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BLOG DO LÍNGUA | ||||||
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De alta Lizoel teve alta e está em casa. É como eu sempre disse: humorista que é humorista não morre de doença séria.
Escrito por C. Castelo às 14h29 [] [envie esta mensagem] Adote um cubano
Mostre que você é humano: Escrito por C. Castelo às 19h34 [] [envie esta mensagem] Alegria de lirante 3 Sucesso total!
Não havia mais ingressos para vender desde domingo passado.
A procura foi tanta que o Sesc resolveu colocar um telão na área de convivência do Sesc Consolação e transmitir os shows de Língua de Trapo e Premê ao vivo, na última quarta-feira. Parecia Copa do Mundo!
(Re)veja abaixo alguns dos momentos memoráveis desses shows.
Língua de Trapo – Desaforo eu Não carrego Primeira vez que a banda tocou essa música do Ataulfo Alves ao vivo, gravada no CD duplo que celebra os 100 anos do sambista.
Língua de Trapo – Fado da Falência
A “dancinha” do Valmir e do Marcos Artur é impagável.
Premê – Concheta Histórico! Algo impensável até então.
Premê & Língua – Pinga com Limão Gran finale, com a música da dupla Alvarenga & Ranchinho.
Assista também Xote Bandeiroso, Força do Pensamento e O Homem da Minha Vida.
Pra quem perdeu (ou não) os shows no Teatro Anchieta, lembramos que no domingão, dia 6 de dezembro, na Praça Benedito Calixto tem Língua, Premê, Arrigo Barnabé, Banda Isca e muito mais, a partir das 13h. Escrito por Laert Sarrumor às 10h17 [] [envie esta mensagem] Alegria de lirante 2 Começou muito bem o projeto Lira dos 30 Anos!
Uma matéria pra lá de generosa no jornal O Estado de São Paulo, com direito à capa do Caderno 2 e chamada com foto na capa do jornal. Conforme comentou nosso editor e guru Castelo, por email, “finalmente um espaço merecido ao Língua de Trapo e à vanguarda paulistana na grande mídia”. Obrigado, Lauro, obrigado, Dib.
Para ler a matéria, clique aqui e nos três primeiros títulos.
Na grande noite de estréia, Teatro Sesc Anchieta lotado.
Número especial do jornal Lira Paulistana – que, aliás, ficou um luxo! – distribuído aos presentes.
Making of do documentário sobre o Lira, de Riba de Castro, exibido no telão, com duração de 30 min.
Na platéia, muitos aplausos e gritinhos.
Começa o show da Banda Isca (Paulo Lepetit, Luiz Chagas, Marco Costa, Bocato, Vange Milliet e Suzana Salles), com participação de Anelis Assumpção – filha do Nego Dito – e uma canja surpresa de Celso Sim.
Não vou nem comentar nada.
Assistam aos vídeos e tirem suas conclusões.
Negra Melodia Com Anelis Assumpção, um piteuzinho!
Sampa Midnight Atualíssima, em tempos de apagão.
Luzia Com Celso Sim
Filho de Santa Maria Com direito ao Bocato fazendo citação de “Exodus”.
Assista também Dor Elegante, Beijo na Boca e Nego Dito.
Agora, com licença que estou indo passar o som com a banda. Temos um show com o Premê, logo mais à noite. Escrito por Laert Sarrumor às 16h15 [] [envie esta mensagem] Alegria de lirante Tudo começou há mais de um ano. Mais precisamente naquela série de shows e debates sobre o Lira Paulistana, promovida pela Biblioteca Alceu Amoroso Lima, entre 15 e 30 de agosto de 2008, a propósito dos 448 anos do bairro de Pinheiros, e que foi assunto de posts aqui no BdL, na época.
Lá ficamos sabendo que o Riba de Castro, um dos sócios do Lira, atualmente residindo na Espanha, estava começando a filmar um documentário sobre o efervescente espaço cultural, que existiu entre 1979 e 1986, na Rua Teodoro Sampaio, 1091, em frente à praça Benedito Calixto.
No final do ano o Riba veio ao Brasil, filmou mais de 60 depoimentos de pessoas que, no palco, na platéia ou nos bastidores, ajudaram a escrever a história do pequeno porão transformado em teatro.
Foi quando ele, mais o Chico Pardal, outro ex-sócio do espaço, mais este Sarrumor que vos tecla, resolvemos escrever a três mãos um projeto para o lançamento do filme, que além da exibição do próprio, tivesse exposição, debates, e, claro, muitos shows com o pessoal que ajudou a fazer a fama do teatro.
Levamos o projeto ao Sesc, à prefeitura da cidade, à subprefeitura de Pinheiros, e à Funarte.
O Riba voltou para a Espanha, o tempo foi passando, fizemos muitas reuniões, trocamos um porrilhão de emails, e nada se definia.
Até que, de repente, tudo aconteceu ao mesmo tempo!
Vai ter uma série de shows no Sesc Consolação, um show na Praça Benedito Calixto, com apoio da prefeitura de São Paulo e da subprefeitura de Pinheiros e uma série de shows na Funarte.
E olha que o documentário do Riba nem ficou pronto!
O que será exibido será um making of de 30 minutos.
No SESC CONSOLÇÃO o evento chamará LIRA DOS 30 ANOS e começa nessa terça, 17 de novembro, às 21h, com o show da Banda Isca, com participação de Anelis Assumpção, filha de Itamar, e exibição do making of do documentário. No Teatro Anchieta.
Na quarta, dia 18, no mesmo espaço e horário, o imperdível encontro entre o LÍNGUA DE TRAPO e o PREMÊ.
foto: Marcia de Oliveira
Língua e Premê, escracho duplo no dia 18.
A programação tem ainda shows com Alzira E. e Passoca, Clemente e convidados do Rock, as cantoras Na Ozzetti, Tetê Espíndola e Virgínia Rosa, Jorge Mautner e o grande encerramento, dia 9 de dezembro, com o show de Arrigo Barnabé, e a exibição do making of do documentário.
Saiba mais sobre a programação no Sesc Consolação clicando aqui.
O evento na PRAÇA BENEDITO CALIXTO acontece no dia 6 de dezembro, domingo, a partir das 16h, com shows do Língua, Preme, Arrigo Barnabé e Banda Isca, entre outros.
Na FUNARTE, rola a reedição do projeto BOCA NO TROMBONE, que acontecia no Lira, revelando novos trabalhos. A programação irá de 3 a 13 de dezembro, de quinta a domingo, na Sala Guiomar Novaes, com uma configuração um pouco diferente: a cada noite, um artista da chamada “Vanguarda Paulista” dividirá o palco com uma atração mais recente, convidada por ele.
O Língua se apresentará no domingo, dia 13, tendo como convidado o ótimo grupo ZABOMBA.
A repercussão desses projetos tem sido boa. Saiu com destaque, ontem no Guia da Folha e hoje na Vejinha.
Na quinta passada, fizemos fotos com a maioria do pessoal que vai se apresentar no projeto Lira dos 30 Anos, nas cercanias de onde ficava o teatro, que deve sair na terça, no Caderno 2 do estadão, em matéria de Lauro Lisboa Garcia. Até este Sarrumor cometeu um textículo, que talvez saia tembém, nessa mesma matéria.
foto: Marcia de Oliveira
Making of da foto do estadão.
Pra arrematar, nos shows do Sesc Consolação, será distribuído um número especial do jornal Lira Paulistana, com fotos, depoimentos e a programação do evento, editado pelo Fernando Alexandre, o Fernandão do Lira.
Reveja abaixo o vídeo que traz imagens do teatro ao som de Itamar Assumpção. Escrito por Laert Sarrumor às 17h06 [] [envie esta mensagem] Recortes Matraca – 2ª edição Olá amigos linguarudos. Quero dizer, antes de mais nada, que acompanhei a situação do nosso amigo Lizoel pelos e-mails e fiquei feliz em saber que está tudo bem. É isso, estou meio afastado mas estou de olho na bagaça.
Enquanto isso, conforme o combinado, segue a saga “Recortes Matraca”. Nesta segunda edição, o conselheiro das mulheres Serjão Suplicy e o comercial da lavadora Tempbrás.
Trechos extraídos dos arquivos da Rádio Matraca, Rádio USP FM.
http://www.radio.usp.br/programa.php?id=20
Abraços de Língua.
Escrito por Luis Couto às 17h23 [] [envie esta mensagem] O Elemento Lizoel
Quando a Globo anunciou o Festival dos Festivais em mil- novecentos-e-oitenta-e-não-me-lembro-mais, fui à casa do Lizoel. Falei: - Tenho uma música nova, queria gravar num cassette e mandar pra seleção. Era “Os metaleiros também amam”. Lizoel era sempre zoado pelos colegas de Língua de Trapo por, vez em quando, emitir agudas microfonias de sua guitarra Dolphin durantes os shows. Por ser meio atrapalhado entre fios e pedais, brincávamos dizendo que ele era o inventor de uma nova medida de som distorcido: os “lizoéis”. Com um jeito de operador de som distraído e um eterno cigarro metido no canto da boca, me recebeu em sua casa, perto da hoje Fnac de Pinheiros, para a sessão de gravação da “fita”. Começo de tarde. E havíamos tomado todas em algum boteco da Vila Madalena na noite anterior. Antes de irmos para seu quarto-estúdio de som, Lizoel fez o ritual que o acompanhava sempre que estava de ressaca: ia assobiando até a geladeira e tomava um copo gigantesco de chá de losna. Depos acendia o primeiro cigarro do dia e começava a raciocinar de fato. Quando vi a profusão de fios espalhados pelo chão, paredes e até pelo beliche achei que nunca consumaríamos o registro. Lizoel foi fazendo tentativas-erro (era mestre nisso) com dezenas de fios coloridos. Enfiava um num plug, saia um som grave. Metia outro numa conexão, rugia uma microfonia estrondosa. Foi assim durante meia hora. Depois do chá de experiências sonoras que bem poderiam figurar num disco da fase mais cabeça do Rogério Duprat, o nosso amigo conseguiu me dar um microfone e postou-se em outro com sua guitarra. Cantei à minha maneira e ele sugeriu um introdução. Que, alias, é a que está na canção até hoje. Como eram tempos totalmente espontâneos, onde a vida era para ser vivida e não pensada, fizemos uma vez só e achamos que já estava ótima. Peguei a fita e combinamos de mais tarde ir beber no Avenida Danças. Meses depois, assistindo ao ensaio de “Os metaleiros também amam” no Maracanãzinho, ouvi o Nelson Motta, um dos coordenadores do Festival, dizer ao diretor Roberto Talma. Isso bem na hora em que o Língua deixou o palco: - Mas e aquele cara da fita? Tinha que ser ele cantando com aquela guitarra, porra! Aquilo sim! É óbvio que sou muito mais a interpretação do Pituco e do Sarrumor. Tanto que convidei o Língua de Trapo para defender a música e ela foi para a finalíssima. Mas naquela singela fita-cassette havia um elemento que ninguém poderia traduzir num palco: o elemento Lizoel. Viva Lizoel!
Escrito por C. Castelo às 12h53 [] [envie esta mensagem] Viva Lizoel! Depois de longo tempo volto aqui pra falar do Lizoel. Guitarrista da formação histórica do grupo, meu parceiro e amigo de boemia na noite paulistana. Lizo teve sérios contratempos de saúde. Internações, operação e até na UTI foi parar. Acompanhamos via e-mail, sempre vibrando positivamente, as notícias através de sua irmã Nádia. Hoje soube por um amigo em comum, o Mário Casanova, que Lizoel estaria fora de perigo. A notícia não foi confirmada por ninguém da família do célebre "Barrigo Barnabé", porém, a fonte é boa e torço pra que esteja corretíssima. Não vejo a hora de presenciar novamente o companheiro de tantas marchas e contramarchas conversando naquele seu estilo particular, chamando todos de "bitcho" e dando indescritíveis risadas agudas. Que os deuses da Comédia estejam aí te dando força, amigo Lizoel. Você precisa voltar logo pra seu lugar de eterno linguarudo. Vejam o mestre da guitarra humorística em ação no meu blog: http://castelorama.blogspot.com
Escrito por C. Castelo às 22h52 [] [envie esta mensagem] Desaforo eu não carrego! Estamos em festa!
Finalmente saiu o aguardado CD duplo Ataulfo Alves 100 Anos, pela gravadora Lua Music, com mais de quarenta artistas fazendo releituras da obra do mestre, inclusive um tal de grupo Língua de Trapo.
Idealizado e produzido por Thiago Marques Luiz, com direção musical de André Bedurê e Rovilson Pascoal o álbum traz no primeiro CD artistas mais conhecidos, como Elza Soares, Elba Ramalho, Germano Mathias e Fafá de Belém, entre outros, além dos filhos do compositor, Ataulpho Alves Jr. e Adeilton Alves, e, claro, o grupo linguarudo deste que vos tecla.
O segundo CD apresenta uma moçada mais nova, mas igualmente talentosa, como Verônica Ferriani, Simoninha, Márcia Castro e novos sambistas como a excelente Fabiana Cozza, Quinteto em Branco e Preto, Marcos Sacramento e grupo Ó do Borogodó.
Ouça aqui, em primeira mão, a faixa Desaforo eu Não Carrego, com arranjo e interpretação do Língua de Trapo.
Se quiser conhecer mais faixas, ouça o programa especial da Rádio Matraca sobre esse lançamento.
Ataulfo Alves 100 Anos é uma excelente opção de presente nesse fim de ano que se aproxima, principalmente pra você mesmo. À venda nas melhores e piores lojas do ramo, reais ou virtuais, como a Saraiva.com. E respeite o seu Atulfo! Escrito por Laert Sarrumor às 13h54 [] [envie esta mensagem] Top Ten Essa foi o Lizoel que indicou.
Hoje, dia em que o álbum Abbey Road dos The Beatles completa 40 anos de lançamento, o site G1 publicou uma lista com 10 paródias da antológica capa do disco.
E – adivinhem! – a capa do CD 21 Anos de Estrada, do Língua de Trapo, está lá!
Confira aqui a lista completa.
Valeô, bitchô! Bela dica. Mesmo sem lançar nada, o Língua continua nas paradas! Escrito por Laert Sarrumor às 16h21 [] [envie esta mensagem] Quem ri com Yvette, repete Logo mais, às cinco da tarde, na Rádio Matraca, a convidada será a talentosíssima e hilariante Yvette Matos.
Veja a seguir alguns dos deliciosos momentos do programa:
Yvette Matos – Oh! Carol Yvette Mattos – Os Metaleiros Também Amam (Assista também Yvette cantando Faustina - composição de Gadé, sucesso com Jorge Veiga e Moreira da Silva – e dando aula de dicção e pronúncia, na pele da fonoaudióloga Professora Cecília)
Cantora, atriz, violonista e, sobretudo, humorista, Yvette é amigona e parceira de longa data, tendo já participado algumas vezes do programa e dado várias canjas nos shows do Língua de Trapo.
Aliás, se a Grace Black tivesse que ser substituída na banda, Yvette seria uma forte candidata.
A Grace só tem uma coisa que a Yvette não tem, e todos nós sabemos o que é... Escrito por Laert Sarrumor às 15h35 [] [envie esta mensagem] Fotos e grafites Essa foi Ligia Sarrumor, a herdeira das dívidas, quem indicou:
Entre no Portal do Sesc SP. Clique em quem somos, depois em o que fazemos, e escolha o tópico ações artísticas.
Minimize o texto, e veja o que aparece, de fundo.
Dá pra gente se sentir um pouquinho importante, não é? (Afinal, o Sesc trabalha com centenas de artistas por ano).
Por falar em Ligia, foi ela também quem enviou, por scrap, a foto abaixo, publicada no site Overmundo, num post sobre grafite nas ruas de Pinheiros.
A foto é de 1990, clicada por C. Corrales (na época, Cíntia Monteiro).
Reparem que atrás do grafite do americano John Howard, tem uma pichação enorme do show Nova Retórica, do Língua de Trapo, que aconteceu em 1985, no Sesc Pompéia.
Mais à direita, um grafite, feito com estêncil, do show O Melhor dos Iguais, do Premeditando o Breque, que aconteceu em maio, no mesmo ano, no mesmo teatro.
Nessa época, éramos totalmente politicamente incorretos.
Porém, agitadores e muito felizes. Escrito por Laert Sarrumor às 16h21 [] [envie esta mensagem] Viva las cubanas! Ainda sob o efeito da magia cubana, neste feriadão prolongado, quero dividir com vocês as fortes emoções que vivi nos dois dias de shows do BUENA VISTA SOCIAL CLUB STARS e convidados, os quais acabei tendo a honra de apresentar (não estava nada combinado, fui escalado na última hora).
Oriundo do centro de formação e divulgação da boa música cubana que é o projeto BUENA VISTA SOCIAL CLUB - retratado no filme homônimo do diretor alemão WIM WENDERS, produzido pelo músico americano RY COODER – esse grupo iniciou a turnê de 2009 pelo Brasil, com os dois shows que comemoraram o aniversário de 10 anos do bar GRAZIE A DIO!, terça e quarta passadas.
Sarrumor e os promotores do evento PAULO ZAIDAN E MAURIZIO LONGOBARDI.
Dos músicos que aparecem no filme, vieram BARABARITO TORRES, o “rei do alaúde” e o timbalista AMADITO VALDES.
Sarrumor com Barbarito Torres...
...e com Amadito Valdes.
No vídeo abaixo, a clássica CHAN CHAN, de COMPAY SEGUNDO, interpretada pela elétrica senhora TEREZA GARCIA CATURLA, a TETE – provavelmente uma tia cubana da GRACE BLACK – e pelas sensuais IDANIA VALDES e LILI.
Notem que no solo de alaúde de Barbarito, ele faz uma rápida citação de “Manhã de Carnaval”. E que no final, depois da “abaixadinha” das três vocalistas, aparece de relance um narigão com óculos de aro preto que eu juro que não é uma máscara de Groucho Marx. E que depois da Tereza fazer uma brincadeira a respeito de as moças serem namoradeiras, a vocalista Lili diz, no microfone: “Somos solteiras... a gente tá liberada hoje... e estamos à procura também...”
Sarrumor e as muchachas.
Ai, ai, ai, ai, ai... Música é mesmo mágica! O mesmo tanto de ódio que sentimos pelas cubanas, quando elas nos vencem no vôlei, é o tamanho do chamego que sentimos por essas cantoras tão simpáticas.
Sarrumor e Tereza Caturla, tia distante da Grace...
Neste vídeo, IDANIA VALDES, que é filha de AMADITO VALDES, presta homenagem a IBRAHIM FERRER, cantando o sucesso DOS GARDENIAS, emendando com CORCOVADO, do nosso maestro ANTONIO BRASILEIRO JOBIM.
Por último, o lindo tema instrumental BUENA VISTA SOCIAL CLUB, onde os músicos se soltam, nos encantando com sua maestria e com a sonoridade única da música cubana. No mais, hoje é aniversário da patroa (que, aliás, foi quem filmou e postou os vídeos) e logo mais tem BRASIL e ARGENTINA. Que vengan los hermanos! Escrito por Laert Sarrumor às 15h49 [] [envie esta mensagem] Momento lindo, maravilhoso! O Moisés, lá da Alemanha, me mandou um scrap, dizendo que foi postado no Youtube o vídeo do Língua de Trapo no programa da Hebe.
Fui conferir e realmente está lá. É esse que está republicado aí embaixo.
A qualidade é sofrível, o som está baixo, mas mesmo assim é uma relíquia.
Foi nesse programa que se deu o histórico encontro entre Fanta Maria e sua irmã bastarda, Grapetti.
Explico: na época, fazia sucesso em São Paulo a peça de humor besteirol A Bofetada, da Cia. Baiana de Patifaria – composta por hilárias drags - onde se destacava a personagem Fanta Maria, com seu indefectível bordão “É a minha cara! Momento lindo, maravilhoso!”
O Língua, por sua vez, todo mundo sabe, também tem sua drag, a inigualável Grace Black, feita pelo Moisés Inácio.
Nesta noite, no programa da Hebe, Fanta a reconheceu como sendo sua irmã bastarda, há muito perdida.
Foi uma noite e tanto! A apresentadora que acha tudo uma grachinha conseguiu reunir um elenco estelar de figurinhas carimbadas: Elke Maravilha, Maria Alcina, Agnaldo Rayol, José Simão, a já citada Companhia de Patifaria e, claro, nós, do Língua de Trapo.
Foi ao vivo, na noite de 30 de junho de 1992 (no YT consta erroneamente como sendo em 1991). O Língua dublou a música Evridei, deste Sarrumor, com a Grace fazendo sua dancinha.
O rapaz das placas, de óculos escuros e peninha na orelha, é o nosso roadie Laerte Vicente, o Bibó, que anos depois viraria um hit na internet, através do vídeo Bixo Grilo.
Melhor que a nossa performance cênica/musical é a performance cínica/verbal do bate-bola entre a animadora do programa – com suas frouxas gargalhadas – e nossa gloriosa Grace, que nessa noite estava afiadíssima!
Confiram: Escrito por Laert Sarrumor às 14h31 [] [envie esta mensagem] Histórias do Rock Brasileiro (ou... No Final, sem Capital)
A história relatada no vídeo abaixo aconteceu num sábado, dia 10 de novembro de 1984, em São Vicente – mais precisamente na Ilha Porchat – numa boate chamada O Pirata. Em tempo: Dinho, banda meio hiporonga de São Paulo é a calçola da sua vovozinha! Escrito por Laert Sarrumor às 16h50 [] [envie esta mensagem] | ||||||