e publicou a gravação que "fez Alexandre Garcia ser demitido da Globo". Infelizmente Laert, o próprio Alexandre desmentiu hoje os boatos no site Comunique-se

Veja a nota do site:

O jornalista Alexandre Garcia quer acabar de uma vez por todas com os boatos de que estaria se despedindo da TV Globo. Procurado pelo Comunique-se em função de informações a respeito de sua suposta saída da emissora, ele disse que já perdeu as contas dos telefonemas de amigos que recebeu preocupados com a notícia. “Isso começou na internet”, diz ele.

“Esse boato começou há mais ou menos 20 dias. Não existe essa história de demissão, até porque não sou funcionário para ser demitido”.

Segundo as informações que circulavam pela internet, uma crítica do jornalista a respeito da segurança pública seria o motivo da suposta demissão



Escrito por Lizoel às 09h35
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Não tenho palavras...

 

Às vezes sinto vontade de dizer tanta coisa, chega na hora não sai nada.

 

Talvez seja por isso que, em 1978, eu compus essa música, em plena época da ditadura militar.

 

Língua de trapo – Na Minha Boca

 

Gravação extraída da raríssima fita cassete Sutil como um Cassetete, de 1980. Uma das primeiras fitas independentes de que se tem notícia, vendida nas portas dos shows.

 

Ouça Aqui



Escrito por Laert Sarrumor às 14h36
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Nanismo moral

Já que o assunto é mordaça, aqui está um fulano que falou e não se deu bem.

 

Esse filminho está rodando pela net, mas vale a pena postá-lo.

 

 

Veja aqui porque Alexandre Garcia foi demitido pela Globo.

 

Como se diz por aí...

 

“Nessa terra brasilis, se você não é ladrão, político, índio ou empresário...cuidado! Você pode ser preso a qualquer momento!”



Escrito por Laert Sarrumor às 14h32
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DEMOCRACIA TUTELADA: Estabeleceu-se na América Latina após a volta dos militares aos quartéis (onde estão jogando biriba, de pijama e armados de mísseis até os dentes). Trata-se de uma democracia assim: vota-se? Sim, vota-se. Elege-se candidatos livremente. Sim, elege-se candidatos livremente. As eleições têm uma ou outra fraude? Sim, as eleições têm uma ou outra fraude.
Candidato que tem pouco dinheiro compete - de igual para igual - com candidato tubarão? Ops, aí também é pedir demais.
Já esqueceu que isso aqui é o neoliberalismo, zé?


Escrito por Castelo às 09h20
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Desopilando...

Pra aliviar um pouco o (necessário) clima pesado semeado com meus posts de hoje, uma jóia Carlomeleana:

Dez coisas que você nunca deve fazer...

Texto: Carlos Melo (Castelo)

Interpretação: Alcione Sanna e Laert Sarrumor

Ouça aqui



Escrito por Laert Sarrumor às 17h39
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DEUS: Um velhinho, de barba, com superpoderes. Espécie de Fidel Castro do universo.



Escrito por Castelo às 15h42
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La pregunta que non se cala!

El gran capo de Cuba, ahora se quedará?

 



Escrito por Lizoel às 15h39
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Dos Outros

A Revista Barcelona é uma espécie de "O Matraca" portenho. E está vendendo uma barbaridad: 13.500 exemplares por quinzena nos "kioscos" de Bas. As.
Veja a pesquisa que está no site deles. Quem disse que não se faz piada com qualquer tema, hã?

¿Cómo cree que terminará el conflicto en Medio Oriente?

- Ganará Israel y obligará al mundo entero a comer matze de por vida.

- Ganará Hezbollah y decidirá que la tierra santa se extiende allende las fronteras de Oriente Medio, así que invadirá la Argentina y pondrá a Menem como presidente.

- Ganará Hamas pero ya no quedará ningún habitante, ni israelí ni palestino, vivo para ser gobernado.

- Todo el Oriente Medio será destruido por las armas nucleares de Corea del Norte.

- Todo el Oriente Medio será destruido por las armas diversas de los Estados Unidos.

- Habrá empate técnico, los contendientes harán las paces y todos serán muy felices, compartiendo territorio y conviviendo en paz.

Escrito por Castelo às 11h00
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Peace and Love

Hesitei muito antes de publicar os posts abaixo. Primeiro porque esse é um blog de uma banda de música e humor. Segundo porque não quero e nem posso tomar nenhum partido. Não sou contra árabes e nem judeus. Muito pelo contrário, como qualquer pessoa que tenha um mínimo de sensatez, sou a favor da paz. Tenho muitos amigos de ambas nacionalidades. O que não podemos é confundir o povo de uma nação com seu governo. É justo o mundo odiar o povo brasileiro por causa do governo que temos aqui? Os governantes são movidos a ganância, a arrogância a sede de poder. Atendem a interesses abjetos, como os da indústria armamentista. É um crime e uma monstruosidade o que fazem com seu próprio povo.

Desculpem, eu não consigo ficar calado. E nem fazer piada nessas horas.



Escrito por Laert Sarrumor às 09h44
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Um email

Ola meus amigos e parentes.
Gostaria de agradecer a todos que oraram por nós,mas estou passando para avisar que Graças a Deus conseguimos ser resgatados do Libano,minha familia chegou na quarta-feira,e eu cheguei nessa madrugada.agora um pouco mais tranquilos apesar do trauma da guerra,estamos bem e felizes!
Um grande beijo a todos!!!

 

Gassen Masri

 

Gabriela e Juliana, filhas do Gassen



Escrito por Laert Sarrumor às 09h23
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Outro email

OOOOOOOOOOIIIIIIIIIIIIeeeeeeeeeee tudoo bem com vcs. aqui estamos bem gracas a deus ,mas paciencia neeee ,estamos sendo destruido por os maldito judeu ,lider do terrorismo \usa, e nao podemos fazer nada os pessimos,merda filhos da PUTA  dos lideres arabes q estao sendo vendido por israel estao a favor do terror isso doi bastante mas temos fe em deus ,me desculpe as palavras nao tenho com quem desabafar, e q bombardiaram 2 firmas em frente a loja ,caaiu todo o vidro da frente mas q 5 mil dollares e 2 guarda roupas , bom quem paga por o prejuizo ,issso nao e nada e quem perdou a familia quem vai recuperar a onu,,usa,arabes nao queremos nada deles  q deixa nos em paz queremos viver,q pecado acabaram com libano vc. tem q ver , ta d ++++++mesmo, destruiram tudo nao a masi vida ....................bom ja chega ,quero um favor se e possivel, Lingua de Trapo fazer um apelo para o Libano.....fica ruin sera ...... BJS...

 

Hussein Hazime



Escrito por Laert Sarrumor às 09h20
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Escrito por Laert Sarrumor às 09h18
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Êta, nóis!

Não fui 'pé-descalço',

Embora, como todo brasileiro, tenha o 'carcanhá rachado'!

Essa porção mazzaropi-zé bento-jeca tatu.

Tanto é verdade e prova disso, que segue a canção.

OUÇA AQUI....

'Quadrilha' (letra: Tony 'Pituco' Freitas / música: Ricardo 'Azeitona' Sagioratto)

composta em 1995

execução: Extra Acoustic (1992~95, Tokyo)

namaste



Escrito por Pituco às 00h33
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tsk, tsk, tsk...

Meu companheiro de blog é extremamente talentoso. Mas é distraíííído...

O endereço que ele ficou todo contente quando achou na comunidade do LT, foi criado por mim quando publiquei o post abaixo, em março.

18/03/2006

Falando nisso...

 

Picolé de Chuchu” (ouça aqui) e “Jeferson’s Blue” (ouça aqui) são duas novíssimas composições de Guca Domenico que serão apresentadas no show Língua de Trapo Acústico, segunda, dia 20, no Sesc do Carmo (pra você não ficar nervoso...)



Escrito por Laert Sarrumor às 23h11
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